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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

The Wonders (1996)

Indicada ao Oscar de melhor canção, That Thing you do! (título original) foi lançado em VHS no Brasil época pela extinta Abril Vídeo, em DVD em abril de 2002, pela FOX VÍDEO DO BRASIL e comercializado em bancas de jornais em dezembro de 2002, encartado na edição N° 1 da revista Vígula, pela Probanca Com. Exp. E Imp. LTDA, com sede à Av. Paulista 807, 10° andar, Sala 1004, Cerqueira César, São Paulo - SP. Refere-se á uma banda dos anos 60, prestes a entrar no mundo da fama.


O Guy Patterson (Tom Everett Scott) trabalha na loja de seu pai e toca bateria no seu tempo vago apreciando, ouvindo e acompanhando seu estilo favorito o jazz. Um dia ele foi escalado para substituir o baterista de uma banda que havia por acidente fraturado o braço. O Guy concorda, mas na hora de tocar a canção, uma balada de amor chamado "That Thing you do!", ele se entusiasma e aumenta o ritmo da canção em 4 batidas, alterando totalmente o destino da banda.

Assistindo o filme irão apreciar as riquezas dos pequenos detalhes, da cenografia e do figurino da época. Apesar de ter sido vítima dos críticos, "That Thing you do!" faz menção aos Beatles (cenas copiadas de programas onde eles participaram quando estiveram nos EUA, além do estilo do personagem do Tom Hanks, igual ao Brian Epstein), quem assistiu ao filme reconhece o estilo da fonte usada no título "That Thing you do!" (é a mesma que usavam para os monkees).

Em suma, uma comédia divertida e engraçada onde o autor, faz uma homenagem voluntária ou não para estas bandas.

Quem assistiu no cinema ou alugou nas locadoras o VHS do That Thing you do!, lembra da cena em que eles estiveram no programa do Ed Sullivan (quem gosta de Beatles sabe que a cena usada, foi de uma das apresentações da primeira visita dos Beatles nos Estados Unidos). Quando o Ed Sullivan fala "Senhoras e senhores com vocês The Beatles", a voz do apresentador no momento em que ele fala The Beatles, foi substituída grotescamente por outra voz que dizia: "The Wonders".

Até as tomadas feitas no filme That Thing you do! com o grupo, foram copiadas das tomadas feitas com os Beatles durante sua apresentação, inclusive a cena em que aparece o cantor em close com os dizeres que ele era noivo, o que ocorreu com o John Lennon só que no lugar do noivo, obviamente foi escrito "casado".

No DVD refizeram a cena do Ed Sullivan (sem dar nenhuma explicação), colocando um ator como um apresentador fictício do programa.

Ficha Técnica
Título Original: That Thing You Do!
Gênero: Comédia Musical
Tempo de Duração: 108 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1996
Estúdio: 20th Century Fox
Distribuição: 20th Century Fox Film Corporation
Direção: Tom Hanks
Roteiro: Tom Hanks
Produção: Jonathan Demme, Gary Goetzman e Edward Saxon
Música: Adam Schlesinger e Howard Shore
Direção de Fotografia: Tak Fujimoto
Desenho de Produção: Victor Kempster
Direção de Arte: Dan Webster
Figurino: Colleen Atwood
Edição: Richard Chew
Efeitos Especiais: D.Rez

Elenco:
Tom Everett Scott (Guy Patterson)
Liv Tyler (Faye Dolan)
Johnathon Schaech (James Mattingly II)
Steve Zahn (Lenny Haise)
Tom Hanks (Mr. White)
Charlize Theron (Tina)
Obba Babatundé (Lamarr)
Giovani Ribisi (Chad)
Chris Ellis (Phil Horace)
Alex Rocco (Sol Siler)
Bill Cobbs (Del Paxton)
Peter Scolari (Troy Chesterfield)
Rita Wilson (Marguerite)
Chris Isaak (Tio Bob)
Robert Torti (Freddy Fredrickson)
Jonathan Demme
Colin Hanks
Ethan Embry

Informações Especiais:
Duração: 108 Minutos.
Idiomas: Inglês 5.0;
Espanhol 2.0 Surround;
Português 2.0 Estéreo.
Legendas
Inglês, Espanhol e Português.
Menus
Inglês, Espanhol e Português.

