Paul McCartney entrou com um processo nesta quarta-feira contra a gravadora Sony, tendo como objetivo recuperar os direitos autorais de propriedade intelectual dos sucessos que compôs com os Beatles entre os anos de 1962 e 1971.
A argumentação de McCartney se baseia nas diversas modificações na legislação americana sobre os "direitos autorais" que, segundo o cantor de 74 anos, lhe permitiria recuperar a partir de 2018 a propriedade de suas canções escritas por ele e John Lennon para os Beatles. Entre esses temas que fazem parte do pleito se encontram sucessos dos de Liverpool como "Love Me Do", "Can't Buy Me Love", "Ticket to Ride", "Yesterday", "Hey Jude" e "Let It Be".
De acordo com o texto da ação movida nesta quarta em um tribunal federal de Nova York, McCartney comunicou desde 2008 e em repetidas vezes para a Sony, que detém o catálogo dos Beatles depois de várias compras e vendas ao longo das décadas, sua intenção de recuperar o controle legal dessas músicas.
Uma revisão de 1976 da legislação americana sobre o "direitos autorais" estabeleceu que aqueles artistas que tivessem vendido seus direitos autorais a terceiros antes de 1978, poderiam retomar os mesmos 56 anos depois da criação dessas obras. Dado que as primeiras canções dos Beatles são de 1962, Paul McCartney considera que a partir de 2018 poderia executar esta cláusula legal.
"A partir que o primeiro termo (dos direitos autorais vendidos) entre em vigor em 2018, é necessária e apropriada uma declaração judicial neste ponto para que Paul McCartney possa confiar tranquilamente em seus direitos", diz o processo. Esta frase da denúncia sugere que por trás do movimento do ex-Beatle poderia estar o temor que seu caso termine como o do grupo britânico Duran Duran, que em uma disputa judicial de características semelhantes contra a Sony, perdeu a tentativa de recuperar os direitos de suas músicas.
Neste sentido, um porta-voz de McCartney afirmou à revista musical "Pitchfork" que o propósito de sua ação legal é "confirmar" seus direitos autorais de acordo com a reversibilidade dos "direitos autorais" nos Estados Unidos. A Sony respondeu hoje a demanda de McCartney, afirmando possuir "o maior respeito" com o artista, embora a gravadora disse estar "decepcionada" por uma decisão que considera "desnecessária e prematura", informou o "The Hollywood Reporter".
"Trabalhamos próximos durante décadas, tanto com Paul como com os herdeiros de John Lennon, morto há 36 anos, para proteger, preservar e promover o valor dos catálogos. Estamos decepcionados que tenham apresentado esta reivindicação, que achamos é desnecessária e prematura", disse a Sony.
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
Revelado o "projeto secreto" de Paul McCartney e Lady Gaga
Depois de mantê-lo em segredo por vários meses, Paul McCartney e Lady Gaga têm compartilhado alguns detalhes sobre o seu dueto gravado recentemente. A música é uma das sete ou oito novas gravações de McCartney programadas para inclusão na trilha sonora de High in the Clouds, um filme animado 3D baseado em seu livro para crianças (lançado em 2005) do mesmo nome. Enquanto o relatório não divulga nome de nenhuma das músicas, ele acrescenta que McCartney fará a voz de um dos personagens.
O filme High in the Clouds já está em andamento há alguns anos e foi descrito por McCartney como um "projeto de paixão, um filme de animação quente, engraçado e comovente". O livro, que McCartney escreveu com o autor infantil Philip Ardagh, foi ilustrado por Geoff Dunbar, cujo trabalho já era conhecido de sua colaboração anterior com McCartney, no desenho animado de 1984, Rupert and The Frog Song.
A rádio ABC News observa que esta não é a primeira incursão de Lady Gaga na animação clássica relacionada ao rock - ela também trabalhou com Elton John em "Hello Hello", uma música incluída na trilha sonora de seu lançamento em 2011, Gnomeo & Juliet. O relatório inclui citações de uma edição recente da Q em que McCartney conta que Gaga inicialmente desligou o telefone na cara do seu assistente quando ele a chamou para perguntar se ela gostaria de se envolver com High in the Clouds. McCartney teve que chamá-la de volta sozinho. "Estou acostumado com as pessoas pensarem que é um trote de algum colega de trabalho: 'Oh, ffora, Fred! Pare de fazer sua imitação de McCartney!''", disse ele.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
Especial Paul McCartney Out There no Japão
O Programa Beatlemania, produzido e apresentado pelo músico Beto Neves, da banda Beatles Again, de Araraquara , apresenta um especial com o áudio de show de Paul McCartney na turnê “Out There” gravado no Japão em 2015. O set list é exatamente o mesmo que Paul apresentou no Allianz Parque em São Paulo em Novembro de 2014, e o programa está dividido em dois blocos. Como faz em todos os países em que se apresenta, Paul tenta se comunicar em japonês com a audiência, levando a galera ao delírio. Confira!
domingo, 1 de janeiro de 2017
Paul McCartney começa o ano dando uma canja no show do The Killers
Paul McCartney passou o réveillon na ilha de St. Barts, no Caribe. E deu um presentaço aos hóspedes de um resort: participou de um show da banda The Killers, banda liderada por Brandon Flowers. Ao lado dos roqueiros, foi tocada a música "Helter Skelter", originalmente lançada no Álbum Branco (1968) e até hoje é um dos pontos altos do seu show.
Paul McCartney confirma 3 shows no Japão
A última notícia lançada no site oficial de Paul McCartney, no dia 31 de dezembro, foi o anúncio de 3 shows confirmados no Japão, parte da mesma ONE ON ONE. Vai estar lá pelas bandas da terra do sol nascente? Anote aí as datas:
27 de Abril: The Dome, TÓQUIO
29 de Abril: The Dome, TÓQUIO
30 de Abril: The Dome, TÓQUIO
27 de Abril: The Dome, TÓQUIO
29 de Abril: The Dome, TÓQUIO
30 de Abril: The Dome, TÓQUIO
James McCartney lança single com participação de Dhani Harrison
James McCartney, filho de Paul McCartney, acaba de lançar um single que já está sendo chamado pelo apelido de "Beatles 2.0". O motivo é que a canção "Too Hard" traz a participação de outro beatle-filho, Dhani Harrison, filho de George, na guitarra e vocal.
O single é parte do álum The Blackberry Train,, a ser lançado no dia 6 de maio. Uma boa curiosidade, que serve como um rápido aperitivo para o novo álbum que o outro McCartney (o papai) promete lançar esse ano.
O single é parte do álum The Blackberry Train,, a ser lançado no dia 6 de maio. Uma boa curiosidade, que serve como um rápido aperitivo para o novo álbum que o outro McCartney (o papai) promete lançar esse ano.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
Veja a relação de todo o conteúdo do novo lançamento de Paul McCartney
Conforme já informamos aqui, o novo lançamento de Paul McCartney - na verdade, o relançamento de Flowers In The Dirt, de 1989 - será no primeiro trimestre de 2017, mas já está em pré-venda na Amazon. Veja abaixo todo o conteúdo nos 3 formatos em que o álbum será lançado.
SPECIAL EDITION (3CD/1DVD)
DISCO 1:01. My Brave Face (2017 Remaster)02. Rough Ride (2017 Remaster)
03. You Want Her Too (2017 Remaster)
04. Distractions (2017 Remaster)
05. We Got Married (2017 Remaster)
06. Put It There (2017 Remaster)
07. Figure Of Eight (2017 Remaster)
08. This One (2017 Remaster)
09. Don’t Be Careless Love (2017 Remaster)
10. That Day Is Done (2017 Remaster)
11. How Many People (2017 Remaster)
12. Motor Of Love (2017 Remaster)
13. Où Est Le Soleil? (2017 Remaster)
DISCO 2:
01. The Lovers That Never Were (Original Demo)
02. Tommy’s Coming Home (Original Demo)
03. Twenty Fine Fingers (Original Demo)
04. So Like Candy (Original Demo)
05. You Want Her Too (Original Demo)
06. That Day Is Done (Original Demo)
07. Don’t Be Careless Love (Original Demo)
08. My Brave Face (Original Demo)
09. Playboy To A Man (Original Demo)
DISCO 3:01. The Lovers That Never Were (1988 Demo)
