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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Peter Frampton está participando das gravações do novo álbum de Ringo Starr



Em publicação do dia 31 de janeiro (terça-feira) no seu perfil oficial no Twitter, Ringo Starr divulgou uma foto dele ao lado de Peter Frampton. Na descrição, explicou que ambos estão trabalhando no seu novo álbum, que tem previsão de lançamento ainda para o ano de 2017.

“De volta ao estúdio com o grande Peter Frampton. Obrigado pelo ótimo dia, Paz e Amor", disse Ringo, que tem anunciado esse novo álbum desde o ano passado, quando afirmou que já possuía pelo menos oito músicas já prontas - duas delas em parceria com Steve Lukather, seu atual parceiro.

O novo álbum, ainda sem título divulgado, continuará a sequ~encia de lançamentos, após Choose Love (2005), Liverpool 8 (2008), Y Not (2010) Ringo 2012 (2012) e Postcards from Paradise (2015).

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Ringo Starr quer saber quem está por trás do documentário Peace & Love

Ringo Starr, através da sua assessoria de imprensa, informou que o documentário Peace & Love: The Life & Times of Ringo Starr não tem nenhuma ligação direta com seus empreendimentos artísticos. Portanto, trata-se de um trabalho não-oficial.

Na semana passada, um trailer muito bem produzido, anunciando o filme, foi postado no Youtube, através de um canal homônimo, criado especialmente para a divulgação. No entanto, apesar de linkar o site oficial do baterista (www.ringostarr.com), não havia lá no site nenhuma referência ao mesmo. Também nãio há nenhuma menção ao trabalho em sites especializados, provocando dúvidas sobre se o projeto é mesmo real ou apenas um trailer fake.


Por sinal, Ringo Starr é o tema de mais dois lançamentos, igualmente não-oficiais: o CD Ringo Starr Greatest Hits, disponível para venda no eBay e na Amazon, além do livro Ringo: With a Little Help, de Michael Seth Starr, uma biografia publicada em 2015.

Oficiais o não, esperamos que todos esses lançamentos ganhem edições nacionais, e sejam acompanhados de muitos outros, uma vez que Ringo Starr é o beatle menos prestigiado nesse tipo de lançamento, embora esteja trabalhando com força total, com sua All Starrs Band.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Vem aí um documentário sobre Ringo Starr! Veja o trailer


Agora sim! Finalmente vai ser lançado um documentário sobre o mais icônico, famoso, lindo, perfeito e amado baterista de todos os tempos! PEACE & LOVE - The Live & Times of Ringo Starr teve seu primeiro trailer oficial lançado hoje. Não foram anunciados detalhes, produtores ou diretores - nem mesmo uma data. Mas o trailer é belíssimo e animador. Depois de termos inúmeros documentários sobre os Beatles, além de John Lennon, Paul McCartney e George Harrison, nada mais justo que esse trabalho sobre Richard Starkey.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Barbara Bach, a esposa do Ringo Starr


No dia 27 de agosto de 1947, Barbara Goldbach nascia em um subúrbio de Nova York. Sua família descendia de várias origens européias (sua mãe era irlandesa, seu pai austríaco e sua avó romena). Em sua infância frequentou uma escola religiosa só para garotas em Long Island. Na idade de 16 anos, Goldbach deixou a escola para se tornar modelo. Um ano mais tarde ela encurtou seu nome, passando a ser chamada somente "Bach". Nesta mesma época Barbara entrou para o time da Eileen Ford Agency. Ela chegou a fazer comerciais para uma companhia de cosméticos americana, e passou a representá-los na Europa.


Em 1965 Barbara assistiu ao famoso show dos Beatles no Shea Stadium, não por vontade própria, mas sim por que sua irmã mais nova era fanática pelo fabuloso quarteto. Barbara comentou: "Eu particularmente preferia Aretha Franklin e Ray Charles".

Aos 18 anos Bach se casou com o italiano Augusto Gregorini, que era um rico homem de negócios e produtor. Bach mudou-se então, com Augusto para a Itália, onde adotaria a língua e os costumes locais. "Ele era 10 anos mais velho que eu e sua família era fantástica... morar em outro país por 10 anos, falando a língua deles, foi quase que uma perda de identidade".

Eles tiveram uma filha chamada Francesca em 1969 e um filho, Gianni em 1973. Depois de alguns anos Gianni teve um sério problema de paralisia cerebral. Gregorini pagou por uma cirurgia de correção (feita nos Estados Unidos), que na época era muito, muito cara.

Foi na Itália que Barbara começou a fazer suas aparições televisivas. "Na Itália as pessoas me perguntavam quando eu iria estrear na TV. Uma dessas coisas que eles dizem que irá acontecer e acabou acontecendo. Franco Rossi, um diretor italiano me viu fazendo comerciais nas ruas e me perguntou se eu gostaria de participar de uma de suas obras, Odissey". Barbara treinou um pouco e se deu muito bem, pois tinha facilidade de aprender. Seu primeiro papel foi num filme italiano "categoria B", mas logo iria começar a fazer papéis mais importantes em filmes mais importantes como The jaguar Lives e The Volcanic Island. "Eu nunca me considerei dona um beleza estonteante, e nem queria ser uma sex symbol. Eu participei de vários filmes e na maioria deles eu encenava mulheres sexys e atraentes, mas não era isso que eu queria".

Barbara não concordava com a situação das mulheres na Itália. "Na Itália não existiam divórcios e abortos. Elas (italianas) tinham idéias revolucionárias, mas nunca ganhavam e nunca eram ouvidas. Eu nunca votei na Itália, mas acredito que comparecendo nas campanhas ajudei as mulheres italianas".

Em 1975 Barbara se separou de Augusto e voltou para a América. E trabalhou em filmes pequenos e sátiras, como Mad Magazine presents Up the Academy, The Island of The Fish Man, The Humanoid e The Unseen, onde ela acabou encontrando seu novo amor - o cinematógrafo Roberto Quezada. Barbara também fez uma ponta em Charlie's Angels, mas infelizmente seu "look" era muito europeu e sofisticado para a série.

Dois anos após ter se mudado para a América, Bach foi convidada para mais um desses filmes onde interpretaria a mulher "sexy e atraente". Isso devido a suas bochechas altas e sotaque diferente. E assim se tornou uma "Bond Girl" no décimo filme de James Bond, O espião que me amava. Com isso, ganhou uma edição na famosa revista Playboy. "Eu queria fazer coisas das quais eu ficasse orgulhosa. E trabalhar com gente que eu admirava. Neste tipo de profissão você acaba ficando ambicioso".

Em 1978 Barbara conseguiu o que tanto queria: protagonizou uma mulher batalhadora no filme Force Ten From Navarone. "Este foi uma verdadeira personagem, Marizza (sua personagem) usava uniforme e pouca maquiagem". No final dos anos 70 Bach foi convidada para o filme Caveman. Quando Bach descobriu quem iria ser a protagonista, sua reação foi: "Ai, meu Deus... Vamos ter problemas". Ao chegar em LA, Barbara conheceu todo o elenco e Ringo imediatamente se apaixonou por ela.

Mas a vida amorosa de Ringo estava meio complicada, noivo da agente de publicidade americana Nancy Andrews e ao mesmo tempo se reconciliando e com planos para uma possível volta com sua primeira esposa. Foi numa festa com todo o elenco que ficou óbvio que Barbara também estava se apaixonando por Ringo.

No filme Ringo teria que seduzir a donzela Barbara. Mas a sedução não ficava só nas filmagens, e logo todo mundo percebeu que aquilo era amor real. "Eu nunca fui uma fã dos Beatles, o que facilitou o meu entrosamento com o Richard, pois eu o tratava como uma pessoa comum. Contudo eu fui tocada pelo seu coração e sua generosidade. Ele é muito paciente e compreensivo. Deixe me dar um exemplo: o Richard não consegue nadar, porém em uma cena ele teria que pular no mar e me salvar. Ao invés de usar um dublê, ele pulou passando direto por mim. No final das contas eu tive que carregá-lo e salvá-lo".

Foi em uma visita à casa do Sr. Starkey que Barbara percebeu que estava apaixonada. "Quando ele (Ringo) me convidou para assistir ao Grand Prix de Mônaco em sua casa em Monte Carlo, eu acabei me dando conta de que estava apaixonada. Foi tudo tão natural". Numa noite de maio, Ringo estava dirigindo sua Mercedes, quando de repente um caminhão surgiu em sua frente e com a pista escorregadia. Ringo escorregou da pista batendo com o carro em dois grandes postes. Barbara feriu-se bastante e Ringo ignorou o grande machucado em uma de suas pernas para literalmente "salvar sua donzela" e colocá-la para fora do carro. Naquela mesma noite Ringo decidiu que não iria mais se separar de Barbara. Depois de três semanas Bach contou ao seu pai que iria se casar com Ringo.

Quando o casal feliz estava de férias nas Bahamas, Francesca (filha de Barbara) ligou para eles para dar a triste noticia sobre a morte de John. Quando o casal foi dar seus "sentimentos" para a viuva Yoko Ono, a mesma se negou a falar com Barbara, chamando-a de desconhecida. Nesta hora Ringo, explicou à mesma que agora eles eram uma só pessoa assim como ela era com John. Ela (Barbara) não mediu esforços para deixar claro que nunca foi fã dos Beatles: "Eu não conseguia dizer o nome de cinco canções dos Beatles, eu nunca fui muito chegada em música, embora hoje seja. Estou rodeada pela musica dos Beatles. O richard vive tocando-as e agora ele está trabalhando num novo álbum". Ringo começou a produzir mais, pois agora ele tinha sua musa. "Às vezes ela me chuta pra fora de casa e me faz ir ao estúdio gravar minhas canções"

No dia 27 de abril de 1981 Barbara se tornou a segunda Sra. Starkey. A cerimônia foi feita no mesmo cartório onde Paul se casou com Linda. A roupa do casal foi criada por David e Elizabeth Emmanuel (que também criaram o vestido da princesa Diana). O bolo era no formato de uma estrela. Daquele dia em diante eles decidiram não se separar mais, e todos os projetos tinham de ser juntos um do outro. Às vezes era difícil achar produtores que oferecessem tamanha exigência. Give my regards to Broad Street, de Paul McCartney e Princess Daisy foram alguns poucos deles. Em 1988 um grande problema surgiu na vida do casal simpático. Um amigo intimo conta o que ocorreu: "O maior problema deles era o álcool. Eles bebiam muito, todos os dias, por um período de dois anos. Ringo e Barbara também eram viciados em cocaína. Cheiravam uma grama de coca por dia. Ringo também fumava marijuana e usava anfetaminas, gostava do "cogumelo maluco" etc. Ringo comentou que desde que se casou, tudo que eles faziam era se trancar num quarto e usar drogas. Barbara revelou que esta era a prioridade número um deles. Mais importante que a família, carreira e até mais importante do que eles mesmos. Mas depois de um certo tempo perceberam que estavam precisando de ajuda, ou morreriam".

