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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Pré-estréia do Eight Days a Week – The Touring Years no Brasil

O documentário Eight Days a Week – The Touring Years estréia nos cinemas nesse dia 02 de  fevereiro em cinemas de todo o país (veja a relação aqui no site mesmo), mas ontem, dia 01, aconteceu uma pré-estréia exclusivíssima. O Portal Beatles Brasil esteve presente, com dois representantes. Saiba como foi o evento. Por Gabriel Cardoso.


Gabriel Cardoso e Rafaela Lima, representantes do Portal Beatles Brasil no evento.

Passei algum tempo pensando em como escreveria esse texto. Resolvi começar pelo começo MESMO.

Tudo começou quando soube que haveria o documentário Eight Days a Week nos cinemas. Me empolguei de cara, era um sonho a se realizar, ver o Fab Four na tela grande. Estava me programando para ver, em São Paulo, pois sabia que no interior raramente teria uma sala com o filme. E então, duas semanas atrás, recebi uma mensagem do querido José Carlos do Portal Beatles Brasil, perguntando se eu gostaria de assistir à pré estreia do filme, representando o Portal, tudo à convite da Flix Media e Universal Studios.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Beatles Cavern Club lança seu segundo fanzine

Lembra da época em que a informação na Beatlemania nacional corria mundo através dos fanzines? Com a chegada da Internet, aparentemente a atividade foi abandonada pelos fã-clubes... menos um: o Cavern Club, que é o mais antigo do Brasil, comandado pelo lendário Luiz Lennon. Acaba de ser lançado a segunda edição, nessa nova fase! Tem formato parecido com os "das antigas" e traz basicamente textos sobre os Beatles e fotos dos agitos promovidos pelo Cavern Club.

Você pode adquirir o seu através do perfil do Luiz Lennon no Facebook (www.facebook.com/BeatlesCavernClub), pelo WhatsApp (11 98587-4590) ou pessoalmente no "Beatle Point" (espaço que o Luiz mantém no centro de São Paulo). Prestigie essa idéia!

sábado, 28 de janeiro de 2017

Hey Jude: Um espetáculo de Beatles e de amor



Fui à apresentação da Hey Jude esperando ver mais do que um show. Só sairia satisfeito se visse um espetáculo mais do que musical.

O que se espera de diferente em uma apresentação dessas é a capacidade deles de reproduzir da forma mais fiel possível o que seria um show da maior banda de todos os tempos. Instrumentos, figurinos, timbres de vozes e trejeitos físicos que incluem um destro interpretando Paul McCartney como canhoto. E, o mais esperado, uma orquestra que tocasse nota por nota as músicas das fases finais dos Beatles.

Mas o impressionante foi que eles conseguiram muito mais do que só colocar no palco uma reprodução dos Fab Four. Eles conseguiram colocar também na plateia um show dos Beatles.

O pessoal foi aos berros quando os quatro surgiram com os terninhos das primeiras turnês das banda. Rimos das conversas e piadinhas em inglês britânico dos amigos John Lennon e Paul McCartney entre uma conversa e outra. Aplaudimos quando Ringo se apresentou para tocar “Boys”. E também tivemos a sensação de que o próprio George Harrison chamava com seu sotaque de Liverpool o jovem Paul para cantar sozinho sua “nova” canção que levava acompanhamento de cordas, chamada “Yesterday”.

Ainda na fase dos terninhos, uma apresentação de sitar já preparou a plateia para a nova fase que estava por vir. Mas não antes de o público ficar de pé para curtir as músicas mais dançantes, como “Roll Over Beethoven” e “Twist and Shout”.

O show não para nem quando os quatro beatles faziam suas trocas de figurino. A orquestra reproduzia as faixas instrumentais do álbum Yellow Submarine e, além disso, a voz e habilidade musical do maestro surpreendiam a plateia com interpretações de canções das carreiras solo de Paul e John, como “My Love” e “Imagine”.