02. Tommy’s Coming Home (1988 Demo)
03. Twenty Fine Fingers (1988 Demo)
04. So Like Candy (1988 Demo)
05. You Want Her Too (1988 Demo)
06. That Day Is Done (1988 Demo)
07. Don’t Be Careless Love (1988 Demo)
08. My Brave Face (1988 Demo)
09. Playboy To A Man (1988 Demo)
DVD
Videos:01. My Brave Face
02. My Brave Face (Version 2)
03. This One (Version 1)
04. This One (Version 2)
05. Figure Of Eight
06. Party Party
07. Où Est Le Soleil?
08. Put It There
09. Distractions
10. We Got Married
Creating Flowers in the Dirt:01. Paul And Elvis
02. Buds In The Studio
03. The Making Of ‘This One’
Put it There:01. Put It There Documentary
APENAS PARA DOWNLOAD:
Original B-sides, remixes and single edits01. Back On My Feet
02. Flying To My Home
03. The First Stone
04. Good Sign
05. This One (Club Lovejoys Mix)
06. Figure Of Eight (12” Bob Clearmountain Mix)
07. Loveliest Thing
08. Où Est Le Soleil? (12” Mix)
09. Où Est Le Soleil? (Tub Dub Mix)
10. Où Est Le Soleil? (7” Mix)
11. Où Est Le Soleil? (Instrumental)
12. Party Party (Original Mix)
13. Party Party (Club Mix)
Cassette demos01. I Don’t Want To Confess
02. Shallow Grave
03. Mistress And Maid
SPECIAL EDITION (2CD)
DISCO 1:01. My Brave Face (2017 Remaster)02. Rough Ride (2017 Remaster)
03. You Want Her Too (2017 Remaster)
04. Distractions (2017 Remaster)
05. We Got Married (2017 Remaster)
06. Put It There (2017 Remaster)
07. Figure Of Eight (2017 Remaster)
08. This One (2017 Remaster)
09. Don’t Be Careless Love (2017 Remaster)
10. That Day Is Done (2017 Remaster)
11. How Many People (2017 Remaster)
12. Motor Of Love (2017 Remaster)
13. Où Est Le Soleil? (2017 Remaster)
DISCO 2:01. The Lovers That Never Were (Original Demo)
02. Tommy’s Coming Home (Original Demo)
03. Twenty Fine Fingers (Original Demo)
04. So Like Candy (Original Demo)
05. You Want Her Too (Original Demo)
06. That Day Is Done (Original Demo)
07. Don’t Be Careless Love (Original Demo)
08. My Brave Face (Original Demo)
09. Playboy To A Man (Original Demo)
DISCO DE VINIL (2LP)
Lado 1:01. My Brave Face (2017 Remaster)02. Rough Ride (2017 Remaster)
03. You Want Her Too (2017 Remaster)
04. Distractions (2017 Remaster)
05. We Got Married (2017 Remaster)
06. Put It There (2017 Remaster)
07. Figure Of Eight (2017 Remaster)
08. This One (2017 Remaster)
09. Don’t Be Careless Love (2017 Remaster)
10. That Day Is Done (2017 Remaster)
11. How Many People (2017 Remaster)
12. Motor Of Love (2017 Remaster)
13. Où Est Le Soleil? (2017 Remaster) (** esta não está no vinil, mas estará disponível para download)
Lado 2:01. The Lovers That Never Were (Original Demo)
02. Tommy’s Coming Home (Original Demo)
03. Twenty Fine Fingers (Original Demo)
04. So Like Candy (Original Demo)
05. You Want Her Too (Original Demo)
06. That Day Is Done (Original Demo)
07. Don’t Be Careless Love (Original Demo)
08. My Brave Face (Original Demo)
09. Playboy To A Man (Original Demo)
quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
Flowers In The Dirt já está na Amazon para pré-venda
Apesar de ter seu lançamento oficial marcado para 3 de março de 2017, o pacotaço especial do Flowers In The Dirt já está disponível para pré-venda na Amazon.
Existe em dois formatos:
CD-Box (3 CDs + 1 DVD) que é o principal produto - e mais caro: 150 dólares - e vem com o álbum oficial que conhecemos, remasterizado, mais dois com demos, gravações ao vivo e raridades e um DVD cujo conteúdo ainda aguardamos mais informações. Há também encartes com fotos, um release oficial e até reprodução de manuscritos! Um filé!
LP Duplo, com o álbum original e material similar ao dos CDs de raridades - custa 35 dólares.
Mesmo na página da Amazon, as informações são ainda muito limitadas, mas as fotos do produto são oficiais, da MPL Communications.
Link para a pré-venda: https://www.amazon.com/Flowers-Dirt-Deluxe-3CD-DVD/dp/B01NBJKG1L/ref=tmm_acd_swatch_0?_encoding=UTF8&qid=1481759057&sr=1-1
Existe em dois formatos:
CD-Box (3 CDs + 1 DVD) que é o principal produto - e mais caro: 150 dólares - e vem com o álbum oficial que conhecemos, remasterizado, mais dois com demos, gravações ao vivo e raridades e um DVD cujo conteúdo ainda aguardamos mais informações. Há também encartes com fotos, um release oficial e até reprodução de manuscritos! Um filé!
LP Duplo, com o álbum original e material similar ao dos CDs de raridades - custa 35 dólares.
Mesmo na página da Amazon, as informações são ainda muito limitadas, mas as fotos do produto são oficiais, da MPL Communications.
Link para a pré-venda: https://www.amazon.com/Flowers-Dirt-Deluxe-3CD-DVD/dp/B01NBJKG1L/ref=tmm_acd_swatch_0?_encoding=UTF8&qid=1481759057&sr=1-1
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
Playboy é acionada na justiça por uso de foto de Paul McCartney com mullets
Uma foto de Paul McCartney nos anos 70, utilizada pela Playboy em uma galeria chamada “15 Hilariously Awesome Celebrity Mullets” provovou a ira do fotógrafo que a fez, James Fortune. Ele entrou com uma ação na justiça por causa do uso da tal foto, que mostra, como o título da galeria já sugere, aquele corte de cabelo conhecido como "mullets" (em que o cabelo comprido aparece atrás e abaixo das orelhas), considerado muito brega nos dias atuais.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2016
Vai ter Beatles e Paul McCartney no Grammy Awards 2017
O Grammy Awards 2017 está programado para acontecer em Los Angeles (Stamples Center) no dia 12 de fevereiro. E tanto os Beatles quanto Paul McCartney estão indicados!
Os Beatles vão concorrer com o documentário Eight Days a Week – The Touring Years, de Ron Howard, na categoria "Melhor Filme Musical".
Paul McCartney, por sua vez, concorre em duas categorias: uma com o álbum Tug Of War, como Melhor Box ou Caixa de Edição Limitada e também com a música “Nineteen Hundred Eighty-Five” (Timo Maas & James Teej Remix) como Melhor Gravação Remixada.
Agora resta saber se Paul e Ringo comparecerão à cerimônia e, melhor ainda, se vão tocar juntos. Esperamos que sim!
Os Beatles vão concorrer com o documentário Eight Days a Week – The Touring Years, de Ron Howard, na categoria "Melhor Filme Musical".
Paul McCartney, por sua vez, concorre em duas categorias: uma com o álbum Tug Of War, como Melhor Box ou Caixa de Edição Limitada e também com a música “Nineteen Hundred Eighty-Five” (Timo Maas & James Teej Remix) como Melhor Gravação Remixada.
Agora resta saber se Paul e Ringo comparecerão à cerimônia e, melhor ainda, se vão tocar juntos. Esperamos que sim!
sábado, 19 de novembro de 2016
Paul McCartney agora vende jóias!
Uma novidade interessante: na loja virtual do site oficial de Paul McCartney há uma aba de venda de jóias! Isso mesmo, nosso beatle agora vende pingentes de prata lindíssimos. No momento são quatro modelos, em 3 formatos diferentes, com preços que variam de 115 a 137 euros. Sem dúvida, belíssimos objetos colecionáveis, pois até as caixinhas são lindas. Na loja virtual também há venda de acessórios, como roupas, CDs, quebra-cabeças etc. Visite: http://paulmccartney.shop.livenation.com/dept/jewellery?cp=61500_83505
Carta irada de Lennon para McCartney vai a leilão
Uma carta de John Lennon para Paul McCartney que vazou na web nesta semana mostra o quanto o fim dos Beatles deixou os dois compositores principais irritados. A carta estava em posse de um colecionador e vai a leilão nesta quinta (17), com lances iniciais de US$ 20 mil.
Trata-se de um valioso documento, mostrando o quanto John Lennon ficou estressado e irado com Paul McCartney. Na carta de duas páginas, assinada pelo casal John e Yoko Ono e direcionada a Paul e Linda, o ex-beatle responde a uma outra carta enviada por Paul. Ele xinga os companheiros de banda – que não apoiaram seu relacionamento com Yoko – e se mostra irritado com a postura de Linda McCartney, que condenava a maneira como John estava lidando com o fim da banda na imprensa.
Leia a íntegra da carta:
“Caros Linda e Paul,
Estava lendo a carta de vocês e pensando que tipo de fã de meia idade e destemperado dos Beatles a escreveu. Resisti a olhar na última página para descobrir – ficava pensando quem seria – Queenie? A mãe do Stuart? – A esposa de Clive Epstein? – Alan Williams? – Quem diabos – é Linda!