Ringo chegou num ponto que acordava de seus blackouts sem a menor consciência do que havia feito antes de apagar. "Um dia eu acordei e vi a Barbara caída ali no chão, coberta em sangue. Depois eu descobri que quem causou aquilo tinha sido eu. Eu fui o violento que bati nela".

Em outubro de 1988 o casal resolveu ir para a clínica de reabilitação Sierra Tucson. E pediram para serem tratados no mesmo quarto. Isso na época era algo quase impossível, até mesmo por questões de sigilo médico. Seu pedido acabou sendo ouvido. O casal não fuma nem bebe desde então. Barbara comentou certa vez que desde seu problema com as drogas, nenhum trabalho lhe foi oferecido. E acrescentou: "Estou feliz em ser dona de casa e participar dos projetos do Ringo. Pra ser franca, acho que não conseguiria trabalhar mais que 8 horas, pois aprendi a amar o fato de estar somente com a minha família".

Barbara, assim como Patti Boyd, deixou a carreira de modelo pra trás, e hoje ajuda em projetos e campanhas de caridade, como Live Aid, Fashion Aid e Anjo Romeno. Enquanto outras pessoas se acomodam pensando apenas no dinheiro que entra para suas contas bancárias, Barbara checa se cada centavo doado esta indo para as instituições. "Em um orfanato que eu visitei eles usaram o dinheiro da campanha para pintar as paredes com o alfabeto e para a construção de vasos sanitários e pias nos banheiros".

Em 1991 Barbara, junto a Olivia Harrison, patrocinaram a campanha Parents for safe food e formou seu próprio centro de reabilitação para dependentes das drogas chamado Sharp (Self Help Addiction Recovery Program) em Londres. Barbara também recebeu um diploma prêmio em psicologia pela UCLA em 1993. Até os dias de hoje, em qualquer lugar onde o Ringo Starr esteja, sozinho e com sua All Starr Band (até mesmo em países distantes, como o Brasil), lá está a Barbara Bach, ao lado do seu beatle favorito.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Músicas com "BEATLES" no título


O jornalista português Luis Pinheiro de Almeida teve um trabalho "do caraças", mas produziu uma curiosa lista de músicas que citam nos seus títulos o nome da maior banda de rock de todos os tempo, bem como algumas variações. Você conhece alguma que não está nessa relação? Passe um e-mail para jc@thebeatles.com.br e ajude-nos a completar essa lista!


BEATLES

We Love The Beatles - Vernon Girls/Carefrees/Pebbles
Letter To The Beatles - Four Preps/Picasso Trio
Nur Keine Beatles Frisur - Gerd Bottcher
Beatles - Alan Gordon The Extragordonary Banda
Pop Hates The Beatles - Allan Sherman
Introducing The Beatles To Monkey Land - Del Randle
I'm Better Than The Beatles - Brad Bernich
Something About The Beatles - Stackridge
Beatles Memory - Philippe Chatel/Polad Bol-Bool Ogly
The Beatles Thing - Moran
Chasing The Beatles - Hindu Rodeo
The Beatles - Gary Burton Quartet
The Beatles Revival Song - Beatles Revival Band
The Beatles Pledge Of Allegiance - David Peel and the Apple Band
We Wew Listen To The Beatles - Karnaval
Addressing To The Photo Of The Beatles - Scret
The Beatles Barber - Scott Douglas
Welcome Beatles - Lil' Sally and the Venturas
Saga Of The Beatles - Johnny and the Hurricanes
Beatles - Los Modulos/Daniel johnston
Bring Back The Beatles - David Peel
The Beatles - Peggy March/Donne Lynn
The Beatles Got To Go - Keith & Ken
Wie Die Beatles Tragt Mein Bobby Seine Haare - Nichi & Nero
El Blue De Los Beatles - Santo & Johnny
Beatles Hymn - Pat & Tina Starr
Roll Over Beatles - Peter belli
I Dreamed I Was A Beatle - Runaway Kellum
Yoko Killed The Beatles - Juvenocrazy
Get Back Beatles - Gerard Kenny
The Beatles Song - Japanese Beatles
Bring Back My Beatles (To Me) - Bonnie Brooks
Beatles Please Come Back - Grig Parker
Beatles - Karel Gott/Forbes
I Want The Beatles For Christmas - Jackie & Jill
Beatles/Best Ex-Beatles - Charlie
El Stomp De Los Beatles - Santo & Johnnhy
Come Back Beatles - Lipstick
Christmas With The Beatles - Judy and the Duets
Beatles Song - Sense Field
Beatles, Rolling Stones e Bob Dylan - Elio e la storie Tese
The Beatles March (A Funeral Dirge) - Eddie Addison
Turn On The Beatles Loud! - Deti
We Love You, Beatles - Sweet Sixteen
Beatlesque - Richard Orange
The Beatles Are Coming! - Joycee Germain
The Beatles Move - Manchesters
The Beatles Is Back - Lenore King
Ban The Beatles - Matt McGuinn
Bigger Than The Beatles - Joe Diffie
Je Beatles En De Buren - Alda
About The Beatles - Slovesnik
Beatles, You Bug Me - Bug Men
C'Era Un Ragazzo Che Come Me Amava i Beatles e I Rolling Stones - Gianni Morandi
Nosso abraço Aos Beatles e aos Rolling Stones - Incríveis
Chiedi Chi Erano I Beatles - Lucio Dalla e Gianni Morandi
História dos Beatles - Ministars
Beatles And Stones - House Of Love
Era Um Garoto Que, Como Eu, Amava Os Beatles e Os Rolling Stones - Engenheiros/Incríveis
Ode To The Beatles - Quarteto 1111
The Beatles Tune (Tomorrow Never Knows) - David Lee Roth
The Beatles - Edwyn Collins
Beatles Forever - Electric Ligh Orchestra
When The Beatles Hit America - John Wesley Harding
Jesus And The Beatles - William Pears
Beatles Reunion Blues - Mike Scott
Saudade dos Beatles - Zezé di Carmargo & Luciano
My Ladybug Stay Away From The Beatles - Dean taylor

"BEATLE" (singular)

Quiero Ser Beatle - Andres Pajares
Apple Beatle Foursome - David Peel
Little Beatle Boy - Angels
Beatle Crazy - Bill Clifton
All I Want For Christmas Is A Beatle - Dora Bryan
I Ain't No Beatle - Gary/Sarders/Jack White
My Gurl's Been Bitten By The Beatle Song - Annie and the Orphans
Beatle Blues - Scramblers
Mein Beatle baby - Flamingo
Beatle Bones 'N' Smoking Stones - Captain Beefhart
I Want To Be A Beatle - Bobby Wilding/Gene Cornish
Bring Me A Beatle For Christmas - Cindy Mella
The Beatle Flying Saucer - Ed Solomon
We Wanna Marry A Beatle - Carol Connors
Through The Eyes Of A Beatle - Frost
I Dreamed I Was A Beatle - Murry Kellum
Beatle Maniacs - Ray Ruff
The Boy With The Beatle Haircut - Swans
Beatle Bouce - Bobby Comstock
A Beatle I Want To be - Sonny Curtis
A Beatle Meets A Ladybug - Paula Lemmont
Beatle Tribute - Billy Preston
Beatle Rap - Qworymen
My Boyfriend Got A Beatle Haircut - Donna Lynn
No Bed For Beatle John - Yoko Ono
Are You A Beatle Or A Rolling Stone? - Delaney and Bonnie
Discobeatlemania - DBM
Beatle Stomp - Bob Moline
Beatle Walk - Dave Hamilton
Beatle Fine - Murray The K
Ballad For A Beatle - Sonny Curtis
Beatle City - Don Woods

BEATLEMANIA

Beatlemania - Jack Nitzsche
Beatlemania - Newfast Automatic Daffodils
Beatlemania Blues - Roaches
Beatlemania - Erasmo Carlos

PAUL MCCARTNEY

Abrace Paul McCartney por Mim - Joyce
Johnny McCartney - Leno
I'm Old As Paul McCartney - Mike Berry
Paul McCartney - Tony Hazzard
Et Paul Chantait Yesterday - Michel Delpech
Saint Paul - Terry Kurpest
A Letter To Paul - Tracy Steel
Mr. Paul McCartney - Marianne Rosenberg
Paul McCartney Is Going To See Us - Deti
Hello, Paul! - Valery Yarushin
So Long, Paul - Werbley Finster (Jose Feliciano)
Ballad Of Paul - Mystery Tour
The Ballad Of James Paul McCartney - David Peel
Brother Paul - Billy Shears and the All-Americans

LINDA MCCARTNEY

Linda - Jan and Dean
Lovely Linda - Paul McCartney

JOHN LENNON

Requiem (In Memory Of John Lennon) - Avtograf
If Lennon Were Alive - Dr. Bajan & Brain Drain
To Mr. Lennon - Ruja
Life Is Real (Song For Lennon) - Queen
John Lennon Is Watching Me & You - Back Pack
Keep John Lennon In America - David Peel
Wish We Had lennon - Libido Slaves
The Brain Of John lennon - Toxico
Rest In Peace, John Lennon - Juan Hernandez
Who Killed John Lennon - Ellis Paul
John Lennon's Guitar - Barclay james Harvest
John Lennon - Hamell On Trial
Tell Me, My Friend (In Memory Of John Lennon) - Mashina Vremeni
The Immigrant (Dedicated To John Lennon) - Neil Sedaka
John Lennon Is Tired - Blue Whale
John Winston (Lennon) - Quarrymen
I Just Shot John Lennon - Cranberries
Las Gafas de Lennon - Pedro Guerra
Comentário a Respeito de John - Belchior
Como Queria John Lennon - Banda Black Rio
Eu Queria Ser John Lennon - Odair José
Pra John - Tunai
Pro John - Ney Matogrosso
Brother John - Rosa Maria

