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sábado, 28 de janeiro de 2017

Hey Jude: Um espetáculo de Beatles e de amor



Fui à apresentação da Hey Jude esperando ver mais do que um show. Só sairia satisfeito se visse um espetáculo mais do que musical.

O que se espera de diferente em uma apresentação dessas é a capacidade deles de reproduzir da forma mais fiel possível o que seria um show da maior banda de todos os tempos. Instrumentos, figurinos, timbres de vozes e trejeitos físicos que incluem um destro interpretando Paul McCartney como canhoto. E, o mais esperado, uma orquestra que tocasse nota por nota as músicas das fases finais dos Beatles.

Mas o impressionante foi que eles conseguiram muito mais do que só colocar no palco uma reprodução dos Fab Four. Eles conseguiram colocar também na plateia um show dos Beatles.

O pessoal foi aos berros quando os quatro surgiram com os terninhos das primeiras turnês das banda. Rimos das conversas e piadinhas em inglês britânico dos amigos John Lennon e Paul McCartney entre uma conversa e outra. Aplaudimos quando Ringo se apresentou para tocar “Boys”. E também tivemos a sensação de que o próprio George Harrison chamava com seu sotaque de Liverpool o jovem Paul para cantar sozinho sua “nova” canção que levava acompanhamento de cordas, chamada “Yesterday”.

Ainda na fase dos terninhos, uma apresentação de sitar já preparou a plateia para a nova fase que estava por vir. Mas não antes de o público ficar de pé para curtir as músicas mais dançantes, como “Roll Over Beethoven” e “Twist and Shout”.

O show não para nem quando os quatro beatles faziam suas trocas de figurino. A orquestra reproduzia as faixas instrumentais do álbum Yellow Submarine e, além disso, a voz e habilidade musical do maestro surpreendiam a plateia com interpretações de canções das carreiras solo de Paul e John, como “My Love” e “Imagine”.

De volta ao palco com os uniformes de Sgt. Pepper’s, uma interpretação para paralisar a plateia; algo que muito provavelmente ninguém nunca tinha visto: uma apresentação ao vivo de “Tomorrow Never Knows”. Era certamente o momento que todo mundo esperava. Todos estavam ali para ver o espetáculo com orquestra que nenhuma outra banda por aqui é capaz de fazer igual. Daí em diante foi psicodelia pura com efeitos visuais e de luzes de todas as cores.

Na sequência veio a parte do show que marcaria a despedida da banda. Uma reprodução da fase mais sóbria, mas não menos emocionante dos Beatles, com canções do Álbum Branco, Abbey Road e Let It Be.

Não queria que o show acabasse. E justamente no fim aconteceu o que vi de mais bonito na noite. A Hey Jude encerrava o espetáculo com a música que dá nome à banda. E então, durante os momentos de “Na na na”, resolvi olhar para trás. Foi aí que vi uma plateia toda de pé e sorridente, certamente curtindo tanto aquele momento quanto eu. Eram pais e filhos, avós, casais de todas as idades, amigos... Todos juntos cantando com força um sentimento que não sabemos dar nome, mas que decidimos que manifestaríamos como “Na na na”.

E esse se tornou para mim o grande feito da Hey Jude: um espetáculo entre banda e público que celebrou todas as formas de amor.

Ricardo Gouveia 
Fotos: Rosana Estevam



segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Banda Sgt. Pepper estréia no Restaurante Porto Real (BH) nesse sábado

Depois de muito ensaio, acontece nesse Sábado, 12 de novembro, às 21h, a estréia da banda cover Sgt. Pepper, de Belo Horizonte. O debut vai acontecer no Restaurante Porto Real (Av Getulio Vargas 900 - BH). Não percam, é som de primeira!

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Veja o show de Paul McCartney no Desert Trip inteiro!


No dia 08 de outubro de 2016 Paul McCartney realizou um show inesquecível no festival Desert Trip 2016, Empire Polo Grounds, Indio, CA. Entre outros destaques, o show começou com "A Hard Day's Night", apresentou uma música inédita ao vivo ("Why Don't We Do It in the Road?") e contou com a participação de Neil Young em três músicas. Veja agora o show inteiro!


A Hard Day's Night
Jet
Can't Buy Me Love
Day Tripper
Let Me Roll It (mais uma viagem instrumental)
I've Got a Feeling
Maybe I'm Amazed
We Can Work It Out
In Spite of All the Danger
I've Just Seen a Face
And I Love Her
Blackbird
Here Today
Queenie Eye
Lady Madonna
Eleanor Rigby
Being for the Benefit of Mr. Kite
A Day in the Life (com Neil Young)
Give Peace a Chance (com Neil Young)
Why Don't We Do It in the Road? (com Neil Young, primeira vez ao vivo)
Something
Ob-La-Di, Ob-La-Da
Band on the Run
Live and Let Die
Hey Jude

Bis:
I Wanna Be Your Man (primeira vez desde 1993)
Helter Skelter
Golden Slumbers