Sinopse
Em 1964, logo após os Estados Unidos serem "tomados" pelos Beatles, surge em uma pequena cidade da Pensilvânia os Oneders, mais tarde rebatizado pelo empresário como Wonders. Porém, às vésperas de uma apresentação de calouros, o baterista do grupo quebra o braço, o que faz com que, em cima da hora, um jovem infeliz (Tom Everett Scott) que trabalhava na loja de eletrodomésticos da família seja convidado para substituí-lo. O jovem baterista, um aficionado de jazz, imprime durante a apresentação uma batida mais ritmada no que deveria ser uma balada, causando o descontentamento do vocalista e compositor do grupo (Johnathon Schaech). Mas seu instinto funcionou e a música se torna sucesso nacional, levando o grupo aos primeiros lugares da Billboard.

Premiações
- Recebeu uma indicação ao Oscar, na categoria de Melhor Canção ("That thing you do!").

Curiosidades

- The Wonders - O Sonho Não Acabou é o primeiro filme dirigido por Tom Hanks, que também escreveu o roteiro do filme.

- Os quatro atores que formavam a banda The Wonders no filme tocaram juntos durante várias semanas antes do início das filmagens, para que pudessem se entrosar como se fossem uma banda verdadeira. Entretanto, na maioria das cenas do filme eles são dublados por músicos verdadeiros.

- Inicialmente Tom Hanks era contrário à escalação de Tom Everett Scott para interpretar o personagem Guy Patterson, devido à sua semelhança com o próprio Hanks quando jovem. Foi a esposa de Hanks, Rita Wilson, quem o convenceu que Scott era a melhor opção para o papel.

- Estão listados nos créditos do filme os personagens Mickey Mouse e Pateta.

- O diretor Jonathan Demme (Bem-Amada, O Silêncio dos Inocentes) é um dos produtores de The Wonders - O Sonho Não Acabou.

Por Flavio Gervásio

sexta-feira, 24 de outubro de 2003

Entrevista: Olivia Harrison no Jools Holland

Transcrição da curta entrevista com Olivia Harrison e o percurssionista Ray Cooper no programa Later...with Jools Holland, em 24/10/2002, sobre o show tributo Concert For George. 



Jools: Como esse filme surgiu realmente, de quem foi a idéia de fazer esse show?
Olivia: Foi realmente do Eric Clapton, ele estava... bem, nós todos estávamos sentindo muita falta de George... e ele chegou pra mim e disse: "Você pode fazer um show tributo?" e eu deixei ele organizá-lo e Ray instigou-o por um tempo.

Jools: Como você (para Ray) se envolveu... claro, eu deveria mencionar que você não é só um grande percussionista mas também está no mundo do cinema britânico... mas como você conheceu George?
Ray: Nos dias sombrios da Saville Row, quando os Beatles estavam fazendo projetos individuais e todos eles tinham seus co-músicos e aconteceu de eu ser um desses privilegiados, trabalhando nos projetos de George, tudo aquilo ainda sendo Beatles, e foi assim que aconteceu, há muito tempo atrás.

Jools: Este filme que nós fizemos agora... que vocês fizeram... é realmente extraordinário não é? Quem são as outras pessoas envolvidas nele?
Olivia: Há Ringo, Paul e Tom Petty - Travelling Wilburys - Jeff Lynne, Billy Preston, um velho amigo do George que ele conheceu em Hamburgo, um cara chamado Jools Holland, Sam Brown, Joe Bown.

Jools: Todas as pessoas que o amavam. Ravi Shankar...Olivia: Sim, Ravi Shankar, claro, Anoushka Shankar, Klaus Voorman, dos tempos de Hamburgo.