YOKO

Dear Yoko - John Lennon
Yoko - Tony Hatch
Oh Yoko - John Lennon
Yoko Killed The Beatles - Juvenocracy
Be My Yoko Ono - Barenaked Ladies
I Won't Be Your Yoko Ono - Dar Williams
Naquela Noite com Yoko - Simone
Yoko Ono - Rita Lee

RINGO STARR

You Can't Go Far Without A Guitar (Unless You're Ringo Starr) - Neil Sheppard
Ringo Ringo Little Star - Al Fisher and Lou Marks
Ringo Bells - Three Blond Mice
Like Ringo - Dick Lord
Ringo Comes To Town - Chug and Doug
Ringo's Beat - Ella Fitzgerald
What's Wrong With Ringo - Bom Bons
Ringo For President - Rolf Harris/Young World Singers
Santa Bring Me Ringo - Christine Hunter
Go Go With Ringo - Whippets
Ringo Ringo - Darlene Terri
Ringo Is God Is Acid - Steve Dirkx
Twinkle Ywinkle Ringo Starr - James Kochalka Superstar
(Thought I Feel Like) Ringo Starr - Badger
Treat Him Tender Maureen (Now That Ringo Belongs To You) - Angie and the Chicklettes
My Friend Ringo - Young Frash Fellows
There's No More Ringo Starr - Harry Nilsson
Ringo - Weekends/Car and the Haircuts/Starlettes
Ringo Did It - Veronica Lee
A Tribute To Ringo Starr - Larry Finegan
Ringo Boy - Dorie Peyton
Ringo I Love You - Bonnie Jo Mason (Cher)/Stereo Total
Ringo's Theme - George Martin
Total Ringo - Happy Mondays
R (Is For Ringo) - Tina Ferrer
My Ringo - Rainbows
Ringo And The Boys - Comedian Slovene
Ringo-Deer - Garry Ferrier
Like Ringo - Dick Lord

GEORGE HARRISON

George Harrison - Udi Subudi
Preciso De Ti (No Dia da Morte de George Harrison) - Fernando Tordo

OUTROS

The Ballad Of John And Yoko - Beatles/Teenage Fan Club/Percy Faith/Love/ Hootie & the Blowfish/Persuasions/Dave Edmunds
Between John And Yoko - Easy
Julia - Beatles
Don't Worry Kyoko - Plastic Ono Band
John, Paul, George & Ringo - Bulldogs
Para Milton, Lennon e McCartney - Lula Barboza
Paul, George, John & Ringo (All The Way To The Bank) - Al Fisher and Lou Marks
The Beatles - John, Paul, George Und Ringo - Peggy March
John, George, Ringo & Paul - Liverpool Express
Para Lennon e McCartney - Simone/Milton Nascimento/Affonsinho/Friends From Rio/Elis Regina
Let John And Yoko Stay In The USA - Justice Department
In The Sky - John Lennon

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Ringo Starr - Ringo (1973)

Depois deste disco, Ringo passou a ser visto com outros olhos. Todos pensavam que com o fim dos Beatles, sua carreira musical também teria terminado. Enfim, Ringo chegou onde chegou porque não tinha que provar nada a ninguém, não tinha que salvar o mundo ou nossas almas, tinha apenas que ser ele mesmo e agir naturalmente.

RINGO STARR - The Beatles are Back!
Foi com esta chamada que a EMI detonou em 1973 a campanha mundial de promoção do novo álbum de Ringo, intitulado simplesmente Ringo. Apesar de ser apenas uma jogada de marketing, não deixa de ser uma meia-verdade, pois pela primeira vez desde a separação, os Beatles estavam reunidos novamente em um estúdio.

Em termos de lançamentos, 1973 foi um ano para nenhum Beatlemaníaco botar defeito. Em abril tivemos o lançamento dos álbuns The Beatles 1962/66 (vermelho) e The Beatles 1967/1970 (azul), que alcançaram respectivamente o 3° e o 1° lugar na parada da Billboard. Em maio Paul lança o Red Rose Speedway e em junho George lança o Living in the Material World. Ambos chegam facilmente ao 1° lugar. Quebrando a sequência de primeiros lugares, temos o Mind Games, de John, que lançado em novembro alcança apenas o 9° lugar. Ainda em novembro é lançado Ringo e em dezembro, fechando o ano, Paul ataca com o Band on The Run. Ambos chegam ao 1° lugar.

Com uma pequena ajuda de seus amigos, Ringo faria aquele que seria considerado por ele seu primeiro álbum solo, seu primeiro trabalho realmente Rock'n'roll. Sentimental Journey (março/70), segundo o próprio, é apenas uma viagem sentimental, onde ele canta velhos sucessos de sua adolescência, e Beaucoups of Blues (setembro/70) é um desfile de canções country, que todos sabem ser uma velha paixão de nosso querido Ritchie. Neste disco ele não toca sequer a bateria, se limita apenas a cantar.

Pelo seu caráter afetuoso e despretensioso, Ringo sempre foi o único capaz de reunir John, Paul e George em um único projeto. Já havia tocado antes nos álbuns Plastic Ono Band, All Things Must Pass, Concert for Bangladesh e Living in the Material World. Sabendo que Ringo, John e George estavam em Los Angeles gravando uma nova composição de John, chamada "I'm The Greatest", que seria incluída no novo álbum do amigo baterista, Paul não quis ficar de fora e, juntamente com Linda, tomou um avião rumo a LA, levando no bolso uma canção intitulada "Six O'Clock", considerada sua melhor balada desde "The Long and Winding Road".

Em "I'm the Greatest" John recupera não só sua magia como também seu bom humor. Na época ele disse que se Cassius Clay ou ele próprio declarassem que eram os maiores, seriam tachados de pretensiosos, portanto achou melhor doar a canção para Ringo, pois assim todos a interpretariam como ele queria, ou seja, uma brincadeira. O tempo parece ter cicatrizado algumas feridas, e um John Lennon orgulhoso do seu passado declara em um dos versos: "I was in the greatest show on earth, for what it was worth". A reunião dos três amigos em um mesmo estúdio suscita comentários sobre uma possível reunião dos Beatles, que infelizmente nunca aconteceu. Nesta canção Ringo ainda conta com a ajuda de Klaus Voormann e Billy Preston, que já havia tocado no antológico Let It Be.

"Have You Seen My Baby", canção do grande compositor americano Randy Newman, tem além das participações de Klaus Voormann (baixo) e Jim Keltner (bateria) a presença de Marc Bolan, guitarrista de uma das melhores bandas do início dos anos setenta, o T. Rex. Nesta canção ouvimos dois solos, um de piano e outro de guitarra. O efeito é simplesmente fantástico. Infelizmente só ouviremos novamente dois solos em uma mesma canção em "Down and Out", ótima composição de Ringo que é o lado B do single "Photograph".

George antes já havia ajudado Ringo a compor "Octopus'Garden", como ficou demonstrado no filme "Let It Be", e agora o ajudaria novamente na composição de "Photograph", onde contribuiu com uma bela melodia. O trabalho de parceria Starkey/Harrison não poderia ser melhor e o resultado não poderia ser outro: 1º lugar e dezesseis semanas no topo.

"Sunshine Life For Me", composta por George, narra a estória de um cara que prefere viver no campo com as árvores a se relacionar com pessoas. Não chega a ser um country, mas faz uso de alguns instrumentos tipicamente usados em neste tipo de música, como o banjo, bandolim e acordeon. Apesar de não ser uma das melhores coisas já compostas por George, não chega a comprometer o disco.

Com "You're Sixteen" temos mais um 1° lugar de nosso querido Ringo, que atônico com tanto sucesso parecia não acreditar, e modestamente creditava os dois primeiros lugares na dificílima parada americana a um golpe de sorte. Os arranjos ficaram a cargo de Paul, que também fez o solo de sax, imitando o som do instrumento com a boca. Temos ainda as participações de Harry Nilson nos backing vocals e Nicky Hopkins nos teclados. "You're Sixteen" permaneceu quatorze semanas nas paradas.

Com "Oh My My" surgiria a parceria Richard Starkey/Vini Poncia, que mais tarde escreveria vários sucessos. O arranjo da bateria lembra um pouco o que Ringo fez para "Get Back". Lançada como single atinge o 5º lugar, provocando uma verdadeira overdose de Ringo na programação das rádios. Depois de ouvir tantas canções do amigo, John, que até então não havia conseguindo nenhum 1º lugar, lhe enviou o seguinte telegrama: "Congratulations. How dare you? And please write me a hit song" (Parabéns! Como ousa? E por favor me escreva uma canção de sucesso).

Escrita exclusivamente por Ringo, "Step Lightly" reúne no mesmo estúdio uma nata de músicos do calibre de Steve Cropper (guitarra), Nicky Hopkins (piano), Tom Scott (clarinete) e Klaus Voormann (baixo). Apresenta ainda um solo de sapateado de Ringo.

Como já havia comentado antes, "Six O'Clock" é uma das melhores baladas já escritas por Paul. Letra, música, arranjos, tudo se encaixa maravilhosamente bem. Além de tocar piano, sintetizador e fazer junto com Linda os backing vocals, ele ainda fez os arranjos de cordas. Existe uma versão mais longa que foi oficialmente lançada como faixa bônus na edição em CD do álbum Goodnight Vienna.

"Devil Woman" é mais uma parceria da dupla Starkey/Poncia. É uma das melhores do disco, começa com uma bateria pesada e uma levada de guitarras. No meio temos um solo de Ringo. Há uma citação a "Sexy Sadie", mas não tem nada a ver com o Maharishi.

Encerrando o disco temos a belíssima "You and Me (Babe)" que é fruto de uma estranha parceria entre George e o antigo roadie dos Beatles, Mal Evans. Os agradecimentos de Ringo no final são comoventes, e quando ele cita George Harrison, John Lennon e Paul McCartney não dá para resistir.

Se não conseguiu reunir os Beatles totalmente, pelo menos na capa Ringo conseguiu esta façanha. Vemos lado a lado Paul & Linda, John & Yoko e George, além de todos os amigos que participaram do disco. A capa lembra muito a do Sgt. Pepper e todas as letras vêm acompanhadas de uma bela gravura pintada por Klaus Voormann, que retrata um pouco o que está escrito.

