quarta-feira, 6 de julho de 2016

Portal Beatles Brasil passa a retransmitir o Programa Beatlemania


A partir deste dia 08 de julho o Portal Beatles Brasil passa a retransmitir semanalmente o Programa Beatlemania.

Criado em Agosto de 2013 pelo Beatlemaniaco Beto Neves, que também é integrante de uma das Beatle bands brasileiras mais badaladas, a Beatles Again, da cidade de Araraquara, o programa traz semanalmente as músicas, histórias e curiosidades do Universo Beatles.

“A ideia foi fazer um programa que não se limitasse simplesmente a tocar as musicas dos Beatles e de suas carreiras solos. No programa, além de termos as músicas da extensa discografia Beatles, criamos sessões como Beatles em outras línguas, Beatles em outros ritmos, Álbum do dia, Outtakes (com takes que não saíram nos discos), Songfacts (contando a história de cada música), entre outras “, diz Beto Neves. O programa, que já tem uma grande audiência em São Paulo e pelo Brasil afora, é transmitido pela Rádio Uniara FM de Araraquara toda 5ª às 21 horas, com reprise aos domingos as 19 horas.

A partir de agora você vai poder conferir o Programa Beatlemania toda semana, aqui na Rádio Beatles Brasil. E pra começar, um programa superespecial, todo ele dedicado ao aniversariante deste dia 7 de Julho – Ringo Starr! Vamos retransmitir esse programa especial durante o resto da semana, até o domingo, sempre às 21h (mesmo horário do programa semanal.

Você não pode perder esta viagem!

OBS: A Rádio Beatles Brasil é transmitida pelo próprio Portal Beatles Brasil. Ao acessar o endereço (www.thebeatles.com.br) você automaticamente passa a ouvir. Caso queira ouvir no seu Android, busque por Rádio Beatles Brasil no Google Play e faça download do nosso aplicativo.

terça-feira, 5 de julho de 2016

I Me Mine, a biografia oficial de George Harrison, será relançada!


A editora Genesis Publications acaba de anunciar: a luxuosa biografia de George Harrison, I Me Mine, lançada originalmente em 1980 será relançada! A nova edição, igualmente luxuosa e cara, devera sair ainda esse ano, com alguns bônus: 53 fotos raras e algumas atualizações no texto, feitas por Olivia Harrison e Derek Taylor. Capa e envelope especial do designer Sheperd Fairey.

A nova I Me Mine será ampliada para 632 páginas e novas 59 músicas serão mencionadas. Assim como a original, sairá em edição limitada (1000 cópias), mas em 2017, a depender da repercussão, também poderá ganhar edição popular.

Lançada em 1980 (pela própria Genesis, relançada em edição popular no ano seguinte pela Simon & Schuster), será dividida em 2 partes: a primeira é a sua história de vida, em suas próprias palavras, com observações de Olivia e Derek; na segunda parte, virão as letras de um total de 141 músicas.

Uma curiosidade sobre o lançamento original é o fato de John Lennon ter se declarado muito magoado com as "omissões propositais" do seu nome, já que ele não fora citado nenhuma vez na biografia - uma injustiça provocada, provavelmente, por mágoas dos tempos passados.

A edição inicial será vendida exclusivamente no site oficial da Genesis.



Quanto tempo levamos para ouvir todas as músicas dos Beatles de uma só vez?

Você já pensou quanto tempo levaria para ouvir todas as músicas dos Beatles de um tapa só, em uma maratona que englobasse da primeira à última música? Fizemos uma rápida pesquisa e chegamos a alguns números que se aproximam de como seria essa experiência. Vamos contar só os álbuns oficiais, sem aquela história de bootlegs com outtakes, demos e shows ao vivo, lançados pelo mundo todo.

Inicialmente, se formos contar com toda a discografia em stereo (14 álbuns, incluindo Magical Mystery Tour, Yellow Submarine e Past Masters, com algumas músicas repetidas aqui e ali, em versões diferentes), chegamos a uma sessão com a seguinte duração:
  • Toda a coleção dos anos 60: 10 horas, 20 minutos e 43 segundos.
  • Se somarmos a essa coleção os dois volumes do Live At The BBC: 14 horas, 44 minutos e 52 segundos.
  • Somando tudo acima, mais os 3 volumes da série Anthology: 21 horas, 21 minutos e 28 minutos.
Não estão sendo contados álbuns “alternativos”, como as gravações com The Tony Sheridan, Star-Club, Live at Hollywood Bowl, mixes alternativos e mashups. Mas uma coisa é verdade: trata-se de uma experiência desnecessária. Principalmente porque o prazer de ouvir a música dos Beatles não cabe no tempo e no espaço. Vários discos (todos) merecem ser ouvidos e reouvidos quantas vezes tivermos vontade.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

O que significa o nome LIVERPOOL?