De volta ao palco com os uniformes de Sgt. Pepper’s, uma interpretação para paralisar a plateia; algo que muito provavelmente ninguém nunca tinha visto: uma apresentação ao vivo de “Tomorrow Never Knows”. Era certamente o momento que todo mundo esperava. Todos estavam ali para ver o espetáculo com orquestra que nenhuma outra banda por aqui é capaz de fazer igual. Daí em diante foi psicodelia pura com efeitos visuais e de luzes de todas as cores.

Na sequência veio a parte do show que marcaria a despedida da banda. Uma reprodução da fase mais sóbria, mas não menos emocionante dos Beatles, com canções do Álbum Branco, Abbey Road e Let It Be.

Não queria que o show acabasse. E justamente no fim aconteceu o que vi de mais bonito na noite. A Hey Jude encerrava o espetáculo com a música que dá nome à banda. E então, durante os momentos de “Na na na”, resolvi olhar para trás. Foi aí que vi uma plateia toda de pé e sorridente, certamente curtindo tanto aquele momento quanto eu. Eram pais e filhos, avós, casais de todas as idades, amigos... Todos juntos cantando com força um sentimento que não sabemos dar nome, mas que decidimos que manifestaríamos como “Na na na”.

E esse se tornou para mim o grande feito da Hey Jude: um espetáculo entre banda e público que celebrou todas as formas de amor.

Ricardo Gouveia 
Fotos: Rosana Estevam



segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Beatles, uma volta ao futuro

Ricardo Pires de Mello
Para os que pensam que ir a uma exposição dos Beatles seria mais uma volta ao passado, seja o nosso próprio ou o dos nossos pais, uma surpresa os aguarda em São Paulo. Nada de exibições convencionais, nada de peças de museu tratadas como tal para frequentadores idem. Na Beatlemania Experience montada no Shopping Eldorado, relíquias se revelam mais atuais, visíveis e palpáveis do que uma caça a Pokemons e ambientes de época surgem tão reais como deveriam ser naquelas máquinas do tempo dos filmes de ficção científica.

A cada passo, um mergulho no que a tecnologia tem de melhor, posta a serviço de uma boa e nobre causa: a música dos Beatles. De repente, o velho caminhão improvisado em palco, que mal aparecia em uma ou duas fotos dos futuros Beatles do final dos anos 50, cria vida e assume, em tamanho real, o papel de arauto dos sonhos de todos nós. Metros adiante e já estamos caminhando na Mathew Street, a Liverpool do Cavern Club e das margens plácidas do rio Mersey, primeiras a ouvir o brado retumbante que logo se tornou o ‘big-bang’ do universo pop.

Não vou aqui antecipar os próximos movimentos para não estragar as surpresas, mas adianto que nunca pensei um dia me ver dentro do submarino amarelo, olhando pelo periscópio do velho Capitão Fred. Ou me sentir espremido em um estádio para assistir a um ‘show’, em plena beatlemania, através dos modernos óculos de realidade virtual. Ou ser um simples ‘voyeur’ na íntima experiência bioscópica dos Beatles, como anunciava o cartaz do filme “Let It Be”, devidamente empoleirado no telhado vizinho ao da Apple.

A experiência vale para todos os gostos: instrumentos musicais, roupas, discos raros que vão da Colômbia a Taiwan, fanzines, álbuns de fotos – enfim, um acervo cuidadosamente colecionado por um pequeno grupo de apaixonados e agora compartilhado com milhares de súditos fiéis ou simples curiosos, para que encham os olhos com lágrimas de felicidade.

Sai de lá certo de que, quando se trata dos Beatles, nada pode ser mais futurista do que a preservação do passado como uma doce continuidade do presente.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Paul McCartney compôs uma música no Brasil


Paul McCartney concedeu uma entrevista ao jornal The Washington Post (EUA) no dia 8 de julho, onde fez uma revelação muito importante – pelo menos pra nós, brasileiros. Segundo ele disse, em 2014, em algumas horas de folga que teve, compôs uma música… em São Paulo!