Na versão em CD temos três faixas bônus. A primeira delas, "It Don't Come Easy" foi composta pelo próprio Ringo com uma pequena ajuda de George. Lançada em abril de 1971 não só mostrou para os incrédulos que Ringo poderia ter uma vitoriosa carreira solo, como também conseguindo um disco de ouro, suplantou os singles "Another Day" (Paul), "Power To The People" (John) e "Bangla Desh" (George).

"Early 1970" , lado B de "It Don't Come Easy", tem uma forte influência de George. Apesar de ser uma canção creditada apenas a Ringo, certamente tem o dedo de George nela, como demonstra o solo de slide guitar. Finalmente temos "Down and Out" que como já comentei antes foi o lado B do single "Photograph". É uma canção fortíssima, e na minha opinião deveria ter sido lançada no próprio álbum Ringo, no lugar de "Sunshine Life For Me" ou "Step Lightly".

Por Francisco Lima Jr.

Ringo Starr grava música pela paz na Colômbia

O ex-Beatle Ringo Starr e o cantor colombiano Fonseca lançaram nesta sexta-feira (30) uma música para comemorar o acordo de paz na Colômbia chamada "Now the time has come" ("chegou o momento", em inglês). O músico colombiano compôs e cantou uma estrofe em espanhol para esta nova versão do tema, que Ringo Starr e o produtor Bruce Sugar criaram em parceria com a ONU para celebrar o processo de paz no país sul-americano e que está disponível de maneira gratuita em plataformas digitais. "Como músico é um orgulho, e como colombiano é um privilégio gigante ter Ringo Starr, que nos empresta sua voz e sua mensagem para contar ao mundo que a Colômbia está mudando, está entrando em um processo de paz e tem uma cara nova", disse à Fonseca à Agência Efe.

Para a música, cuja versão original foi lançada no dia 21 de setembro por causa da realização do Dia Internacional da Paz, o colombiano apostou em destacar na letra a necessidade de aproveitar a ocasião.
"Pelos que vêm, pelos que chegarão, por tantos anos sonhando com a paz, pelos milhões que se foram sem razão, por esta terra que merece algo melhor", compôs Fonseca.

A nova canção representa uma "mensagem de paz" para a Colômbia em um período de sua história tão "promissor". Tudo surgiu na quinta-feira, quando Fonseca recebeu um e-mail da equipe do músico inglês com a sugestão de parceria, embora para isso seria necessário compor e gravar sua contribuição no mesmo dia. Em pouco mais de sete horas, tudo estava pronto. Fonseca disse que, para ele, este tema "significa muito" devido ao significado e à importância e à influência que os Beatles têm e tiveram em sua música. "O primeiro disco que eu tive em minhas mãos foi 'Help', dos Beatles, e, para mim, 'Yesterday' foi uma das canções mais importantes da minha vida", explicou.

O colombiano disse que conseguiu escutar nesta sexta-feira o resultado final do trabalho, que também contou com a colaboração de Richard Page e Colin Hay, assim como jovens cantores com um grande número de seguidores nas redes sociais. "Ficou incrível, a verdade é que é um tema muito emocionante. É exatamente isso que necessitamos agora na Colômbia", disse Fonseca, recentemente indicado a três categorias do Grammy Latino.

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

13 razões para respeitar Ringo Starr

Ringo Starr, o mais sortudo “sem-talento” do mundo. Tudo o que ele tinha que fazer era sorrir e abanar a cabeça. E claro, manter o ritmo para três dos mais talentosos músicos e compositores deste século. Que outra impressão poderia alguém ter ao avaliar o papel que Ringo desempenhava no sucesso dos Beatles? Será que Ringo conseguia fazer a diferença? Ao ouvir o último lançamento dos Beatles, “The Beatles Anthology”, tem-se a oportunidade de ouvir tocar Pete Best e outros dois bateristas, em mais de 20 temas. Será que Ringo estava simplesmente no lugar certo, à hora certa? Os itens que se seguem poderão, eventualmente, ajudar a clarificar a situação.

Ringo foi o primeiro verdadeiro baterista rock a ser visto na TV. Todos os bateristas de Rock & Roll que se apresentavam com Elvis, Bill Haley, Little Richard, Fats Domino e Jerry Lee Lewis eram sobretudo bateristas de R&B (Rhythm & Blues) que tentavam fazer a transição de um estilo swing, próprio das décadas de 40 e 50, para um estilo mais pujante, associado a “I Want To Hold Your Hand”. Apresentavam-se de terno e gravata segurando as baquetas numa forma “tradicional” familiar a bateristas militares, de orquestras ligeiras e de jazz. Ringo mostrou ao mundo que era preciso força para por enfâse na palavra “rock” do estilo Rock & Roll. Assim, ele agarrou as suas baquetas como se fossem martelos construindo dessa forma uma das fundações primordiais da música rock.

Ringo alterou o modo como os bateristas seguravam as baquetas, tornando popular o modo “matched”. Quase todos os bateristas anteriores a Ringo seguravam as baquetas de uma forma “tradicional”, segurando a baqueta esquerda como se de um “pauzinho chinês” se tratasse. Essa forma “tradicional” foi fomentada pelos bateristas militares que, com o tambor a tiracolo, necessitavam segurar as baquetas de uma forma que lhes fosse permitido tocar. A forma implementada por Ringo altera por completo essa forma primitiva, equiparando mãos esquerda e direita.

Ringo iniciou uma tendência de colocar os bateristas em estrados elevados de forma a torná-los tão visíveis como os restantes músicos. Quando Ringo apareceu no Ed Sullivan Show, em 1964, ele captou de imediato a atenção de milhares de futuros bateristas ao apresentar-se acima dos outros três Beatles. Ao invés disso, o baterista de Elvis só via as costas dos seus companheiros.

Esses futuros bateristas tiveram também oportunidade de reparar que Ringo tocava numa bateria Ludwig, fato que os levou a correr para as lojas em busca deste tipo de instrumento, estabelecendo a Ludwig como um nome emblemático no panorama das baterias da época.

Ringo alterou o som da bateria nas gravações. Ao tempo de Rubber Soul (lançado em 6 de Dezembro de 1965) o som da bateria começou a tornar-se mais distinto. Contando com a preciosa colaboração dos engenheiros de som dos estúdios EMI em Abbey Road, Ringo popularizou um novo som da bateria afinando-a num tom mais baixo, abafando o som e fazendo com que soasse mais perto, através da colocação de microfones em cada peça.

Ringo tem um ritmo quase perfeito. Esse fato permitiu aos Beatles gravar uma música 50 ou 60 vezes e depois editá-la por composição das melhores partes, por forma a alcançar a melhor versão possível. Hoje em dia é usado um metrônomo eletrônico para esse mesmo propósito, mas naquela época os Beatles tiveram que depender de Ringo para manter a consistência da batida através de dezenas de takes. Se ele não possuísse este dom as, gravações dos Beatles soariam, por certo, de forma diametralmente diferente.

O feeling de Ringo pela batida serviu de norma tanto para produtores como para bateristas. É relaxado mas nunca desleixado. Sólido mas, ainda assim, sempre solto. E sim, existe uma grande dose de bom gosto musical nas suas decisões do que e quando tocar. Na maior parte das sessões de gravação a atuação do baterista funciona como barômetro do resto dos músicos. A direção artística, dinâmica e emoções são filtradas através do baterista. Se o baterista não se sente bem a atuação dos restantes músicos está condicionada à partida. Os Beatles nunca, ou raramente, tiveram esse problema com Ringo.

Ringo detestava solos de bateria, o que deverá fazer com que ganhe pontos junto de algumas pessoas. Apenas fez um solo com os Beatles. Esse solo aconteceu durante o tema “The End” no lado B de “Abbey Road”. Alguns podem dizer que esse solo não é grande mostra de virtuosismo técnico, no entanto estarão pelo menos parcialmente incorretos. Quem quiser pode colocar um metrônomo, configurado para marcar 126 batidas por minuto, lado a lado com o solo de Ringo e verão que os dois permanecerão exatamente juntos.

A capacidade de Ringo para tocar em compassos invulgares empurrou a escrita de temas musicais para áreas nunca antes alcançadas. Dois exemplos disso são “All You Need Is Love” em 7/4 e “Here Comes The Sun” com passagens repetidas em 11/8, 4/4 e 7/8, no coro.

A habilidade de Ringo para tocar os mais variados estilos musicais como swing (“When I’m Sixty-Four”), baladas (“Something”), R&B (“Leave My Kitten All Alone” e “Taxman”) e country (quase todo o álbum Rubber Soul) ajudou os Beatles a enveredar por diferentes direções musicais sem esforço maior. A sua experiência anterior aos Beatles, como músico de nightclubs serviu-o bem.

A ideia de que Ringo era um sortudo no lugar certo é completamente errada. De fato, quando o produtor George Martin se mostrou descontente com a atuação do baterista original, Pete Best, Paul, John e George decidiram contratar aquele que eles consideravam o melhor baterista de Liverpool – Ringo Starr. A sua personalidade foi um bônus.

Os rumores de que Ringo não tocou em muitos dos temas do Beatles por não ser suficientemente bom é também radicalmente falsa. De fato, ele tocou em quase todos os temas dos Beatles que incluem bateria à exceção dos seguintes: “Back In The USSR” e “Dear Prudence”, em que Paul toca bateria pelo afastamento temporário de Ringo, por problemas de saúde. “The Ballad Of John And Yoko”, com Paul mais uma vez na bateria, porque Ringo estava a gravar um filme. E também na versão de 1962 de “Love Me Do” que contou com o baterista Andy White.

Quando os Beatles se separaram e tentavam cada um por si afirmar-se a solo, John Lennon escolheu Ringo para tocar bateria no seu primeiro disco. Tal como John disse um dia, “If I get a thing going Ringo knows where to go, just like that”. Um grande compositor não pode desejar mais de um baterista. Exceto talvez que sorria e abane a cabeça.


sábado, 24 de setembro de 2016

As músicas que Ringo Starr não cantou

A personalidade e o humor de Ringo Starr fizeram com que o baterista desse o toque final ao carisma dos Beatles como um conjunto. Além disso, o vocal de Ringo, também dotado de um carisma peculiar, era importante para complementar os álbuns e shows da banda. Sua simpatia transparece em faixas em que ele foi o vocalista como Yellow Submarine e With a Little Help From My Friends, entre outras.