Jools: O que eu sempre achei fantástico sobre George é que ele não era somente um incrível compositor, como um Burt Bacharach, mas acontece que ele foi um dos Beatles e foi também um dos maiores produtores de cinema que a Inglaterra já teve. O pessoal do Monty Python estava envolvido. Por quê?
Olivia: Eles eram alguns de seus melhores amigos e nós tínhamos que ter algum humor porque George não era o calado, como você sabe... Ele nunca se calava... e ele tinha um grande senso de humor... e eles eram amigos dele... então nós não poderíamos solenizar demais a ocasião, ele não gostaria que isso acontecesse, e eles asseguraram de que não estava solene demais. E, claro, Tom Hanks estava por ali uma noite antes e então foi convidado a ser um Mountie no sketch Limberjack.

Jools: É incrível e estará em vários cinemas e em DVD... e na América, o filme foi bem recebido?Olivia: Muito bem recebido, conseguiu críticas muito boas... muita gente amava George, eles querem vê-lo e agora. É realmente um documento histórico.

Jools: O que você pensa que George teria achado do filme?Olivia: Eu acho que ele gostaria muito. Ver todos os amigos, ele adorava ver todo mundo junto... até porque ele não teria que tocar. Ele poderia só sentar e assistir.

Jools: Para onde vai o lucro?Olivia: Ele vai pro Material World Charitable Foundation, que George criou em 1973, e que ajuda instituições de caridade como instituições pra crianças e pessoas com necessidades especiais.

Jools: Okay, Olivia Harrison, Ray Cooper, muitíssimo obrigado. 

quarta-feira, 30 de outubro de 2002

Mulher de Paul McCartney mostra perna mecânica em programa de TV

A mulher do cantor Paul McCartney, Heather Mills, tirou e mostrou ao apresentador Larry King sua perna mecânica em programa que foi ao ar na última quarta (30) nos EUA, pela CNN. Em 93, Mills teve de amputar a perna esquerda abaixo do joelho depois de ser atropelada por uma motocicleta da polícia.

Desde então, a ex-modelo se engajou em programas de assitência a pessoas que tiveram membros amputados e se tornou porta-voz de um programa das Nações Unidas para o desmonte de minas terrestres. A ex-modelo inglesa está nos EUA para divulgar o lançamento de sua autobiografia "A Single Step" (literalmente "Um Único Passo").

Recentemente, Mills declarou em entrevista a Barbara Walters, da rede ABC, que desde seu casamento com o ex-beatle, em junho, ela vive o pior ano de sua vida, por causa do assédio da imprensa. "Foi ainda pior do que o ano em que perdi minha perna", disse a ex-modelo, "estou casada com o homem mais famoso do mundo, mas para mim é um infortúnio. Eu queria apenas ter uma vida anônima".

domingo, 20 de outubro de 2002

Entrevista: Luiz Lennon (Beatles Cavern Club)

O paulista Luiz Antônio da Silva é o fundador do Beatles Cavern Club, o mais antigo fã-clube brasileiro ainda em atividade. Aos 49 anos, continua em plena atividade na beatlemania, promovendo sempre eventos e shows com entrada gratuita na capital paulista. Confira um papo com Luiz Lennon sobre Beatles, Beatlemania, George no Brasil, histórias interessantes, folclores, entre outras coisas.