Você realmente acha que a imprensa está por baixo de mim/vocês? Você acha isso? Quem vocês pensam que nós/vocês são? A parte sobre o ”auto-indulgente não percebe quem está ferindo” – espero que vocês percebam o quanto de merda que vocês e o resto de meus amigos ”bondosos e não egoístas” despejaram em mim e em Yoko, desde que estamos juntos. Algumas vezes pode ter sido um pouco sutil ou deveria dizer ”classe média” – mas não com frequência. Nós dois ”passamos por cima disso” uma porção de vezes – e perdoamos vocês dois – então é o mínimo que vocês podem fazer por nós – vocês tão nobres. Linda – se você não se importa que eu diga – cala a boca! – deixe que Paul escreva – ou como queira.
Quando perguntado sobre o que eu achava originalmente do MBE, etc. – eu disse a eles o melhor que eu conseguia me lembrar – e eu me lembro mesmo de certo embaraço – você não, Paul? – ou você – como eu suspeito – ainda acredita em tudo isso? Eu posso perdoar Paul por encorajar os Beatles – se ele me perdoar pelo mesmo – por ter sido – ”honesto comigo e ter se preocupado demais”! Que diabos, Linda, você não escreve para o livro Beatle!!!
Eu não me envergonho dos Beatles – (eu comecei isso tudo) – mas sim de algumas merdas que a gente engoliu para fazer deles tão grandes – eu pensava que todos nós sentíssemos assim em diferentes graus – obviamente não.
Você realmente pensa que a maioria da arte de hoje só existe por causa dos Beatles? – Eu não acredito que você seja tão insano – Paul – você acredita nisso? Quando parar de acreditar talvez você acorde! Nós não dizíamos sempre que éramos parte de um movimento – não o todo dele? – Claro, nós mudamos o mundo – mas tente acompanhar – DESÇA DO SEU DISCO DE OURO E VOE!
Não me venha com esse papo de tia velha de que ”em cinco anos vou olhar para trás como uma pessoa diferente” – você não percebe que isso está acontecendo AGORA! – Se eu soubesse ENTÃO o que eu sei AGORA – você parece ter perdido o ponto…
Me desculpem se eu usar ”espaço dos Beatles” para falar sobre o que eu quiser – obviamente se eles continuarem a fazer questões de Beatles – eu vou respondê-las – e vou conseguir tanto espaço de John e Yoko quanto eu puder – se me perguntam sobre Paul eu respondo – eu sei que parte disso acaba indo para o pessoal – mas, acreditem vocês ou não, eu tento responder objetivamente – e as partes que eles usam são obviamente as mais saborosas – eu não tenho mágoas do seu marido – eu sinto por ele. Eu sei que os Beatles são ”pessoas muito gente boa” – eu sou um deles – eles também são grandes bastardos como todo mundo é – então desça do seu cavalo alto! – a propósito – nós temos conquistado mais interesse inteligente em nossas novas atividades em um ano do que tivemos em toda a era Beatle.
Finalmente, sobre não contar a ninguém que eu deixei os Beatles – PAUL e Klein passaram o dia me convencendo que era melhor não falar nada – pedindo a mim para não dizer nada porque iria ”ferir os Beatles” – e ”vamos apenas deixar assentar” [let it petre out] – se lembra? Então coloque isso na sua pequenina mente pervertida, Sra. McCartney – os c**ões me pediram para manter silêncio sobre isso. Claro, o lado do dinheiro é importante – para todos nós – especialmente depois de toda a merda provocada por sua família/parentes insanos – e DEUS TE AJUDE A SAIR DESSA, PAUL – vejo você em dois anos – imagino que você terá saído até lá –
apesar de tudo,
com amor para vocês dois,
de nós dois
P.S. sobre endereçar a carta de vocês só para mim – AINDA…!!!”
Paul McCartney adere ao The Mannequin Challenge
Sempre antenado com os acontecimentos que movimentam o mundo da música pop, Paul McCartney se tornou mais um a aderir ao The Mannequin Challenge, um novo viral da internet, seguindo a linha dos já realizados Ice Bucket Challenge e o Harlem Shake.
Agora o desafio foi a ação de se filmar, enquanto permanece imóvel, como se fosse um manequim de loja. Assim como vários outros astros da música, Paul participou e escolheu a música “Black Beatles”, da dupla de hip-hop Rae Sremmurd, como trilha sonora.
Agora o desafio foi a ação de se filmar, enquanto permanece imóvel, como se fosse um manequim de loja. Assim como vários outros astros da música, Paul participou e escolheu a música “Black Beatles”, da dupla de hip-hop Rae Sremmurd, como trilha sonora.
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
Entrevista com o Paul McCartney em 1987
"VAMOS CONVERSAR"
(Introdução)
Quando cheguei a Icklesham, Paul McCartney tinha acabado mais um dia de ensaios. Os músicos relaxavam no exterior, jogando à bola no magnífico conjunto dos estúdios que incluem um moinho de vento em madeira e uma vivenda de habitação, cuja fotografias inéditas publicamos nestas páginas. Linda McCartney já tinha abandonado o local num Mini dos anos 60, sozinha, em direcção a casa para preparar o jantar. Antes da minha vez, Paul ainda ia dar uma entrevista ao mais importante canal de televisão de Los Angeles.
Aproveitei o tempo de espera para falar com Hamish Stuart, antigo guitarrista da Average White Band, agora ao serviço do ex-Beatle. Confidenciou-me que, ao contrário do que muita gente pensa, é muito fácil trabalhar com McCartney. "É até bem divertido!".
A meio da conversa, chega um jovem de fato branco, cruz na orelha, alegre e bem disposto. Toda a gente o conhece e com toda a gente fala sempre com ar divertido e brincalhão. É Brian Clark, autor da capa de "Tug Of War" e também de "Flowers In The Dirt". Descobre que sou português e já não me larga. No dia seguinte, partia para Lisboa para passar uns dias de repouso no Estoril, em mansão de ingleses. Fala-me longamente da Fundação Gulkbenkian onde, segundo é sua opinião, existe o "melhor Museu da Europa". "E olhe que eu conheço todos!". "Sabe uma coisa?", atira-me entusiasmado. "Concretizei o meu sonho de sempre! Na próxima Primavera, vou expor na Gulbenkian". Soube mais tarde, já em Lisboa, que Brian Clark não é um pintor qualquer. Tem obras espalhadas por todo o Mundo, dos Estados Unidos ao Japão, e trabalhos expostos em museus de prestígio, como o de Leninegrado.
Continuo à espera. De repente, a porta do estúdio abre-se. Paul McCartney reconhe-me: "Luís, anda, vamos conversar!". Ofereço-lhe uma garrafa de vinho do Porto e um CD de Carlos Paredes. Depois de contar as cordas da guitarra portuguesa, pergunta-me se é dia de Natal.
A entrevista decorreu num gabinete dos estúdios decorado com fotografias artísticas da autoria de Linda McCartney. Durante uma hora e meia, Paul falou abertamente e respondeu-me a tudo o que eu queria. Sem a menor relutância, com o maior dos entusiasmos.
Luís Pinheiro de Almeida
A ENTREVISTA
Após a separação dos Beatles no dia 10 de Abril de 1970, Paul McCartney encetou uma carreira a solo que conhece ainda nos tempos de hoje dias de glória. Apesar de ter sido o Beatle com mais e maiores ligações a Portugal, só no dia 09 de Dezembro de 1987 concedeu a sua primeira entrevista a um jornalista português, a propósito do lançamento de uma sua colectânea de êxitos, intitulada "All The Best", expressão que os ingleses utilizam no fim das suas cartas para os amigos.
A entrevista, feita pelo autor, decorreu na Stone House, Rushlake Green (Heathfiled), em East Sussex, na Grã-Bretanha, e teve como principal destinatário o programa da RTP, "ViváMúsica", de Jorge Pego. A conversa com Paul McCartney decorreu no intervalo de uma sessão do ex-Beatle com a imprensa italiana e deveu-se a insistências da EMI portuguesa, dirigida por David Ferreira.
A entrevista, curta, revelou-se extremamente fácil. McCartney possui um raro poder de comunicabilidade, um sentido de humor tipicamente britânico, um invulgar respeito pelos fãs, uma autêntica e permanente atitude de reverência. Na altura tinha 45 anos. "A juventude e as canções estão na cabeça, não no corpo ou nos computadores", justifica.
Nas horas que antecederam a entrevista e enquanto Paul McCartney satisfazia os seus compromissos para com os media italianos, houve oportunidade de alguns pequenos encontros, durante os quais, sem a presença da câmara de televisão, o ex-Beatle se permitia ser mais íntimo, ao ponto de pretender para si um disco flexível de Natal dos Beatles, raro, que lhe apresentei para mo autografar. A capa do disco é mesmo um desenho seu.