Em sua carreira solo, Starr contou diversas vezes com composições que John Lennon, Paul McCartney e George Harrison criaram especialmente para o baterista cantor. Entretanto, nem todas as canções surgidas originalmente para Ringo foram cantadas por ele. E nem todo o espaço destinado a ele foi preenchido.

LITTLE CHILD
Composta por John com ajuda de Paul em 1963 inspirada em canções da Motown. Inicialmente, eles pensaram em dar esta para Ringo cantar. "Little Child era outro esforço de Paul e meu para escrevermos algo para alguém, provavelmente Ringo", disse John em entrevista a David Sheff em 1980. Paul também lembrou a música na biografia Many Years From Now (Barry Miles). "Little Child foi um bom trabalho", diz Paul. "Certas canções eram inspiradas e seguíamos com elas. Certas canções eram tipo: Ok, vamos lá. Temos duas horas. Música para Ringo". Porém, John e Paul decidiram cantar Little Child em dueto. Provavelmente já haviam optado por I Wanna Be your Man como sendo a faixa que Ringo cantaria no álbum With The Beatles e nos shows.

I DON'T WANT TO SPOIL THE PARTY

John escreveu esta música durante a primeira turnê americana dos Beatles, em agosto de 1964. Surgiu inicialmente como um número de country & western para Ringo cantar. Porém, John não abriu mão de gravá-la com seu próprio vocal. "Era uma canção muito pessoal", afirmou John em 1980. Outra possibilidade é que a canção exigia vocais com notas altas. "Tinham que ser bastante simples", explica Paul na biografia Many Years From Now. "Ringo não tinha um grande alcance vocal. Ele podia lidar com bom espírito se fosse uma canção simples e simpática". Assim, como o álbum Beatles For Sale seria composto também de covers, Ringo optou por cantar Honey Don't, de Carl Perkins.

Álbum "A HARD DAY'S NIGHT
"
Nos sete primeiros discos dos Beatles (De Please Please Me a Revolver) havia o consenso de que cada um seria composto de 14 faixas. Mas o terceiro álbum, A Hard Day's Night, é uma exceção. Ringo teve que se ausentar da banda para operar as amígdalas. No dia 3 de junho de 1964, a sessão que estava destinada à gravação da 14ª faixa do disco, provavelmente com Ringo nos vocais, teve que ser usada para um ensaio com Jimmie Nicol, que assumiria a bateria da banda em shows pela Holanda, Hong Kong e Austrália, até a recuperação de Ringo. Assim, o álbum ficou com 13 faixas. Acredita-se que I'll Cry Instead seja outra que, em algum momento, foi considerada como a canção para Ringo cantar. Dois dias antes do ensaio com Nicol, os Beatles gravaram Matchbox, de Carl Perkins, com Ringo nos vocais. Entretanto, estava decidido, por insistência de John, que o álbum teria apenas composições dos Beatles. Matchbox foi lançada em um EP com Long Tall Sally, I Call Your Name e Slow Down.

Compactos Simples
É notável a ausência de Ringo como vocalista nos compactos da banda. Este formato ainda era considerado essencial na época. Tanto que os Beatles tinham por costume não incluir os compactos nos álbuns, até mesmo devido a quantidade de composições de Lennon e McCartney. De modo que já havia disputa o suficiente entre a dupla pelo lado A, que seria o trabalhado nas rádios. George Harrison também teve dificuldades em obter espaço nos compactos. Sua primeira inclusão foi The Inner Light (1968), seguida de Old Brown Shoe (1969), ambas lançadas como lado B. Por fim, a rendição final: Something foi o primeiro lado A de Harrison em um single, tendo Come Together no lado B (embora ambas façam parte do álbum Abbey Road, em ordem inversa). Para Ringo, o espaço era menor ainda nos discos. Sua única participação como vocalista principal em compactos foi a já citada Matchbox no EP de 1964.

IF YOU'VE GOT TROUBLE (uma exceção)
John e Paul compuseram esta especialmente para Ringo. E, de fato, foi registrada na voz de Starr. Gravada na mesma sessão de You've Got to Hide your Love Away e Tell Me What You See, os Beatles logo se mostraram insatisfeitos com a base gravada em apenas um take. É possível que o próprio Ringo não estivesse muito entusiasmado com a letra, que também não era das preferidas de John e Paul. Aparentemente, a relutância em seguir adiante com a faixa era geral. "É a música mais estranha. Nem mesmo tenho lembrança da gravação", disse George Harrison na época da série Anthology reforçando que a letra não era boa. "Não me admira o fato de a música não ter chegado a lugar nenhum", afirmou. Alguns acreditam que o desapontamento de Ringo com a canção é perceptível quando, antes do solo de guitarra, ele diz "rock on, anybody", algo como "manda ver, qualquer um de vocês". Então, os Beatles desistiram de If You've Got Trouble, e Ringo sugeriu cantar Act Naturally, gravada originalmente por Buck Owens. A faixa descartada com Ringo nos vocais sequer foi oferecida a outro cantor ou banda, mas a gravação apareceria frequentemente em discos piratas (bootlegs) nas décadas seguintes, até ser lançada oficialmente em Anthology (1995/ 1996).

Álbum "MAGICAL MYSTERY TOUR"
Originalmente, a trilha sonora do filme Magical Mystery Tour foi lançada na Inglaterra em um pacote com dois compactos, somando as seis faixas de John, Paul e George. Nos Estados Unidos, a Capitol Records resolveu preencher um disco completando com os compactos lançados pelos Beatles em 1967. Somente em 1976, adotou-se mundialmente Magical Mystery Tour como um álbum, a exemplo do americano, e, desta forma, está consolidado nos dias atuais em CD. Das 11 faixas incluídas, nenhuma é cantada por Ringo Starr. Além da bateria e de instrumentos percussivos, a única contribuição vocal de Ringo, neste caso, é sua participação na vocalização de Flying, junto aos demais companheiros de banda. Ringo sempre teve fãs fiéis e se destacava nos filmes do grupo. Mas, curiosamente, não lhe reservavam uma canção para cantar nos filmes. Isso foi corrigido, de certa forma, apenas em 1968, quando o quarto longa metragem dos Beatles, o desenho animado psicodélico Yellow Submarine foi tematizado a partir da faixa homônima cantada por Ringo.

Álbum "LET IT BE"
Ringo Starr havia, finalmente, incluido uma composição inteiramente sua na discografia dos Beatles. Don't Pass Me By existia desde 1963. Mas, somente em 1968, a banda trabalhou na canção de Ringo no longo e duplo White Album (que também inclui Good Night, composta por John e cantada por Ringo). Animado com a perspectiva de incluir canções de sua autoria nos discos seguintes, em janeiro de 1969, durante as sessões que geraram o álbum e filme Let It Be, Ringo apresentou Octopus's Garden. No filme, que estreou nos cinemas em 1970, é possível ver Ringo cantando ao piano uma versão inicial da canção sobre o jardim dos polvos. Também vê-se George Harrison ajudando na composição dos acordes e até murmurando sugestões para a letra.

O clima geral das gravações de Let It Be (originalmente chamado Get Back) não foi dos melhores. Havia um desgaste na relação dos quatro Beatles. Yoko Ono ainda causava incômodo nas sessões. O Twickenham Studios tinha um ambiente desconfortável. George Harrison havia se tornado um compositor mais produtivo, porém ainda com espaço reduzido nos discos, a ponto de abandonar a banda nesse período. Quando George retornou e as gravações e filmagens foram transferidas para o estúdio da Apple, já era tarde. Apesar de bons momentos entre eles, e boas músicas, algo havia ficado para trás. Não houve nenhum tempo dedicado à Octopus's Garden no restante dos trabalhos para o disco/ filme. Let it Be se tornou um álbum apenas em maio de 1970 com faixas predominantes de John e Paul, duas de George e nenhuma com o vocal de Ringo. Mas Octopus's Garden seria gravada em abril e julho de 1969 para o álbum Abbey Road.

TAKING A TRIP TO CAROLINA
Esta foi outra composição que Ringo apresentou durante as gravações de Let It Be. Ainda em estágio inicial, é possível ouvir Ringo cantando um trecho ao piano mostrando aos demais Beatles, que não levaram a música a sério. Esta gravação encontra-se no CD bônus que acompanha o Let It Be.. Naked (2003). A canção jamais foi trabalhada. Inicialmente, não passava dos versos "Taking a trip on an ocean liner/ I'm gonna get to Carolina". Na coletânea intitulada "Ringo", do selo Discobertas, que traz artistas brasileiros interpretando músicas de Ringo Starr, a banda Fuzzcas faz uma versão de Taking a Trip to Carolina.

NOBODY TOLD ME
Partindo também para a carreira solo, Ringo eventualmente recebia colaborações de John, Paul e George durante a década de 70. Em 1980, John Lennon voltou a compor com mais intensidade para seu retorno ao mundo da música após cinco anos. Nobody Told Me é desta safra. Foi composta para integrar o álbum Stop and Smell the Roses que Ringo lançaria em 1981. Em pelo menos duas gravações demonstrativas de voz e violão, é possível ouvir John dizendo que se trata de uma canção "para Ringo, ex-integrante dos Beatles". Em outubro de 1980, John gravou a faixa com os músicos que o acompanharam em Double Fantasy. No início de dezembro daquele ano, John e Ringo se encontraram pela última vez. Após um jantar no hotel Plazza, em Nova Iorque, John entregou uma fita com a música para Ringo. John também prometeu participar da gravação no ano seguinte. Após o assassinato de Lennon dias depois, Ringo decidiu não incluir Nobody Told Me em seu disco. A versão de John foi lançada em 1983 no póstumo Milk and Honey.

ALL THOSE YEARS AGO (primeira versão)
Muita gente não sabe que este famoso tributo a Lennon, composto e lançado por George Harrison em 1981, já existia com outra letra. Em 1980, George escreveu a música original para o disco Stop and Smell the Roses, de Ringo. A faixa foi gravada no estúdio de Harrison em Friar Park entre os dias 19 e 25 de novembro de 1980, com George nas guitarras, sintetizador e backing vocals, Herbie Flowers no baixo, Al Kooper no piano elétrico, Ray Cooper no pandeiro e Ringo na bateria e nos vocais principais.