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Os Beatles poderiam ter seguido com os shows, dizem Paul e Ringo

Em 29 de agosto de 1966, os Beatles se apresentaram no Candlestick Park, em São Francisco. Foi o último show em que o público pagava ingresso —depois dele houve apenas outro, no telhado da Apple, em 30 de janeiro de 1969. A partir da apresentação há quase 50 anos, o quarteto inglês decidiu concentrou-se apenas em gravações. Mas poderia ter sido diferente: de acordo com entrevista de Paul McCartney e Ringo Starr ao jornalista Andrew Male, da revista especializada "Mojo", os Beatles consideraram seguir com os shows. A decisão de parar "não foi como se tivéssemos colocado uma coroa de flores nas apresentações ao vivo", diz Ringo.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Paul McCartney toca ‘A Hard Day’s Night’ pela primeira vez em 51 anos


Nesta quarta-feira Paul McCartney subiu ao palco em Fresno, na Califórnia, para apresentar o primeiro show de sua nova turnê, One On One. Inspirado, o ex-Beatle parecia empenhado em surpreender o público e tocou uma setlist pra lá de inesperada. Para abrir o concerto, a escolhida foi a clássica A Hard Days’s Night. Apesar de ser uma das canções mais icônicas do Fab Four, a música nunca havia sido tocada pelo baixista em shows de sua carreira solo. A última vez que o britânico executou a faixa foi em 1965, quando a banda de Liverpool se apresentou em Daly City, na Califórnia, há 51 anos.

As surpresas não pararam por ai. Além de A Hard Day’s Night, McCartney também tocou Love Me Do, outra famosa canção dos Beatles, pela primeira vez desde que começou sua carreira solo. O baixista aproveitou também para mostrar algumas raridades, que não são tocadas com tanta frequência em seus shows, como In Spite of All the Danger, do The Quarrymen (banda que ele liderava ao lado de John Lennon e deu origem aos Beatles), que não era tocada desde 2004, mesmo caso de You Won’t See Me. O cantor ainda assumiu o piano em Here, There and Everywhere, sendo a primeira vez que o britânico tocou a canção ao vivo no instrumento.

A nova turnê de McCartney deve passar pela América do Sul em breve. O músico viaja até a Argentina em maio, onde faz três shows: um em Córdoba, no dia 15, e dois em Buenos Aires, nos dias 17 e 19. Apesar da vinda ao continente o ex-Beatle ainda não anunciou datas no Brasil. A última passagsem do inglês por aqui foi em 2014, quando tocou em Vitória, no Espírito Santo; no Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo – onde fez dois shows.

Confira no vído abaixo a apresentação de A Hard Day’s Night ​pela primeira vez em 51 anos:

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Veja as exigências de Paul McCartney para show

A edição argentina da revista Rolling Stone divulgou qual seria a lista de exigências do cantor Paul McCartney, que deve se apresentar em Cariacica, no estádio Kleber Andrade, no dia 10 de novembro.

Como adiantando pelo jornal online Folha Vitória, o astro não deve comer o prato mais tradicional da culinária capixaba: a moqueca. Isso porque o ex-Beatle é vegano, ou seja, ele não só não come nada de origem animal, como também não usa nenhum produto que venha de bichos, como casacos, bolsas, couro…

De acordo com a publicação argentina, o camarim deve ser retangular e ter no piso um carpete de madeira. É necessário um telefone para chamadas internacionais além de conexão à internet e três mesas de oito pés.

Já no cardápio, não são permitidas comidas com produtos animais e há muitas frutas e bebidas saudáveis, como leite de soja. O astro não dispensa, porém, um bom whisky, garrafas de Johnny Walker Red Label, Gin e Cointreau devem estar no camarim.

As exigências de Paul McCartney:

>> Uma cadeira
>> Dois abajours
>> Duas latas de lixo
>> Banheiro com vaso sanitário e pia com água quente e fria
>> Papel higiênico suave e sabonete
>> Espaço que tenha bom aquecimento e ar condicionado
>> Todas as mesas devem estar cobertas com toalhas
>> Uma geladeira
>> 12 cervejas Corona
>> 1 garrafa grande de Canada Dry
>> 1 garrafa de Cointreau
>> 1 garrafa de tequila Patron Silver
>> 1 garrafa de Johnny Walker Red Label
>> 1 garrafa de licor cítrico Triple Sec
>> 1 garrafa de vodka Grey Goose
>> 1 garrafa de Gin
>> 2 garrafas de vinho tinto (Margaux)
>> 2 garrafas de vinho branco (Burdeos)
>> Chá e café
>> 1 chaleira
>> 1 coador
>> 1 litro de leite de soja
>> Mel orgânico
>> Gengibre francês e limões frescos
>> 1 garrafa de água sem gás
>> 12 garrafas de água Fiji
>> Frutas orgânicas
>> Seleção de frutas secas orgânicas
>> Flocos de milho orgânico
>> Tablete de vitaminas, tipo Berocca
>> 4 bagels
>> 1 manteiga