"Tu tens isto? Eu não! Tens de mo dar!".
Um jovem jornalista italiano, antes de iniciar a sua entrevista, explicou a Paul McCartney que os Beatles tinham mudado por completo a vida da sua mãe há duas décadas atrás. No final da entrevista, McCartney perguntou o nome da mãe, pediu papel e caneta e escreveu uma mensagem. A entrevista que se segue foi publicada pelo semanário de espectáculo "Sete" no dia 30 de Dezembro de 1987.
Há alguns anos atrás costumava ir a Portugal. É verdade que tem uma casa no Algarve?
Não, não tenho lá casa. Costumava ficar com uns amigos. É um país muito bonito, gosto muito de Portugal.
Lembra-se de uma canção que escreveu para um grupo português chamada "Penina"? Ainda se lembra dela?
Bem, não me lembro exactamente como era a canção. Uma noite saí e voltei tarde. Provavelmente, já estava um bocado bêbado. Entrei no Hotel Penina, um hotel muito grande que ainda estava a ser construído e o grupo que lá estava pediu-me para tocar com eles. Sentei-me à bateria e começámos a cantar "Penina" que eu depois escrevi e lhes dei.
Ainda se consegue lembrar de todas as canções que já escreveu?
Da maior parte delas, não. Não me lembro das letras. Se tivesse de as cantar de novo, teria de as aprender outra vez, porque ainda são bastantes.
Não quer cantar agora uma?
Bem, há uma "cançãozita" que escrevi em 1943 e que é assim: "o sole mio..."
O seu último single, "Once Upon A Long Ago" tem alguma coisa a ver com a canção "When We Was Fab", de George Harrison?
Por ser nostálgico? Sim, Mas George escreveu "When We Was Fab" ao estilo dos Beatles, com um som dos anos 60. A minha soa mais a anos 80.
Por falar em George Harrison, gosta do seu último álbum, "Cloud Nine"?
Sim, acho que é bom, tem algumas faixas boas. Gosto mais do lado 1.
De que faixas?
De que faixas? Acho que é "Just For Today", uma faixa lenta. Gosto dessa e do single "Got My Mind Set On You".
Que é dos anos 50!
Sim, de James Ray.
Por falar em Beatles, fez agora sete anos que John Lennon foi assassinado. Sente a sua falta, na composição, por exemplo?
Sim, muito. Quando já se escreveu com alguém tão bom como John... John é impossível de substituir. Começámos a escrever ao mesmo tempo, ainda muito novos, tornámo-nos famosos juntos e fizémos carreira ao mesmo tempo. Ele é impossível de substituir, uma pessoa com tanto talento...
Sim, mas agora está a compôr com Elvis Costello...
Bem, não é a mesma coisa, porque John é John, é único. Elvis Costello, com quem tenho escrito ultimamente, é um pouco parecido. Acho que foi influenciado pelo trabalho de John, por isso gosto de escrever com ele. Faz-me lembrar um pouco os tempos em que escrevia com John. Às vezes, até brincamos com isso e eu digo a Elvis para não se "armar" tanto em John...
Está a trabalhar nalgum álbum novo?
Sim, estou a escrever canções novas.
Já acabou alguma?
Já acabei nove com Elvis...
Todas para o próximo álbum?
Nunca se sabe. Se saírem mal, não vão. Só as boas. Nunca se sabe quais é que ficam boas depois de gravadas. Às vezes, quando se compõe uma canção, ela parece boa, mas depois o resultado final não é tão bom como isso. Por isso, logo se verá. Também estou a escrever sozinho e já gravei umas coisas com Trevor Horn.
E Johnny Marr?
Não. Johnny Marr era dos Smiths e saiu. Há tempos, eu estava em Londres a tocar com uns amigos e ele veio também a algumas sessões. Só isso.
Porque não toca também com George Harrison, Eric Clapton, Ringo Starr?
Não sei. Uma pessoa acaba por trabalhar com outros músicos. Eles muitas vezes também têm que fazer. George tem estado ocupado com o seu álbum, mas ainda ontem pensei nisso. Tenho de os convidar para tocar...
Porque não convida George Harrison para o seu novo álbum?
Por ti talvez o faça, Luís.
E Ringo Starr?
Ringo Starr também. Boa ideia.
O que pensa da música de hoje?
Depende de que tipo de música. Gosto de algumas, de outras não. Hoje há muitos discos que soam todos ao mesmo, feitos com computadores. Também não gosto de canções pseudo-soul. Muitas coisas são maçadoras, mas gosto dos U2 e gosto muito de Prince. Prince é muito bom.
Hoje em dia, há muitos grupos influenciados pela música dos anos 60, como Jesus and Mary Chain, Dukes Of Stratosphear...
Sim, eu gosto disso e para mim é bom, porque se os grupos novos tocam música que tenha aver com os anos 60, eu sinto-me mais perto dos meus filhos. Deixa de haver aquele abismo que existia dantes entre pais e filhos. Assim é óptimo, porque se os meus filhos me falam dos anos 60, eu sei do que eles estão a falar.
E os seus filhos gostam da sua música? Das canções dos Beatles e das novas?
Sim, a maior parte das vezes gostam. Eles são bons miúdos e, por isso, apoiam tudo o que faço. É como se eu fizesse parte de uma equipa de futebol, eles apoiam sempre a minha equipa. São óptimos e interessam-se imenso. Querem sempre saber em que posição os meus discos estão nos top, se subiram ou desceram. São óptimos.
Ainda tem os discos todos dos Beatles?
Não, nunca os coleccionei. Tu tens mais do que eu. Aliás, quero-os de volta, Luís. Quero-os de volta imediatamente.
Nunca! Este ano, "Let It Be" voltou ao primeiro lugar do top. Que sentiu?
Foi óptimo. Hoje em dia, é difícil fazer com que os discos de beneficência resultem. As pessoas começam a ficar um bocado fartas. Querem contribuir, mas já se sentem saturadas, por isso foi bom terem escolhido a minha canção "Let It Be". Foram eles que a escolheram, não fui eu. Vieram ter comigo e perguntaram se podiam utilizar a canção e eu disse que sim, que me sentia muito honrado. O disco foi feito para ajudar as famílias das vítimas do "ferryboat" e eu gosto muito de ajugar.
Quando pensa retirar-se?
Assim que acabe esta entrevista...
Por que assim?"
Chegaste" para mim, Luís. Estou completamente exausto! Vieste de lá tão longe, de Portugal, para arruinar a minha carreira... Como vou poder aparecer na televisão portuguesa depois desta entrevista? Já ninguém quer saber mais de mim.
Quando vai tocar a Portugal? Nunca o fez...
Era bom, não era? Eu gostava...
Eu trato disso...
Tratas? Em tua casa?
Sim, em minha casa...
Com o António e o João Pedro ? (filhos do autor)
Depois de todos estes anos, ainda lhe é fácil compôr?
Bem, já não é tão fácil, porque, ao princípio, quando tocava um simples acorde na guitarra, ouvia muita música, porque tudo era novo, coisas ainda não conhecidas. Ao fim de alguns anos, a mina esgota-se. Toco um acorde e, como já fiz muitas canções com ele, tenho de procurar novas combinações, o que torna as coisas um pouco mais difíceis. Mas eu continuo a gostar de compôr, apesar de se ter tornado um pouco mais complexo.
Li num jornal que trabalha 30 horas por semana e que ganha mais do que a Rainha e Margaret Thatcher...
Qualquer pessoa ganha mais do que ela...
O que faz a tanto dinheiro?
O que faço ao dinheiro? Ponho-o no banco... Não, faço imensas coisas: obras de beneficência, tenho uma família para sustentar, tenho a minha mulher e, como tu sabes, as mulheres gastam muito dinheiro!
Porque não compra as canções dos Beatles a Michael Jackson?
Não se trata de uma questão de dinheiro. Para as comprar, teria de o fazer em conjunto com Yoko...
Ainda não conseguiu um bom relacionamento com Yoko?
Tenho um bom relacionamento com Yoko, mas não muito íntimo. Falo com ela, damo-nos bem, mas ela vive em Nova Iorque. E não a vejo muito. Gosto dela, ela é simpática, mas o nosso relacionamento não é muito estreito. Afinal, não foi comigo que ela casou.
Conhece os discos de Julian Lennon?
Sim. Ele é muito bom. Gosto dele. Era muito pequeno quando o conheci...
...escreveu "Hey Jude" para ele...
É verdade. Ele é muito bom, gosto da sua voz...
... é parecida com a de John Lennon...