Starr teve um pouco de dificuldade com os vocais que, posteriormente, deveriam ser trabalhados novamente. Logo após o assassinato de John Lennon em 8/12/1980, George decidiu aproveitar a base da música já gravada alterando a letra para cantá-la como uma homenagem a John.

George pediu que Paul e Linda McCartney e Denny Laine acrescentassem backing vocals (o Wings ainda existia, teoricamente), de modo que a gravação contasse com os três Beatles sobreviventes. A música foi lançada em março de 1981 e se tornou um sucesso. A versão original com Ringo nos vocais permanece desconhecida.


As músicas que Ringo Starr também cantou

I CALL YOUR NAME
Ringo também emprestou sua voz para a releitura de algumas músicas dos Beatles. Em 1990, para marcar os 10 anos sem John Lennon, foi produzido o especial "Lennon, A Tribute" (exibido também no Brasil), onde artistas interpretavam canções de John. Surpreendentemente, Ringo escolheu I Call Your Name. A versão ficou boa na voz dele, que aparece cantando e tocando bateria acompanhado de Tom Petty e Jeff Lynne, que na época faziam parte do Travelling Wilburys. Nota: No mesmo tributo, Paul McCartney aparece tocando um medley com Love Me Do/ P.S. I Love you, que ele apresentou no Maracanã. George Harrison não participa.

LOVE ME DO
Em 1998, Ringo lançou um de seus melhores álbuns, Vertical Man. Neste, Ringo canta uma versão de Love Me Do, com uma notável interpretação de gaita feita por Steven Tyler, do Aerosmith. Esta música já foi motivo de trauma para Ringo que, ainda iniciante nos Beatles, foi impedido de tocar em uma das gravações da faixa em 1962 quando o produtor George Martin optou pelo baterista de estúdio Andy White, embora uma versão com Ringo na bateria também tivesse sido lançada. Em Vertical Man, ele não apenas tomou conta da bateria como assumiu os vocais.

CHRISTMAS TIME (IS HERE AGAIN)
Esta divertida canção de natal criada pelos Beatles em 1967 especialmente para os membros do fã-clube oficial na época, foi lançada comercialmente apenas em 1995 no CD single Free As A Bird, em uma versão editada. Em 1999, Ringo gravou um álbum com temas natalinos, chamado I Wanna Be Santa Claus. Entre músicas tradicionais e originais, ele incluiu sua própria versão de Christmas Time (Is Here Again). Um aceno ao passado glorioso dos Beatles revivido com fervor poucos anos antes em Anthology.

A partir de então, os álbuns de Ringo Starr trariam sempre uma referência explícita à diversas músicas dos Beatles, sejam citações nas letras ou riffs de guitarra, baixo e bateria espalhados em suas gravações até hoje. Mas, e se Ringo gravasse um CD com todas essas canções que foram inspiradas nele? Seria interessante.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Ringo Starr pode lançar novo álbum no começo de 2017


Entrevistado pela revista Billboard para divulgar os shows, o Beatle trouxe novidades – segundo ele, um novo álbum de inéditas pode ser lançado no começo do ano que vem. Ele contou que, nos últimos meses, vem gravando em seu estúdio caseiro em Los Angeles – e que já tem trechos de pelo menos oito novas músicas, algumas das quais ainda precisam de letras para acompanhar as melodias.

Duas foram co-escritas com Steve Lukather, guitarrista da All-Starr Band, e devem ser finalizadas durante a turnê. “Nós já temos as melodias; agora precisamos finalizar as letras”, confirmou Ringo. “Nós já temos as ideias. Temos os primeiros versos da maioria. Vamos terminar as canções enquanto ainda estivermos na estrada”.

Outra faixa é uma colaboração com o músico Dave Stewart, com quem Ringo planejava fazer um álbum country antes do início da turnê. “Nós temos algumas canções, mas vamos fazer o disco country outra hora. Há muito o que podemos fazer juntos”.

O próximo trabalho do baterista, sucessor de Postcards To Paradise, vai contar ainda com outros colaboradores, como Gary Burr, Gary Nicholson, Richard Marx, veterano da All-Starr Band, e Van Dyke Parks, que participou da maioria dos últimos álbuns de Ringo. Mas, por enquanto, o artista está satisfeito em simplesmente fazer a turnê com sua banda – que conta com o grupo que está junto há mais tempo desde que Ringo criou o nome, em 1989.

“Eu sinto que nós somos realmente uma banda”, afirma o músico. “Talvez meu nome esteja na frente, mas somos uma banda. Nós apoiamos um ao outro, conhecemos um ao outro, e nos divertimos muito juntos. Nós tocamos bem, as músicas estão ótimas e a audiência adora, mas nós também nos divertimos quando estamos no avião, no ônibus, na van. Toda vez que nós terminamos uma turnê e nosso agente diz ‘Bem, que tal fazermos de novo em outubro?’, e eu digo para a banda ‘Vocês querem ir em outubro?’, eles dizem ‘Sim!’ E isso é ótimo”.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Ringo Starr lança música comemorando o Dia Internacional da Paz



“Now The Time Has Come” é o título da música composta por Ringo Starr e Bruce Sugar em homenagem ao Dia Internacional da Paz, lançada nesta quarta-feira, 21 de setembro.

Ringo, na gravação de “Now The Time Has Come”, contou com as participações de Colin Hay, Richard Page, Billy Valentine, Christian Collins, Maddi Jane, Casey McPherson, James Maslow e Wesley Stromberg.

“Foi uma alegria fazer parte deste projeto. Trabalhei nesta gravação com paz e amor, disse Ringo, que postou o vídeo no seu Facebook oficial, sob os hashtags  #PeaceDay #HugForPeace #Peace&Love e #unitednations.

sábado, 17 de setembro de 2016

Todas as pessoas que participaram das gravações dos Beatles em ordem alfabética


Os Beatles realizaram gravações perfeitas, verdadeiras pérolas da cultura universal. Mas não trabalharam sozinhos: contaram com o auxílio de dezenas de músicos em suas gravações, sempre orientados pelo maestro George Martin e também por eles próprios.

Reunidos aqui uma lista alfabética todos que tocaram com eles nas músicas que foram lançadas nos seus álbuns. Os pioneiros (Stu Sutcliffe, Tony Sheridan, Pete Best etc), os indianos, os músicos de orquestras, amigos e parentes em participações especiais e, claro, George Martin. Curiosidade: não aparece na lista Jimmy Nicol, músico que substituiu Ringo em alguns shows (1964), mas não gravou com eles. Por outro lado, há uma pessoa nascida no Brasil... você deve imaginar quem é!

A

- Frederick Alexeer | (músico de estúdio) Violoncelo em "Martha My Dear"
- Peggie Allen | (músico de estúdio) Vocais em "I Am the Walrus"
- Jane Asher | (namorada de Paul McCartney) Vocais em "All You Need Is Love"
- Neil Aspinall | (gerente de turnês) Guiro em "Strawberry Fields Forever" e Vocais em "Yellow Submarine"

B

- Ted Barker | (músico de estúdio) Trombone em "Martha My Dear"
- Michael Barnes | (músico de estúdio) Tuba em "A Day in the Life"
- Ken Barrie | (músico de estúdio) Vocais em "Good Night"
- Peter Beavan | (músico de estúdio) Violoncelo em "Within You Without You"
- Anil Bhagwat | (músico de estúdio) Tabla em "Love You To"
- Lionel Bentley | (músico de estúdio) Violino em "A Day in the Life"
- Pete Best | (baterista original dos Beatles) Bateria em "Ain't She Sweet", "Bésame Mucho", "Cry for a Shadow", "Hello Little Girl", "Like Dreamers Do", "Love Me Do", "My Bonnie", "Searchin'", "The Sheik of Araby" e "Three Cool Cats", no Anthology 1.
- Leo Birnbaum | (músico de estúdio) Viola em "Hello, Goodbye" e "Martha My Dear"
- Greg Bowen | (músico de estúdio) Trompete em "Strawberry Fields Forever"
- Eric Bowie | (músico de estúdio) Violino em "All You Need Is Love", "Glass Onion" e "Piggies"
- Pattie Boyd | (esposa de George Harrison) Vocais em "All You Need Is Love", "Birthday" e "Yellow Submarine"
- D. Bradley | (músico de estúdio) Violino em "A Day in the Life"
- Alan Branscombe | (músico de estúdio) Saxofone em "Got to Get You into My Life"
- Lizzie Bravo | (cantora) Vocais em "Across the Universe"
- Jack Bremer | (músico de estúdio) Clarineta em "A Day in the Life"
- Sheila Bromberg | (músico de estúdio) Harpa em "She's Leaving Home"
- Raymond Brown | (músico de estúdio) Trombone em "A Day in the Life"
- James W. Buck | (músico de estúdio) Trompa em "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band"
- John Burden | (músico de estúdio) Trompa em "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band"
- Robert Burns | (músico de estúdio) Clarineta em "When I'm Sixty-Four"

C

- Leon Calvert | (músico de estúdio) Trompete e Friscorne em "Martha My Dear" e Trompete em "Penny Lane"
- Barrie Cameron | (músico de estúdio) Saxofone em "Good Morning Good Morning"
- Duncan Campbell | (músico de estúdio) Trompete em "Penny Lane"
- Ronald Chamberlain | (músico de estúdio) Saxofone em "Honey Pie"
- Hariprasad Chaurasia | (músico de estúdio) Shehnai em "The Inner Light"
- Jim Chester | (músico de estúdio) Saxofone em "Honey Pie"
- Alan Civil | (músico de estúdio) Trompa em "A Day in the Life" e "For No One"
- Eric Clapton | (guitarrista) Vocais em "All You Need Is Love" e Guitarra em "While My Guitar Gently Weeps"
- Frank Clarke | (músico de estúdio) Baixo Acústico em "Penny Lane"
- Freddy Clayton | (músico de estúdio) Trompete em "Penny Lane" e "Revolution 1"
- Peter Coe | (músico de estúdio) Saxofone em "Got to Get You into My Life"
- Les Condon | (músico de estúdio) Trompete em "Got to Get You into My Life"
- Roy Copestake | (músico de estúdio) Trompete em "Magical Mystery Tour"
- Bert Courtley | (músico de estúdio) Trompete e Friscorne em "Penny Lane"
- Keith Cummings | (músico de estúdio) Violoncelo em "Glass Onion" e "Piggies"