Ele mandou essa ótima novidade ao responder uma pergunta sobre o método e rotina que ele usa para compor. Segundo Paul, está cada vez mais difícil arrumar tempo para criar novas canções. “Estávamos em São Paulo, acho que no ano passado [na verdade, foi no ano retrasado]. Tive um dia de folga com absolutamente nada para fazer. Minha esposa Nancy não foi comigo. Eu dormi à noite, me levantei e de repente eu tinha três ou quatro horas com nada para fazer. Esse é o momento ideal. Então, eu escrevi uma canção nesse período”.

Paul não revelou detalhes sobre que música seria essa, nem se utilizou mais tempo livre para compor nas outras cidades brasileiras onde esteve. Mas é muito animador saber que no próximo álbum dele pode constar no tracklist uma música criada no Brasil!

domingo, 8 de maio de 2016

Maior exposição do mundo sobre os Beatles chega a São Paulo em agosto


Idealizada por dois produtores brasileiros em parceria com o governo inglês, mostra vai rodar o mundo
Em 2013, no Rock in Rio, o produtor Carlos Gualberto, conhecido por Branco, ajudou a criar a Rock Street dedicada, naquela edição, à Inglaterra. Ele chamou a banda cover dos Beatles All You Need Is Love para abrir o palco do local. O sucesso foi tão grande que o grupo tocou em todos os dias do evento. Nascia ali o embrião do projeto The Beatles Experience e uma parceria com o governo inglês por meio do Visit Britain (espécie de Embratur inglesa).

Depois dessa empreitada, Branco se juntou ao produtor Christian Tedesco para montar aquela que será a maior e mais completa exposição sobre os Beatles já realizada no mundo. A exposição The Beatles Experience será composta por objetos (memorabilia), inclusive itens raros da banda de Liverpool, além de recriações de locais que marcaram a carreira do grupo, que o visitante terá a oportunidade de ver por meio de tecnologias como 3D e realidade virtual.

“Vamos recriar o Cavern Club, onde os Beatles se apresentaram 292 vezes, os estúdios Abbey Road. A banda All You Need Is Love tocará em cima de um prédio virtual onde os Beatles realizaram o último show em Londres, em 30 de janeiro de 1969”, conta Tedesco.

A mostra, cuja montagem custou R$ 16 milhões, chega a São Paulo em 20 de agosto e ficará até 8 de novembro numa tenda que será montada no estacionamento do Shopping Eldorado.

O governo inglês ficou tão empolgado com o projeto que decidiu que, após estada em São Paulo, a exposição seguirá para outros países.

O curador da mostra, Ricardo Alexandre, explica que o objetivo não é somente trazer para o público informações sobre a banda. “Nossa exposição será uma experiência única, na qual o visitante terá a oportunidade de conhecer, por meio de tecnologia, os locais que marcaram a carreira dos Beatles, participando da revolução que fizeram.”

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Globo News afirma: Paul McCartney no Brasil em outubro


Em um estranho telefonema, jornalistas da Globo News entraram em contato com Luiz Antônio da Silva, criador do Beatles Cavern Club (o mais antigo fã-clube dos Beatles no Brasil) para tratar de uma pauta animadora: a vinda de Paul McCartney para o Brasil. O show (ou vários, como é mais provável), segundo informou Luiz, seria realizado em outubro. O próprio Luiz conta:

“Fui procurado pela Globo News querendo falar com Luiz Antônio Mallagoli. Esclareci o engano no nome e me disseram que começam a preparar o terreno para Outubro. Segundo eles, o Paul vem em outubro”, disse Luiz, que provavelmente havia sido confundido com outro dono de fã-clube, Marco Antônio Mallagolli.

Apesar da Globo News não ter ligação direeta com a estrutura necessária pela vinda de Paul para qualquer cidade brasileira, não deixa de ser uma faísca de esperança. Vamos aguardar…