Sim, às vezes é muito parecida com a de John, mas eu gosto mais quando ele canta no seu próprio estilo. Acho que ele devia desenvolver mais essa faceta, mas se alguém tem o direito de cantar como John é o seu filho.
Já tem título para o seu novo álbum?
Já. Vai chamar-se "A Minha Entrevista Com O Luís". Será um álbum conceptual. "O dia em que eu conheci o Luís".
Qual é para si o pior disco dos Beatles?
Não há. Não há discos piores dos Beatles. Gosto de quase tudo o que fizémos.
Não quer cantar "Love Me Do", por exemplo?
Não, é impossível!
Por quê?
Porque teríamos de assinar um contrato. Teria de negociar contigo...
Isso arranja-se!
Quando fôr a tua casa, canto.
domingo, 6 de novembro de 2016
Música de Paul McCartney foi questão no ENEM 2016

Uma música de Paul McCartney virou questão na prova de inglês do ENEM realizada nesse domingo, 06 de novembro. Foi "Ebony and Ivory", grande sucesso dos anos 80, cantada em dupla com Stevie Wonder.
"Ebony and Ivory" é um single de Paul McCartney e Stevie Wonder, lançado em março de 1982. A canção é sobre o ébano (preto) e marfim (branco) das teclas de piano, mas também tem a ver com a integração e harmonia racial, de maneira mais profunda. O título foi inspirado por McCartney ao ouvir Spike Milligan dizer "notas pretas, notas brancas, e você precisa tocar as duas pra fazer harmonia, gente!". A canção está no álbum Tug of War, distribuído no mesmo ano. A faixa chegou ao número um nas paradas do Reino Unido.
Embora escrita por McCartney, a canção foi gravada ao vivo no estúdio pelo cantor, juntamente a Stevie Wonder. No entanto, devido a conflitos de horário de trabalho, ambos gravaram suas partes no vídeo musical separadamente (como é explicado por Paul em The McCartney Years).
"Ebony and Ivory" ficou durante sete semanas na primeira posição do Billboard Hot 100, e foi o quarto maior hit de 1982. Para McCartney, a canção atingiu o topo das paradas de qualquer obra sua pós-Beatles, e a segunda mais longa da carreira (atrás de "Hey Jude" com os Beatles); para Wonder, foi o seu mais antigo executado chart-topper. A canção passou cinco semanas no topo da adult contemporary chart.
Passados 28 anos da música ter sido lançada, Paul McCartney e Stevie Wonder finalmente a interpretam juntos num espetáculo na Casa Branca em frente a uma plateia, na qual estão presentes diversas personalidades, como o então presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. (Fonte: Wikipedia)
Curta a música nos dois momentos citados acima (clipe dos anos 80 e na Casa Branca):
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
Silvio Santos: "Paul McCartney ainda existe? Ele não morreu?"
Silvio Santos chamou Paul McCartney de "velho" e quis saber se ele ainda estava vivo ou aposentado, sem cerimônia e sempre em tom de brincadeira. Durante o seu programa, exibido neste domingo (30), o apresentador e dono do SBT selecionou alguns vídeos enviados por telespectadores que se encontraram com celebridades eventualmente e em determinados lugares públicos.
Num deles, Wesley Neves - morador do Mato Grosso - encontrou com o ex-Beatle nas ruas de Paris, França, fez a selfie e mandou as imagens para a produção do programa do Silvio. "Paul McCartney ainda existe? Ele não morreu? Eu só acredito vendo", disse Silvio. "Para [a imagem]. É esse que é o Paul McCartney? Meu Deus, está parecendo... Está velho, hein, companheiro?", ironizou o apresentador.
Silvio não parou por aí e foi além na brincadeira ao especular sobre o relacionamento do músico com uma mulher 40 anos mais nova. Ainda durante o seu programa, o "homem do Baú" também brincou com Roberto Carlos e debochou da careca do rei. "Está velho, cabelo branco, sem cabelo na testa, está numa pior", afirmou.
sábado, 29 de outubro de 2016
Ouça a nova música de Paul McCartney
Paul McCartney acaba de lançar uma nova música! Aconteceu nesta sexta-feira, 28, e o novo trabalho chama-se “In The Blink Of An Eye”. A canção faz parte da trilha sonora de um filme chamado Ethel & Ernest, uma animação que conta a história de uma família, desde o casamento, nascimento do primeiro filho, Segunda Guerra Mundial e os dias pós-guerra.
O álbum com a trilha sonora está no Spotify, menos a música de Paul, que apenas pode ser comprada no iTunes. É a primeira música lançada por Paul McCartney desde o álbum NEW, de 2013.
“Eu sabia que Paul era um grande fã de animações e que o livro Fungus, de Raymond Briggs, tinha inspirado a música ‘Bogey Music’", disse Roger Mainwood, diretor do filme. "Então, eu perguntei a Raymond se ele não gostaria de escrever uma carta para Paul e ver se ele estaria interessado em escrever uma música para Ethel And Ernest. Nos encontramos e ele fez um CD que incluía uma canção chamada 'Mum And Dad', que se tornou “Blink Of An Eye”".
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
Paul McCartney responde Phil Collins: "Vamos seguir em frente"
Após um “mimimi” de Phil Collins, que se queixou na semana passada de Paul McCartney, pelo fato do ex-beatle tê-lo supostamente esnobado, parece que o ex-Genesis conseguiu o que queria: Macca entrou em contato e tentou colocar panos quentes sobre o assunto. O próprio Collins atualizou o assunto na Billboard:
“Ele tem entrado em contato porque ficou irritado. Certamente eu não recebi flores dele; recebi mais uma mensagem do tipo ‘Vamos seguir em frente com as nossas vidas’. E eu sinto muito que ele esteja irritado porque eu meio que disse algo desagradável dele - bem, não foi realmente desagradável. Se as pessoas não disserem às outras que às vezes seu comportamento pode ser um pouco melhor, então você não irá melhorar, sabe?”, disse Phil Collins, que completou: “Eu acho que talvez eu deveria apenas jogar tudo isso para baixo do tapete e me esquecer de tudo que aconteceu, mas aconteceu, sabe?”.
Relembrando o caso:
Na semana passada, o Portal Beatles Brasil publicou a seguinte notícia:
Phil Collins explica por que deixou de ser fã de Paul McCartney
Phil Collins, que acaba de anunciar sua volta aos palcos numa nova turnê prevista para ano que vem, explicou no programa On The Air Tonight como deixou de ser fã de Paul McCartney. Foi em 2002, quando foi 'esnobado' pelo ex-beatle em um evento no Palácio de Buckingham. Phil se sentiu desapontado quando o seu encontro com o ídolo não ocorreu como planejado.
Ele, que é fã dos Beatles desde os anos 60, pediu para Paul McCartney autografar uma cópia do livro The Beatles, de Hunter Davies. "Eu disse: 'Hey, Paul, você se importa de assinar isso para mim?' e ele disse 'Oh, Heather [Mills, sua esposa naquela altura], o nosso pequeno Phil é um fã dos Beatles! Eu pensei: ‘fuck you, fuck you’. Nunca esqueci. McCartney foi um dos meus heróis. Mas ele tem essa coisa quando ele está falando com você, onde ele te faz se sentir ... 'Eu sei que isso deve ser difícil para você, porque eu sou um Beatle. Eu sou Paul McCartney e deve ser muito difícil para você realmente puxar uma conversa comigo'”, contou Collins.
Uma curiosidade: Phil Collins é tão fã dos Beatles que aparece, ainda criança, fazendo figuração na platéia, enquanto os Beatles tocam, no filme A Hard Day's Night.
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
Heather Mills, a ex-esposa que os fãs insistem em tentar esquecer
No começo do novo milênio surgiu uma nova pessoa no mundo beatlemaníaco, uma bela garota, que se tornou esposa de Paul McCartney, rapidamente 'conquistando' o desprezo dos fãs dos Beatles (principalmente as mulheres, de certa forma reivalizando com Yoko Ono). Segue um resumo da biografia desse controverso personagem.
Heather Mills nasceu em 1968, filha de Mark e Beatrice Mills. Mark era um pai abusivo, que aterrorizava Heather, sua irmã Fiona e um irmão mais novo. Sua mãe fugiu de casa e do marido controlador quando Heather tinha apenas 10 anos, e seu pai foi preso por fraude quando ela tinha 13. Aos 17 anos, não se dando bem com o namorado da mãe, saiu de casa e viveu nas ruas de Londres por quatro meses, sendo inclusive presa por roubar e vender as jóias roubadas, para comprar uma moto.
Aos 18 anos o seu então namorado e mais tarde marido, Alfie Kermal, mandou secretamente algumas fotos da jovem Heather para uma competição do jornal Daily Mirror, onde ela acabou ganhando o titulo de "Dream Girl" e que lancou sua carreira de modelo.