D

- F. Dachtler | (vocalista) Vocais em "I Am the Walrus"
- Alan Dalziel | (músico de estúdio) Violoncelo em "A Day in the Life" e "She's Leaving Home"
- Hunter Davies | (jornalista) Vocais em "All You Need Is Love"
- Bernard Davis | (músico de estúdio) Viola em "A Day in the Life"
- Henry Datyner | (músico de estúdio) Violino em "A Day in the Life", "Glass Onion" e "Piggies"
- June Day | (vocalista) Vocais em "I Am the Walrus"
- Rij Ram Desad | (músico de estúdio) Harmonium em "The Inner Light"
- Donovan | (cantor e compositor) Vocais em "Yellow Submarine"

E

- Gwynne Edwards | (músico de estúdio) Viola em "A Day in the Life"
- Jack Ellory | (músico de estúdio) Flauta em "The Fool on the Hill"
- Ralph Elman | (músico de estúdio) Violino em "I Am the Walrus" e "Within You Without You"
- Jack Emblow | (músico de estúdio) Acordeon em "All You Need Is Love"
- Geoff Emerick | (engenheiro de som) Vocais em "Yellow Submarine"
- Ken Essex | (músico de estúdio) Viola em "Hello, Goodbye" e "Yesterday"
- Mal Evans | (assistente dos Beatles) Harmonica em "Being for the Benefit of Mr. Kite"; Despertador e Piano em "A Day in the Life"; Palmas em "Dear Prudence" e "Birthday"; Trompete em "Helter Skelter", Bigorna em "Maxwell's Silver Hammer"; Sinos em "What's the New Mary Jane"; Pandeiro em "Strawberry Fields Forever"; Percussão e Vocais em "Yellow Submarine"; Som de Pá no Cascalho em "You Know My Name (Look Up the Number)"; e Órgão Hammond em "You Won't See Me".

F

- Marianne Faithfull | (cantora pop) Vocais em "All You Need Is Love" e "Yellow Submarine"
- Jack Fallon | (músico de estúdio) Violino em "Don't Pass Me By"
- N. Fawcett | (músico de estúdio) Fagote em "A Day in the Life"
- Tony Fisher | (músico de estúdio) Trompete em "Strawberry Fields Forever"
- Allen Ford | (músico de estúdio) Violoncelo em "Within You Without You"
- Eldon Fox | (músico de estúdio) Violoncelo em "Glass Onion", "I Am the Walrus" e "Piggies"
- J. Fraser | (vocalista) Vocais em "I Am the Walrus"
- Tristan Fry | (músico de estúdio) Percussão e Tímpano em "A Day in the Life"


G

- Francisco Gabarro | (músico de estúdio) Violoncelo em "A Day in the Life" e "Yesterday"
- Julien Gaillard | (músico de estúdio) Violino em "Within You Without You"
- Jose Luis Garcia | (músico de estúdio) Violino em "She's Leaving Home"
- Hans Geiger | (músico de estúdio) Violino em "A Day in the Life"
- Sharad Ghosh | (músico de estúdio) Shehnai em "The Inner Light"
- Tony Gilbert | (músico de estúdio) Violino em "Eleanor Rigby" e "Yesterday"
- Ross Gilmour | (vocalista) Vocais em "Good Night"
- David Glyde | (músico de estúdio) Saxofone em "Good Morning Good Morning"
- P. Goody | (músico de estúdio) Flauta em "Penny Lane"
- Allan Grant | (vocalista) Vocais em "I Am the Walrus"
- Jack Greene | (músico de estúdio) Violino em "I Am the Walrus" e "Within You Without You"
- D. Griffiths | (vocalista) Vocais em "I Am the Walrus"
- Erich Gruenberg | (músico de estúdio) Violino em "A Day in the Life", "She's Leaving Home" e "Within You Without You"

H

- Patrick Hailing | (músico de estúdio) Violino em "All You Need Is Love"
- John Hall | (músico de estúdio) Violoncelo em "Strawberry Fields Forever"
- Ian Hamer | (músico de estúdio) Trompete em "Got to Get You into My Life"
- George Harrison | Além de cantar e tocar guitarra e violão, Harrison também tocou Baixo, Órgão, Sintetizador Moog, Harmonium, Vibraphone, Harmonica, Sitar, Tambura, Violino, Percussão, bateu Palmas, estalou os Dedos, Maracas, Bateria Africana, Papel no Pente, Pandeiro, Ukulele e Harpa.
- Jurgen Hess | (músico de estúdio) Violino em "A Day in the Life" e "Eleanor Rigby"
- Alan Holmes | (músico de estúdio) Saxofone em "Good Morning Good Morning"
- Jack Holmes | (músico de estúdio) Violino em "All You Need Is Love"
- Don Honeywill | (músico de estúdio) Saxofone em "All You Need Is Love"
- Nicky Hopkins | (músico de estúdio) Teclado em "Revolution"
- Wendy Horan | (vocalista) Vocais em "I Am the Walrus"
- Elgary Howarth | (músico de estúdio) Trompete em "Magical Mystery Tour"
- Ronnie Hughes | (músico de estúdio) Trompete em "Martha My Dear"

J

- Derek Jacobs | (músico de estúdio) Violino em "She's Leaving Home"
- Bill Jackman | (músico de estúdio) Flauta, Vocais e Palmas em "Hey Jude" e Saxofone em "Lady Madonna"
- Harold Jackson | (músico de estúdio) Trompete em "A Day in the Life"
- Hanuman Jadev | (músico de estúdio) Shehnai em "The Inner Light"
- Mick Jagger | (cantor dos Rolling Stones) Vocais em "All You Need Is Love"
- John Jezzard | (músico de estúdio) Violino em "I Am the Walrus"
- Brian Jones | (guitarrista dos Rolling Stones) Vocais em "Yellow Submarine" e Saxofone em "You Know My Name (Look Up the Number)"
- Granville Jones | (músico de estúdio) Violino em "A Day in the Life"
- Norman Jones | (músico de estúdio) Violoncelo em "Eleanor Rigby" e "Strawberry Fields Forever"

K

- S. R. Kenkare | (músico de estúdio) Shehnai em "The Inner Light"
- Ashish Khan | (músico de estúdio) Sarod em "The Inner Light"
- Reginald Kilbey | (músico de estúdio) Violoncelo em "Glass Onion", "Martha My Dear", "Piggies" e "Within You Without You"
- Irene King | (vocalista) Vocais em "Good Night" e "I Am the Walrus"
- Sylvia King | (vocalista) Vocais em "I Am the Walrus"
- Harry Klein | (músico de estúdio) Saxofone em "Honey Pie" e "Lady Madonna"
- Bobby Kok | (músico de estúdio) Violoncelo, Vocais e Palmas "Hey Jude"
- Eddie Kramer | (engenheiro de som) Vibraphone em "Baby You're a Rich Man"

L

- Don Lang | (músico de estúdio) Trombone em "Revolution 1"
- Stephen Lansberry | (músico de estúdio) Violoncelo em "Glass Onion", "Martha My Dear", "Piggies" e "Within You Without You"
- John Lee | (músico de estúdio) Trombone em "Good Morning Good Morning"
- Gary Leeds | (cantor dos Walker Brothers) Vocais em "All You Need Is Love"
- John Lennon | Além de tocar guitarra e violão, Lennon também tocou instrumentos como piano, Órgão, Harpa, Harmonium, Mellotron, Moog, Craviola, Harmonica, Banjo, Ukulele, Baixo, Steel Guitar, Percussão, Maracas, Cowbell, Bongôs, Congas, Maracas, Palmas, Estalo nos Dedos, Pandeiro, Bateria, Papel no Pente e Saxofone.
- Norman Lenderman | (músico de estúdio) Violino em "Glass Onion" e "Piggies"
- Gordon Lewins | (músico de estúdio) Clarineta em "I Am the Walrus"
- Jackie Lomax | (guitarista e cantor) Palmas em "Dear Prudence"
- Roger Lord | oboist (músico de estúdio) Oboé em "A Day in the Life"
- Alan Loveday | (músico de estúdio) Violino em "Within You Without You"
- Fred Lucas | (vocalista) Vocais em "Good Night" e "I Am the Walrus"


M

- Cyril MacArthur | (músico de estúdio) Baixo Acústico em "A Day in the Life"
- Henry MacKenzie | (músico de estúdio) Clarineta em "When I'm Sixty-Four"
- Les Maddox | (músico de estúdio) Violino em "Martha My Dear"
- G. Mallen | (vocalista) Vocais em "I Am the Walrus"
- John Marson | (músico de estúdio) Harpa em "A Day in the Life"
- Bram Martin | (músico de estúdio) Violoncelo em "I Am the Walrus"
- George Martin | O produtor dos Beatles tocou Piano em "A Hard Day's Night", "All You Need Is Love", "Getting Better", "Good Day Sunshine", "In My Life", "Long Tall Sally", "Lovely Rita", "Misery", "Money (That's What I Want)", "No Reply", "Not a Second Time", "Rock e Roll Music", "Rocky Raccoon", "Slow Down", "What You're Doing", "You Like Me Too Much", "You Really Got a Hold on Me"; Celesta em "Baby It's You"; Órgão Hammond em "Across the Universe", "Got to Get You into My Life", "Maxwell's Silver Hammer" e "With a Little Help from My Friends"; Piano, harmonium, Órgão Lowrey e Glockenspiel em "Being for the Benefit of Mr. Kite"; Harmonium em "Cry Baby Cry", "A Day in the Life" e "The Word"; Harpsichord em "Because" e "Fixing a Hole"; Percussão em "Dig It" e Vocais em "Christmas Time (Is Here Again)" e "Yellow Submarine".
- David Mason | (músico de estúdio) Trompete em "All You Need Is Love", "A Day in the Life" e "Penny Lane"
- David McCallum | (músico de estúdio) Violino em "A Day in the Life"
- Dennis McConnell | (músico de estúdio) Violino em "Martha My Dear"
- erew McGee | (músico de estúdio) Violino em "I Am the Walrus"
- John McCartney | (primo de Paul McCartney') Palmas em "Dear Prudence"
- Linda McCartney | (esposa de Paul McCartney) Vocais em "Let It Be"
- Paul McCartney | Além de Baixo, Guitarra, Violão e Vocais, McCartney também tocou Piano e Piano Elétrico, Clavichord, Órgão, Mellotron, Harmonium, Percussão, Palmas, Estalos nos Dedos, Tímpano, Pandeiro, Claves, Bongôs, Congas, Cowbell, Guiro, Apito, Maracas e Bateria, Friscorne, Gravador, Papel no Pente, Trompete e Sintetizador.
- Mike McGear | (irmão de Paul McCartney) Vocais em "All You Need Is Love"
- G. Mallen | (vocalista) Vocais em "I Am the Walrus"
- John Meek | (músico de estúdio) Viola em "A Day in the Life"
- Bernard Miller | (músico de estúdio) Violino em "Martha My Dear"
- Morris Miller | (músico de estúdio) Trompa em "I Am the Walrus"
- Mahapurush Misra | (músico de estúdio) Tabla e Pakhavaj em "The Inner Light"
- Bill Monro | (músico de estúdio) Violino em "A Day in the Life"
- Monty Montgomery | (músico de estúdio) Trompete em "A Day in the Life"
- Keith Moon | (baterista do The Who) Vocais e Pratos em "All You Need Is Love"
- T. Moore | (músico de estúdio) Trombone em "A Day in the Life"
- Dick Morgan | (músico de estúdio) Oboé em "Penny Lane"
- Rex Morris | (músico de estúdio) Saxofone em "All You Need Is Love", "Honey Pie" e Trombone em "Revolution 1"
- Henry Myerscough | (músico de estúdio) Viola em "Martha My Dear"