Há quanto tempo existe o Cavern Club, por que e como foi criado?
O BBC foi imaginado em 1.976 após a morte de Newton Duarte, o BIG BOY, um grande cara e uma pessoa que todos nós sonhamos em ser um dia. Ele era fera e após a sua morte criamos o Cavern Club, que sempre visou reunir pessoas, agitar grandes festas e divulgar Beatles. Foi isso que eu sempre fiz, a família sempre ficou em segundo plano, o meu amor à causa beatle sempre foi maior que tudo e continua sendo, pois em 24 anos já realizamos mais de 40 shows em praças públicas sempre com as melhores bandas cover de cada época. Só na Praça de República (centro de SP) realizamos uns 20, sempre de graça. Como Beatles passa de pai para filho, queremos que o Cavern Club consiga o mesmo.
Um dos primeiros sócios do fã-clube foi o conhecido Marco Antonio Mallagoli, que inclusive fazia parte da diretoria, até partir para criar seu próprio clube. Quando aconteceu o rompimento entre vocês e como?
Quando o Mallagoli foi à minha casa querendo saber como ser sócio e participar, o Cavern Club já era conhecido e com muitos sócios e colaboradores. Ficamos unidos durante 1 ano, mais ou menos. Depois, houve um rompimento e cada um foi para um lado. Ele acabou tendo a sorte e o mérito de conhecer o Lennon pessoalmente. Outras coisas só posso dizer que é folclore.

O que exatamente voce diz que é folclore?
Eu considero o Marco Antonio Mallagolli um grande meninâo. Como fã a gente sempre comete exageros e tenho certeza que o que foi publicado dizendo que o john vinha ao Brasil assistir Carnaval e que mandou disco de ouro um pouco de folclore, um pequeno exagero.

Sobre o rompimento só posso dizer que ele não podia ver uma câmera de TV que ficava todo afobado e logicamente gerou ciúmes, pois o pai da idéia era eu, aí então foi um para cada lado e boa sorte aos dois, né? Ficou alguma mágoa de fã pois quando a gente só pensava nos Beatles, o fã clube era muito forte e com o rompimento os dois saíram perdendo. Ele jogava as pessoas contra mim. Lembra-se daquela estória de colocar uma marca de giz no châo? Ele se considerava o quinto beatle, só ele sabia das coisas e vice e versa, porém eu tinha a certeza que as coisas não eram do jeito que ele mostrava. Tem histórias folclóricas para muitos anos, quem sabe um dia, nas minhas memórias?

Você poderia dizer que hoje são amigos novamente?
Foram 14 anos de rompimento e graças ao Jayme Marques, um grande cara, que vivia pegando no pé dos dois, hoje nos falamos novamente e a vida continua.

Os fãs dos Beatles sempre sonharam com uma reunião da banda. E os fãs paulistas, eles podem sonhar com uma união Cavern-Revolution?
De 1.995 para cá eu deixei a polêmica de lado e passei a frequentar e me aproximar mais dos fãs que adoram o Mallagolli e consegui fazer boas amizades. Tem aqueles que acham que só existe o Revolution e evitam bater papo com a gente, mas eu não ligo. Não deveria ser assim, mas tudo bem. Às vezes eu penso comigo: preciso trabalhar mais e tentar sempre fazer coisas legais para que vejam que eu sou boa pessoa.

Você não respondeu: Revolution e Cavern Club podem se unir novamente?
Acredito que pelos fã de hoje não haveria nenhum problema, já pensei em realizar grandes eventos e o Marcos já se prontificou a tocar com a sua banda, mas seria legal nós dois pensando somente em Beatles em um palco, apresentando umas 20 bandas, que tal?

Qual o seu momento máximo como beatlemaníaco?
Graças a Deus foram vários: quando estivemos com o George; quando estivemos com o Paul graças a Claudia Tapety de Recife; quando fui a LONDRES e LIVERPOOL em 95; quando fui convidado a participar do projeto "o artista por ele mesmo" da editora Martin Claret (sp), procurei convence-los que seria fundamental termos um livro sobre os Beatles em catálogo em português e outro sobre o PAUL. Neste momento eu contribui como fã e o fã brasileiro saiu ganhando com os dois volumes, vendidos nas bancas a 5 reais. Isso em 1993.

O nascimento de minha primeira filha cinthya lennon; especial de uma semana na TRANSAMERICA FM sobre os Beatles, em 79; o especial sobre John Lennon na TV Bandeirantes em 1980; conhecer a Cinthya Lennon e o Pete Best em 95; ter nascido a minha filha, Elizabeth Harrison em 2001.... existem ainda dezenas de fatos, mas os mais marcantes estão mencionados acima.