Após dois anos de casamento, Heather deixa Alfie, e vai morar na ex-Iugoslavia (atual Eslovenia) com o novo namorado, um instrutor de ski eslavo e se torna instrutora também. Durante os dois anos em que mora lá, presencia as desgraças de um pais em guerra civil, e abre um centro para refugiados e feridos na Guerra dos Balcans. Ainda continua com sua carreira de modelo, e todo o dinheiro que ganha vai para os refugiados.
Ela volta a morar na Inglaterra em 1993, ainda tentando angariar mais fundos para a caridade, quando no dia 8 de agosto sofre um terrível acidente - atropelada por uma moto da policia em Londres, quando voltava de um passeio com o noivo Rafael Mincione. A sua perna esquerda teve que ser amputada na altura do joelho. Sabendo que sua carreira de modelo havia terminado, Heather então escreve um livro contando sua vida, Out on a Limb, que se torna best-seller imediatamente.
Durante as sessões de fisioterapia, descobre que todas as pessoas que sofreram amputações possuem próteses que não servem mais, e tem a ideia de mandar essas próteses usadas para os feridos de guerra em países mais pobres, como os da sua casa de refugiados, e começa uma campanha nacional para arrecadar as próteses. Mais de 30 mil pessoas foram e ainda são beneficiadas por essa instituição, especialmente na Europa Oriental.
Heather foi indicada para o prêmio Nobel da Paz em 1996, e desde então ganhou vários outros prêmios, como "People of the Year" em 1999, "Cosmopolitan Woman of Achievement 2000", e "Woman of the Year" por seu trabalho com os amputados.
Em 1999, prestando depoimento sobre a sua vida e sua instituição, durante um evento em Londres, ela conhece Paul McCartney, que acaba contribuindo para a Fundação Heather Mills com US$240.000 (a maior contribuicao até então!) e colabora com vocais e guitarra no single beneficente "Vo!ce", também para a fundação de Heather. Os dois se encontram mais algumas vezes durante aquele ano, e em marco de 2000 assumem o romance publicamente, ficando noivos em julho de 2001.
Em 28 de outubro de 2003 nasceu Beatrice, a filha de Heather e Paul. Apesar de obviamente ser um momento feliz para qualquer família, já circulavam rumores na imprensa de que o casamento era bastante tumultuado, com muitas brigas. Posteriormente, Heather alegaria, durante o processo de divórcio, que passara por muitos sofrimentos e humilhações, acusando McCartney de forçá-la a submetê-la a grandes sacrifícios, inclusive durante a gravidez, forçando a acompanhá-lo em suas inúmeras viagens. As narrativas mais fortes davam conta, por exemplo, de um episódio em que ela teve que subir as escadas do jatinho particular engatinhando, devido à sua fragilidade e amputação. Também acusou o ex-beatle de tê-la agredido mais de uma vez e de se embriagar constantemente. Também se ressentia de ter, com o casamento, se afastado de seus projetos humanitários - apesar das generosas doações que o marido havia realizado.
Tudo isso (e algo mais) contribuiu para aumentar, e muito, o sentimento de rejeição geral, sobretudo entre os fãs dos Beatles, que a chamavam de " a coisinha coisinha loira de Paul McCartney". Nesse sentido, certamente ela ganha até mesmo de Yoko Ono, historicamente acusada de ser o motivo da separação dos Beatles.
Após muitos meses de audiências, num processo de divórcio que Paul McCartney classificou como "um inferno", Heather e Paul finalmente se separaram, em 17 de março de 2008, com Heather garantindo uma indenização de US$48,6 milhões - cerca de R$ 84 milhões - uma das maiores de todos os tempos na Grã-Bretanha (na verdade, ela queria pelo menos o dobro. Podemos, de certa forma, nos considerar também beneficiados por esse desfalque na fortuna de Paul McCartney (na época avaliada em US$1,7 bilhão): comenta-se que para recuperar o prejuízo, ele decidiu partir para explorar "novos mercados", o que o trouxe, em 2010, a uma sequência de apresentações na América do Sul, que, só no Brasil, o traria por 5 anos consecutivos ao Brasil, para duas dezenas de shows, até 2014.
Apesar de milionária, Heather Mills sempre alegou que o valor era baixo demais, para o padrão que precisada dar à filha, com equipes de seguranças e outros gastos que a filha de um superstar daquele quilate demanda. Participou de diversos programas de TV (como o famoso "Dancing With The Stars"), quase participa de uma Paralimpíada e continuou tocando sua vida - ainda sendo considerada uma espécie de "mancha" na biografia de Paul McCartney.
Hoje em dia, além da Fundação Heather Mills, ela está envolvida em projetos como "Adopt a Minefield", além de ser apresentadora de programas especiais na BBC, e palestrante em eventos internacionais sobre veganismo.
Site Oficial: http://www.heathermills.org/
Heather Mills nasceu em 1968, filha de Mark e Beatrice Mills. Mark era um pai abusivo, que aterrorizava Heather, sua irmã Fiona e um irmão mais novo. Sua mãe fugiu de casa e do marido controlador quando Heather tinha apenas 10 anos, e seu pai foi preso por fraude quando ela tinha 13. Aos 17 anos, não se dando bem com o namorado da mãe, saiu de casa e viveu nas ruas de Londres por quatro meses, sendo inclusive presa por roubar e vender as jóias roubadas, para comprar uma moto.
Aos 18 anos o seu então namorado e mais tarde marido, Alfie Kermal, mandou secretamente algumas fotos da jovem Heather para uma competição do jornal Daily Mirror, onde ela acabou ganhando o titulo de "Dream Girl" e que lancou sua carreira de modelo.
Após dois anos de casamento, Heather deixa Alfie, e vai morar na ex-Iugoslavia (atual Eslovenia) com o novo namorado, um instrutor de ski eslavo e se torna instrutora também. Durante os dois anos em que mora lá, presencia as desgraças de um pais em guerra civil, e abre um centro para refugiados e feridos na Guerra dos Balcans. Ainda continua com sua carreira de modelo, e todo o dinheiro que ganha vai para os refugiados.
Ela volta a morar na Inglaterra em 1993, ainda tentando angariar mais fundos para a caridade, quando no dia 8 de agosto sofre um terrível acidente - atropelada por uma moto da policia em Londres, quando voltava de um passeio com o noivo Rafael Mincione. A sua perna esquerda teve que ser amputada na altura do joelho. Sabendo que sua carreira de modelo havia terminado, Heather então escreve um livro contando sua vida, Out on a Limb, que se torna best-seller imediatamente.
Durante as sessões de fisioterapia, descobre que todas as pessoas que sofreram amputações possuem próteses que não servem mais, e tem a ideia de mandar essas próteses usadas para os feridos de guerra em países mais pobres, como os da sua casa de refugiados, e começa uma campanha nacional para arrecadar as próteses. Mais de 30 mil pessoas foram e ainda são beneficiadas por essa instituição, especialmente na Europa Oriental.
Heather foi indicada para o prêmio Nobel da Paz em 1996, e desde então ganhou vários outros prêmios, como "People of the Year" em 1999, "Cosmopolitan Woman of Achievement 2000", e "Woman of the Year" por seu trabalho com os amputados.
Em 1999, prestando depoimento sobre a sua vida e sua instituição, durante um evento em Londres, ela conhece Paul McCartney, que acaba contribuindo para a Fundação Heather Mills com US$240.000 (a maior contribuicao até então!) e colabora com vocais e guitarra no single beneficente "Vo!ce", também para a fundação de Heather. Os dois se encontram mais algumas vezes durante aquele ano, e em marco de 2000 assumem o romance publicamente, ficando noivos em julho de 2001.
Em 28 de outubro de 2003 nasceu Beatrice, a filha de Heather e Paul. Apesar de obviamente ser um momento feliz para qualquer família, já circulavam rumores na imprensa de que o casamento era bastante tumultuado, com muitas brigas. Posteriormente, Heather alegaria, durante o processo de divórcio, que passara por muitos sofrimentos e humilhações, acusando McCartney de forçá-la a submetê-la a grandes sacrifícios, inclusive durante a gravidez, forçando a acompanhá-lo em suas inúmeras viagens. As narrativas mais fortes davam conta, por exemplo, de um episódio em que ela teve que subir as escadas do jatinho particular engatinhando, devido à sua fragilidade e amputação. Também acusou o ex-beatle de tê-la agredido mais de uma vez e de se embriagar constantemente. Também se ressentia de ter, com o casamento, se afastado de seus projetos humanitários - apesar das generosas doações que o marido havia realizado.