N

- Graham Nash | (cantor do The Hollies) Vocais em "All You Need Is Love"
- Raymond Newman | (músico de estúdio) Clarineta em "Honey Pie"
- Alex Nifosi | (músico de estúdio) Violoncelo em "A Day in the Life"

O

- John O'Neill | (vocalista) Vocais em "I Am the Walrus"
- Yoko Ono | (esposa de John Lennon) Vocais em "Birthday", "The Continuing Story of Bungalow Bill" e "What's the New Mary Jane"

P

- Gordon Pearce | (músico de estúdio) Baixo Acústico em "A Day in the Life" e "She's Leaving Home"
- Gayleen Pease | (músico de estúdio) Vocais em "Across the Universe"
- J. Power | (músico de estúdio) Trombone em "Revolution 1"
- Bill Povey | (músico de estúdio) Saxofone em "Lady Madonna" e Trombone em "Revolution 1"
- Raymond Premru | (músico de estúdio) Trombone em "A Day in the Life"
- Billy Preston | (músico de estúdio) Piano em "Something", Piano Elétrico em "Dig a Pony", "Don't Let Me Down", "Get Back", "I've Got a Feeling", "The Long e Winding Road" e "One After 909" e Órgão Hammond em "Blue Suede Shoes", "Dig It", "I Want You (She's So Heavy)", "Let It Be", "Rip It Up" e "Shake, Rattle e Roll"

R

- Tony Reall | (músico de estúdio) Trompa em "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band"
- Mike Redway | (vocalista) Vocais em "Good Night" e "I Am the Walrus"
- Alf Reece | (músico de estúdio) Tuba em "Martha My Dear"
- Frank Reidy | (músico de estúdio) Clarineta em "When I'm Sixty-Four"
- Stanley Reynolds | (músico de estúdio) Trompete em "Martha My Dear"
- Jack Richards | (músico de estúdio) Violino em "I Am the Walrus"
- Keith Richards | (guitarrista dos Rolling Stones) Vocais em "All You Need Is Love"
- Stanley Roderick | (músico de estúdio) Trompete em "Strawberry Fields Forever"
- Lionel Ross | (músico de estúdio) Violoncelo em "I Am the Walrus"
- Jack Rothstein | (músico de estúdio) Violino em "I Am the Walrus" e "Within You Without You"

S

- Neil Seers | (músico de estúdio) Trompa em "A Day in the Life", "I Am the Walrus" e "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band"
- David Seeman | (músico de estúdio) Flauta em "A Day in the Life"
- Sidney Sax | (músico de estúdio) Violino em "All You Need Is Love", "A Day in the Life", "Eleanor Rigby", "Yesterday" e "I Am the Walrus"
- Paul Scherman | (músico de estúdio) Violino em "Within You Without You"
- Francie Schwartz | (namorada de Paul McCartney) Vocais em "Revolution 1"
- Ernest Scott | (músico de estúdio) Violino em "A Day in the Life"
- John Scott | (músico de estúdio) Flauta em "You've Got to Hide Your Love Away"
- Ronnie Scott | (músico de estúdio) Saxofone em "Lady Madonna"
- Clifford Seville | (músico de estúdio) Flauta em "A Day in the Life"
- John Sharpe | (músico de estúdio) Violino em "Eleanor Rigby"
- Stephen Shingles | (músico de estúdio) Viola em "Eleanor Rigby" e "She's Leaving Home"
- Derek Simpson | (músico de estúdio) Violoncelo em "Eleanor Rigby" e "Strawberry Fields Forever"
- David Smith | (músico de estúdio) Clarineta em "Honey Pie"
- J. Smith | (vocalista) Vocais em "I Am the Walrus"
- Lou Sofier | (músico de estúdio) Violino em "Martha My Dear"
- Harry Spain | (músico de estúdio) Trombone em "All You Need Is Love"
- Victor Spinetti | (ator) Vocais em "Christmas Time (Is Here Again)"
- Maureen Starkey | (esposa de Ringo Starr) Vocais em "The Continuing Story of Bungalow Bill"
- Ringo Starr | Além de tocar bateria e cantar, Starr também tocou Maracas, Palmas, Bongôs, Congas, Pandeiro, Cowbell, Sinos, Cimbals, Claves, Chocalhos, Tímpano, Piano, Órgão Hammond, Harmonica e Papel no Pente.
- Louis Stevens | (músico de estúdio) Violino em "I Am the Walrus"
- Val Stockwell | (vocalista) Vocais em "Good Night"
- Stuart Sutcliffe | (baixista original dos Beatles) Baixo em "Cayenne", "Hallelujah, I Love Her So" e "You'll Be Mine", do Anthology 1
- Ray Swinfield | (músico de estúdio) Flauta e Piccolo em "Penny Lane"

T

- Christopher Taylor | (músico de estúdio) Flauta em "The Fool on the Hill"
- Richard Taylor | (músico de estúdio) Flauta em "The Fool on the Hill"
- Chris Thomas | (engenheiro de som) Mellotron em "The Continuing Story of Bungalow Bill", Piano em "Long Long Long", Harpsichord em "Piggies" e Órgão em "Savoy Truffle"
- Ingrid Thomas | (vocalista) Vocais em "Good Night"
- Ronald Thomas | (músico de estúdio) Violino em "Glass Onion" e "Piggies"
- Eddie Thornton | (músico de estúdio) Trompete em "Got to Get You into My Life"
- Basil Tschaikov | (músico de estúdio) Clarineta em "A Day in the Life"
- Tony Tunstall | (músico de estúdio) Trompa em "I Am the Walrus" e "Martha My Dear"

U

- John Underwood | (músico de estúdio) Viola em "A Day in the Life", "Eleanor Rigby", "Glass Onion", "Piggies" e "She's Leaving Home"
- Jill Utting | (vocalista) Vocais em "I Am the Walrus"

V

- Dennis Vigay | (músico de estúdio) Violoncelo em "A Day in the Life" e "She's Leaving Home"

W

- Dennis Walton | (músico de estúdio) Saxofone em "Honey Pie" e Flauta "Penny Lane"
- Alfred Waters | (músico de estúdio) Fagote em "A Day in the Life"
- Derek Watkins | (músico de estúdio) Trompete em "Revolution 1" e "Strawberry Fields Forever"
- Evan Watkins | (músico de estúdio) Trombone em "All You Need Is Love"
- Donald Weekes | (músico de estúdio) Violino em "A Day in the Life"
- Terry Weil | (músico de estúdio) Violoncelo em "I Am the Walrus"
- Andy White | (músico de estúdio) Bateria em "Love Me Do" e "P.S. I Love You"
- Pat Whitmore | (vocalista) Vocais em "Good Night" e "I Am the Walrus"
- John Wilbraham | (músico de estúdio) Trompete em "Magical Mystery Tour"
- Trevor Williams | (músico de estúdio) Violino em "She's Leaving Home"
- Mike Winfield | oboist (músico de estúdio) Oboé em "Penny Lane"
- Manny Winters | (músico de estúdio) Flauta e Piccolo em "Penny Lane"
- David Wolfsthal | (músico de estúdio) Violino em "Within You Without You"
- Stanley Woods | (músico de estúdio) Trompete e Friscorne em "All You Need Is Love"

Paul e James: quem é o pai e quem é o filho?


Descoberta a receita da eterna juventude: SER UM BEATLE! Essa é a impressão que se tem ao ver a pequena coleção de fotos feitas essa semana, dia 14 de setembro, com Paul McCartney (74) e seu filho James (39) caminhando juntos pelas ruas de Londres. A mesmíssima impressão tivemos quando, em abril, foram divulgadas fotos bem parecidas, de Ringo Starr com seu filho Jason Starkey caminhando juntos em Chelsea, Londres.




quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Paul, Ringo e outras estrelas no lançamento de Eight Days A Week: The Touring Years


Os dois ex-Beatles Ringo Starr (76) e Paul McCartney (74) tiveram mais um dia de absoluto estrelato: compareceram juntos ao lançamento do filme Eight Days A Week: The Touring Years, do diretor Ron Howard, no Leichester Square, Londres. Também estavam presentes as suas respectivas esposas (Barbara Bach, 69, e Nancy Shevell, 56), além do próprio Ron.

Mas teve mais gente famosa: também brilharam no evento a estilista Stella McCartney, as beatle-viúvas Yoko Ono e Olivia Harrison, a cantora Madonna, os roqueiros Eric Clapton, Bob Geldof e Liam Gallagher, o apresentador Jools Holland, o ator Michael Keaton e dois Monty Python stars Terry Gilliam e Michael Palin - entre outros!

Paul e Ringo posaram para fotos, concederam entrevistas, deram muitos autógrafos e pareciam dois garotos... como há 50 anos. (Fotos: Mail Online)