Você esteve com o George quando ele esteve aqui no Brasil em 1997?
Taí algo em que eu não acredito. Mais uma vez ocorreu algum exagero. Gostaria de ver fotos ou outros detalhes da presença dele incógnito em SP em1997 ou outra época. Sempre é bom termos a presença deles por aqui. Cadê o RINGO?

Com muito atraso finalmente o BCC lança o seu website. O que você espera da Internet?
Eu espero o principal, mostrar trabalho, competência, ter novos amigos e contribuir para a grandeza da Beatlemania no Brasil. Em outros países ela sempre foi forte e sempre será.

você irá comercializar beatle-material no site?
Sempre achei legal dividir o pouco que eu tenho com outros fãs, aliás é fundamental difundir a Beatlemania, e esta é uma das formas.

Como surgiu a idéia do website?
Eu tenho tentado criar uma página desde agosto de 2001, porém quem ia fazer a página prometia e depois nunca tinha tempo, até surgir o meu contato com um amigo de longa data o Jose Carlos Almeida (você conhece?).

Qual a sua opinião sobre a fabricação e venda de discos piratas no Brasil?
Uma grande idéia dos anos 80 foi a fabricação em SP de discos de vinil, o famoso bolachão, com gravações inéditas dos Beatles e das carreiras solo. Foram feitos uns 10 titulos diferentes, uma grande sacada para a época. Acredito que muitos de nós tenhamos em casa algum desses. A coisa chata é que foram vendidos como sendo discos importados e por um preço super caro para a época. Depois fizeram um oficial do Michael Jackson, Policia Federal descobriu tudo e deu um rolo danado. A porta da boa idéia se fechou, uma pena.

Você poderia citar algum título entre esses "falsos importados"?
Eu não lembro todos os titulos, mas eram... Complete to the king (Paul Mcartney), Abbey Road (capa dupla), tinha um com a trilha do filme Let It Be (duplo). O selo é branco com uma foto dos Beatles em preto e branco em volta da cadeira e a gravadora era uma tal "Manto Records".

Você produz alguma pirataria?
Inicialmente eu tenho somente transformado do formato vinil para o CD.

Sua família te acompanha nas aventuras do mundo beatlemaníaco?
Em festas sim, nas beatle-correrias não.

Se você pudesse escolher um só momento para reviver, escolheria o encontro com o Paul ou com o George?
Seu eu pudesse reviver, eu escolheria sem dúvida, o contacto com o George. Foi o primeiro, o mais díficil e pela beleza daquela época, onde os valores eram outros e muito mais importante do que hoje. A gente era mais feliz e não sabia.

Concluindo: fale-nos um pouco sobre o evento em homenagem ao George.
Todos os anos eu faço momentos como este, para a gente se reunir com a galera e através da boa musica relembrar e comemorar em grande estilo a presença em nossas vidas deste 4 rapazes de Liverpool, que nos mostraram uma maneira de ser felizes, tendo bons amigos a nossa volta e tendo o prazer de ser beatlemaníaco. Os preparativos e a ansiedade tomam conta da gente, pois vem muita gente de longe e precisamos ser bons hospitaleiros . Teremos 6 bandas ao vivo, sorteios e muitas surpresas. A Thais harrison [N do E: nossa colunista Calico Skies] e o Marcus Rampazzo irão roubar a cena pelo carisma que os dois têm. Ambos são bem tímidos... (risos)

Só pra lembrar:

Tributo a George Harrison
Acontece no dia 23 de fevereiro (sábado), a partir das 21:00h., no Hemisfério Sul Restaurante (Av. Ipiranga 958 - Centro - SP). Participação das bandas Acustic Beatles, Plastic Soul, Beatkids e Zoombeatles. Participação especial de Marcus Rampazzo (Beatles 4ever) e Calico Skies.