Tudo isso (e algo mais) contribuiu para aumentar, e muito, o sentimento de rejeição geral, sobretudo entre os fãs dos Beatles, que a chamavam de " a coisinha coisinha loira de Paul McCartney". Nesse sentido, certamente ela ganha até mesmo de Yoko Ono, historicamente acusada de ser o motivo da separação dos Beatles.Após muitos meses de audiências, num processo de divórcio que Paul McCartney classificou como "um inferno", Heather e Paul finalmente se separaram, em 17 de março de 2008, com Heather garantindo uma indenização de US$48,6 milhões - cerca de R$ 84 milhões - uma das maiores de todos os tempos na Grã-Bretanha (na verdade, ela queria pelo menos o dobro. Podemos, de certa forma, nos considerar também beneficiados por esse desfalque na fortuna de Paul McCartney (na época avaliada em US$1,7 bilhão): comenta-se que para recuperar o prejuízo, ele decidiu partir para explorar "novos mercados", o que o trouxe, em 2010, a uma sequência de apresentações na América do Sul, que, só no Brasil, o traria por 5 anos consecutivos ao Brasil, para duas dezenas de shows, até 2014.
Apesar de milionária, Heather Mills sempre alegou que o valor era baixo demais, para o padrão que precisada dar à filha, com equipes de seguranças e outros gastos que a filha de um superstar daquele quilate demanda. Participou de diversos programas de TV (como o famoso "Dancing With The Stars"), quase participa de uma Paralimpíada e continuou tocando sua vida - ainda sendo considerada uma espécie de "mancha" na biografia de Paul McCartney.
Hoje em dia, além da Fundação Heather Mills, ela está envolvida em projetos como "Adopt a Minefield", além de ser apresentadora de programas especiais na BBC, e palestrante em eventos internacionais sobre veganismo.
Site Oficial: http://www.heathermills.org/
Paul McCartney - Tug Of War (1982)
Em outubro de 1980, Paul se volta para um velho projeto que consiste em juntar algumas faixas nunca gravadas para um novo álbum chamado Cold Cuts. McCartney e os Wings trabalham neste projeto durante o mês na fazenda de Paul em Hastings, Sussex, mas o projeto foi finalmente cancelado.
Em novembro, Paul e Denny Laine se unem no estúdio de George Martin em Montserrat, no Caribe. Paul começa um novo álbum em colaboração com George Martin. Esta é a primeira colaboração de McCartney e Martin desde Live And Let Die em 1973.
Pouco depois disso os Wings se separaram. Foram dispensados Laurence Juber e Steve Holly da banda e Back To The Egg foi o último e definitivo trabalho dos Wings. Para o álbum novo, Paul queria ter vários convidados de peso na gravação das canções. No dia 8 de dezembro de 1980, John Lennon é assassinado em Nova Iorque quando voltava para casa depois de uma sessão de gravações. Paul interrompe as gravações e decide ir para a sua fazenda em Sussex, subjugando-se incapaz fazer qualquer comentário.
Paul finalmente volta para Monserrat em fevereiro de 1981 começa a gravar um novo álbum Tug of War. Vários músicos famosos são convidados por Paul para gravar as faixas deste novo álbum: Dave Mattacks, Steve Gadd, Carl Perkins, Stevie Wonder, Stanley Clarke, Eric Stewart e Andy MacKay estão entre eles.
Paul passa para o produtor George Martin as idéias do novo disco. Paul também recebe a visita de Elton John, Ringo Starr e George Harrison. Eles começam a gravar uma composição nova de George chamada "All Those Years Ago" em homenagem a John. Esta música foi incluída mais tarde no álbum de George Harrison, Somewhere in England. Muitas visitas... mas também uma partida: Denny Laine e Paul terminam a parceria definitivamente durante as sessões de Tug Of War. Denny começou sua carreira de solo, porem não obteve grande sucesso.
Tug Of War é lançado em abril de 1982 e foi muito bem recebido pelos críticos. Até mesmo hoje, os fãs de Paul consideram este trabalho como o seu melhor desde Band On The Run. A qualidade do álbum é claramente sentida na colaboração entre Paul e George Martin e o acompanhamento dos artistas bem escolhidos por Paul desde o inicio das gravações do álbum... sem mencionar a maturidade crescente de Paul a que agora está melhor como compositor e como artista.
Tug Of War foi um sucesso enorme em todo o mundo mas, nos Estados Unidos, particularmente. Permaneceu durante 3 semanas em primeiro lugar. O álbum ficou nas paradas americanas durante 29 semanas. Por causa de Tug Of War, Paul foi premiado como o melhor artista britânico e melhor contribuição para música britânica (BPI Awards).
Nesta obra-prima é dada o chute inicial com a música tema, "Tug Of War", uma belíssima balada. Começa lentamente com uma introdução acústica e, ao decorrer, ela se torna mais elétrica e mais poderosa, tendo um apoio de uma orquestra. Nesta canção, como em muitos outros neste álbum, Eric Stewart executa os vocais de apoio juntamente com Paul e Linda.
"Take It Away" é uma canção mais rápida vindo logo em seguida, amarrada a "Tug Of War". Com o progresso da música, cada vez mais instrumentos se unem durante o coro e a canção fica mais jovial. Ringo Starr toca bateria com Steve Gadd e George Martin toca piano elétrico.
"Somebody Who Cares", outra belíssima balada acústica escrita por Paul. A sua voz está perfeitamente clara e alguns instrumentos contribuem à beleza desta canção, como o violão tocado por Paul ou os flautas tocadas por Adrian Brett. A estrela de convidada a executar esta canção com Paul é Stanley Clarke, que segura o baixo.
Próxima estrela de convidado é Stevie Wonder, que une-se a Paul para escrever e executar a divertida canção "What's That You're Doing". Paul e Stevie cantam alternadamente. Os dois brincam com um das mais famosas músicas dos Beatles dizendo "She Love You, Yeah,She Loves You! Yeah! Yeah!...". Stevie Wonder toca sintetizadores e Andy MacKay do Roxy Music, toca lyricon.
"Here Today", quinta música do álbum, é dedicado a John Lennon. Foi escrita por Paul após a sua morte. É uma canção triste. Alguns violinos agradáveis nos fazem lembrar de Yesterday. Com frequência, em suas com composições, as canções mais tristes incluem alguns puros momentos de esperança e alívio e "Here Today" é uma boa ilustração disto.
"Ballroom Dancing" é vigorosa. É uma canção de rock dos bons e fala sobre as recordações de Paul de pistas de dança quando ele era jovem. A letra é apoiada por uma mistura eficiente de piano, baixos e guitarras, bateria e metais fortes. O clarinete é tocado por Jack Brymer, um veterano no instrumento.
Logo vem "The Pound Is Sinking". Stanley Clarke segura o baixo mais uma vez. Paul na guitarra nos proporciona um desempenho virtuoso. A canção é uma mescla de trabalhos inacabados que originalmente iria se chamar "Hear Me Lover". Paul fez freqüentemente tais mesclas no passado como "A Day In The Life", com John ou como "After The Ball"/"Million Miles" e "Winter Rose"/"Love Awake" no álbum Back To The Egg.
Então segue "Wanderlust", uma balada de magnífica tocada por Paul ao piano e pelo maravilhoso conjunto de metais Philip Jones Brass Esemble. Esta interpretação sinfônica provavelmente é a melhor canção neste álbum, graças à colaboração de George Martin. Em um momento, a voz clara e perfeita de Paul é dobrada lembrando um dueto de dele consigo mesmo. "Wanderlust" é o nome de um dos três iates que foram contratados por Paul para as sessões de London Town que foi executada nas Ilhas Virgem em 1977.
Outro momento histórico acontece na música "Get It", quando Paul toca com Carl Perkins, um dos seus velhos ídolos, Um dueto meio country escrita por Paul. Carl toca guitarra e Paul toca baixo, violão, percussões e sintetizadores. Paul e Carl se revezam nos vocais.
Depois de "Be What You See", um pedaço curto onde Paul está tocando para violão e vocoder, vem "Dress Me Up As A Robber", uma canção rápida que mistura vocais altos e baixos. Parece ser um pouco experimental como as canções do álbum antecessor, McCartney II. George Martin está ao piano elétrico e Dave Mattacks na bateria.
Por último, vem a segunda colaboração entre Paul e Stevie Wonder, "Ebony And Ivory". Escrita por Paul, essa é a música principal do álbum. Esta é mais uma belíssima canção com letras sobre paz e tolerância. Paul toca violão, baixo e piano. Stevie toca bateria e sintetizadores.
São lançados três canções de Tug Of War em compactos 1982:
"Ebony And Ivory"/"Rainclouds"/"Ebony And Ivory" (versão de solo) foi lançado em março e alcança o primeiro lugar nas paradas americanas. "Rainclouds", executada por Paul e Denny Laine, é excelente. E este compacto inclui também uma versão de solo de "Ebony And Ivory" executada por Paul, sem Stevie Wonder.
"Take It Away"/"I'll Give You A Ring" foi lançado em junho e alcança o décimo lugar nas paradas americanas. Como sempre, o lado B contém um valioso título como "I'll Give You A Ring", uma canção que já existia como demonstração em 1974.
Houve um compacto de "Tug Of War", mas provavelmente, só foi lançado na Europa.
"The Girl Is Mine" foi lançado em outubro de 1982 como resultado de uma colaboração entre Paul McCartney e Michael Jackson. Esta é uma canção escrita por Michael Jackson para o seu álbum Thriller.
Paul e Michael fazem um dueto nesta canção que obteve bastante êxito na rádios do mundo. Antes disso, Paul já havia escrito uma canção para Michael, "Girlfriend", que foi incluída no álbum de ambos, London Town, de Paul e Off The Wall, de Michael Jackson.
A último trabalho de Paul em 1982 foi o tema do filme O Cônsul Honorário (The Honorary Consul). O lançamento foi em dezembro.
Em novembro, Paul e Denny Laine se unem no estúdio de George Martin em Montserrat, no Caribe. Paul começa um novo álbum em colaboração com George Martin. Esta é a primeira colaboração de McCartney e Martin desde Live And Let Die em 1973.
Pouco depois disso os Wings se separaram. Foram dispensados Laurence Juber e Steve Holly da banda e Back To The Egg foi o último e definitivo trabalho dos Wings. Para o álbum novo, Paul queria ter vários convidados de peso na gravação das canções. No dia 8 de dezembro de 1980, John Lennon é assassinado em Nova Iorque quando voltava para casa depois de uma sessão de gravações. Paul interrompe as gravações e decide ir para a sua fazenda em Sussex, subjugando-se incapaz fazer qualquer comentário.
Paul finalmente volta para Monserrat em fevereiro de 1981 começa a gravar um novo álbum Tug of War. Vários músicos famosos são convidados por Paul para gravar as faixas deste novo álbum: Dave Mattacks, Steve Gadd, Carl Perkins, Stevie Wonder, Stanley Clarke, Eric Stewart e Andy MacKay estão entre eles.
Paul passa para o produtor George Martin as idéias do novo disco. Paul também recebe a visita de Elton John, Ringo Starr e George Harrison. Eles começam a gravar uma composição nova de George chamada "All Those Years Ago" em homenagem a John. Esta música foi incluída mais tarde no álbum de George Harrison, Somewhere in England. Muitas visitas... mas também uma partida: Denny Laine e Paul terminam a parceria definitivamente durante as sessões de Tug Of War. Denny começou sua carreira de solo, porem não obteve grande sucesso.
Tug Of War é lançado em abril de 1982 e foi muito bem recebido pelos críticos. Até mesmo hoje, os fãs de Paul consideram este trabalho como o seu melhor desde Band On The Run. A qualidade do álbum é claramente sentida na colaboração entre Paul e George Martin e o acompanhamento dos artistas bem escolhidos por Paul desde o inicio das gravações do álbum... sem mencionar a maturidade crescente de Paul a que agora está melhor como compositor e como artista.
Tug Of War foi um sucesso enorme em todo o mundo mas, nos Estados Unidos, particularmente. Permaneceu durante 3 semanas em primeiro lugar. O álbum ficou nas paradas americanas durante 29 semanas. Por causa de Tug Of War, Paul foi premiado como o melhor artista britânico e melhor contribuição para música britânica (BPI Awards).
Nesta obra-prima é dada o chute inicial com a música tema, "Tug Of War", uma belíssima balada. Começa lentamente com uma introdução acústica e, ao decorrer, ela se torna mais elétrica e mais poderosa, tendo um apoio de uma orquestra. Nesta canção, como em muitos outros neste álbum, Eric Stewart executa os vocais de apoio juntamente com Paul e Linda.
"Take It Away" é uma canção mais rápida vindo logo em seguida, amarrada a "Tug Of War". Com o progresso da música, cada vez mais instrumentos se unem durante o coro e a canção fica mais jovial. Ringo Starr toca bateria com Steve Gadd e George Martin toca piano elétrico.
"Somebody Who Cares", outra belíssima balada acústica escrita por Paul. A sua voz está perfeitamente clara e alguns instrumentos contribuem à beleza desta canção, como o violão tocado por Paul ou os flautas tocadas por Adrian Brett. A estrela de convidada a executar esta canção com Paul é Stanley Clarke, que segura o baixo.
Próxima estrela de convidado é Stevie Wonder, que une-se a Paul para escrever e executar a divertida canção "What's That You're Doing". Paul e Stevie cantam alternadamente. Os dois brincam com um das mais famosas músicas dos Beatles dizendo "She Love You, Yeah,She Loves You! Yeah! Yeah!...". Stevie Wonder toca sintetizadores e Andy MacKay do Roxy Music, toca lyricon.
"Here Today", quinta música do álbum, é dedicado a John Lennon. Foi escrita por Paul após a sua morte. É uma canção triste. Alguns violinos agradáveis nos fazem lembrar de Yesterday. Com frequência, em suas com composições, as canções mais tristes incluem alguns puros momentos de esperança e alívio e "Here Today" é uma boa ilustração disto.
"Ballroom Dancing" é vigorosa. É uma canção de rock dos bons e fala sobre as recordações de Paul de pistas de dança quando ele era jovem. A letra é apoiada por uma mistura eficiente de piano, baixos e guitarras, bateria e metais fortes. O clarinete é tocado por Jack Brymer, um veterano no instrumento.
Logo vem "The Pound Is Sinking". Stanley Clarke segura o baixo mais uma vez. Paul na guitarra nos proporciona um desempenho virtuoso. A canção é uma mescla de trabalhos inacabados que originalmente iria se chamar "Hear Me Lover". Paul fez freqüentemente tais mesclas no passado como "A Day In The Life", com John ou como "After The Ball"/"Million Miles" e "Winter Rose"/"Love Awake" no álbum Back To The Egg.Então segue "Wanderlust", uma balada de magnífica tocada por Paul ao piano e pelo maravilhoso conjunto de metais Philip Jones Brass Esemble. Esta interpretação sinfônica provavelmente é a melhor canção neste álbum, graças à colaboração de George Martin. Em um momento, a voz clara e perfeita de Paul é dobrada lembrando um dueto de dele consigo mesmo. "Wanderlust" é o nome de um dos três iates que foram contratados por Paul para as sessões de London Town que foi executada nas Ilhas Virgem em 1977.
Outro momento histórico acontece na música "Get It", quando Paul toca com Carl Perkins, um dos seus velhos ídolos, Um dueto meio country escrita por Paul. Carl toca guitarra e Paul toca baixo, violão, percussões e sintetizadores. Paul e Carl se revezam nos vocais.Depois de "Be What You See", um pedaço curto onde Paul está tocando para violão e vocoder, vem "Dress Me Up As A Robber", uma canção rápida que mistura vocais altos e baixos. Parece ser um pouco experimental como as canções do álbum antecessor, McCartney II. George Martin está ao piano elétrico e Dave Mattacks na bateria.
Por último, vem a segunda colaboração entre Paul e Stevie Wonder, "Ebony And Ivory". Escrita por Paul, essa é a música principal do álbum. Esta é mais uma belíssima canção com letras sobre paz e tolerância. Paul toca violão, baixo e piano. Stevie toca bateria e sintetizadores.
São lançados três canções de Tug Of War em compactos 1982:"Ebony And Ivory"/"Rainclouds"/"Ebony And Ivory" (versão de solo) foi lançado em março e alcança o primeiro lugar nas paradas americanas. "Rainclouds", executada por Paul e Denny Laine, é excelente. E este compacto inclui também uma versão de solo de "Ebony And Ivory" executada por Paul, sem Stevie Wonder.
"Take It Away"/"I'll Give You A Ring" foi lançado em junho e alcança o décimo lugar nas paradas americanas. Como sempre, o lado B contém um valioso título como "I'll Give You A Ring", uma canção que já existia como demonstração em 1974.
Houve um compacto de "Tug Of War", mas provavelmente, só foi lançado na Europa.
"The Girl Is Mine" foi lançado em outubro de 1982 como resultado de uma colaboração entre Paul McCartney e Michael Jackson. Esta é uma canção escrita por Michael Jackson para o seu álbum Thriller.Paul e Michael fazem um dueto nesta canção que obteve bastante êxito na rádios do mundo. Antes disso, Paul já havia escrito uma canção para Michael, "Girlfriend", que foi incluída no álbum de ambos, London Town, de Paul e Off The Wall, de Michael Jackson.
A último trabalho de Paul em 1982 foi o tema do filme O Cônsul Honorário (The Honorary Consul). O lançamento foi em dezembro.
