Quando se fala em Liverpool, noventa por cento das pessoas pensam em Beatles, oito por cento no Liverpool Football Club e dois por cento no Echo and the Bunnymen. Mas, falando nela, a terra santa da beatlemania tem um nome que desperta interpretações variadas a respeito da sua origem.

Quem entretanto sabe o que o nome significa? Por curiosidade fui buscar detalhes na história da cidade, no site oficial de Liverpool. Lá consta uma série de teorias a respeito do surgimento do nome, antes lembrando que a região, na altura da sua fundação em 1207, no reinado do Rei John (!!!) era tida como “o lugar o qual os homens de Lyrpul chamam de Litherpul”. Neste caso, a palavra gótica “lide” ou “Lither”, significando “mar”.

No idioma gaélico, “Llyvrpwl” significa “piscina de confluência” ou “resultado da inundação de duas ou mais correntes marítimas”, uma outra possibilidade, já que a região portuária recebeu pioneiros oriundos do País de Gales, dentre outros tantos.

Mas ainda existem outras teorias, como a ligação com o nome de um suposto pássaro local, o “liverbird”, do qual muitos discordam da existência, afirmando que o verdadeiro pássaro símbolo do lugar seria a águia de St. John, o que significa que o nome liver não pode ser atribuído ao pássaro.

Há também uma planta aquática chamada “liverwort”, que poderia ter alguma relação com a origem do nome.

De qualquer maneira já temos certeza absoluta de que Liverpool não siginifica de forma alguma o “piscina de fígado” da tradução literal, OK?

Celso Rommel

20 gravações dos Beatles que ninguém ouviu


O baú dos Beatles parece mesmo ser sem fundo. Mesmo a banda tendo durado apenas cerca de uma década, e de muito material raro já ter sido disponibilizado oficialmente ou através de discos piratas, ainda há muitas coisas inéditas. Diversas faixas que são desconhecidas dos fãs e do grande público. Veja uma lista de vinte gravações que ainda estão escondidas, ou em alguns casos, possivelmente perdidas para sempre.

1 . Live at the Cavern – meados de 1962
Comprada em um leilão por Paul McCartney em 29 de agosto de 1985. Esta fita contém 18 músicas, a maioria covers , incluindo alguns jamais veiculados como “Hey! Baby” (Bruce Channel), “If You Gotta Make a Fool of Somebody” (James Ray), “Sharing You” (Bobby Vee) e “What’s Your Name” (possivelmente a mesma canção da dupla Don & Juan). Como McCartney é o dono da única cópia e nada foi usado no Anthology 1, pode-se concluir que a qualidade do áudio não é muito boa.

2 . Sheila – 26 de outubro de 1962, BBC
Frequentemente, os Beatles tocavam músicas de outros artistas em suas sessões para a rádio BBC. Este cover de “Sheila”, composta por Tommy Roe, seria registrado pela banda dois meses depois em Hamburgo, fazendo parte do bootleg “Live at Star Club”.  A versão feita para a BBC teria uma qualidade sonora superior, assim como a performance da banda. Porém, acredita-se que a fita foi apagada ou desapareceu para sempre.

3. Three Cool Cats – 16 de janeiro de 1963, BBC
Outro exemplo de música gravada nas sessões da BBC, mas não transmitida. Há uma versão de “Three Cool Cats” do teste dos Beatles para a gravadora Decca realizado em 1 de janeiro de 1962, facilmente disponível. Mas é uma pena que a versão da BBC não sobreviveu. Acredita-se que a gravação perdida seria melhor que a da Decca, uma vez que o grupo tinha evoluído ao longo daquele ano.

4.  Hold Me Tight – 11 de fevereiro de 1963, sessão do LP “Please Please Me”
Sabe-se que os Beatles tentaram uma primeira versão de “Hold Me Tight ” durante a única sessão do disco “Please Please Me”. É provável que as fitas (juntamente com cerca de metade das fitas das gravações deste primeiro LP) não existam mais, porém coisas estranhas têm milagrosamente aparecido. A faixa seria regravada e lançada no segundo álbum da banda.

5. Do You Want to Know a Secret – início de 1963, fita demo de John Lennon
O cantor Billy J. Kramer lembra de ouvir uma fita demo desta canção antes de gravá-la como seu compacto de estreia em 21 de março de 1963. No encarte do CD “The Best of Billy J. Kramer & the Dakotas: The Definitive Collection “, ele revelou o seguinte: “Eu tinha esta fita que me foi dada, e era John Lennon cantando com um violão. Na fita ele (Lennon) dizia ‘sinto muito pela qualidade do som, mas é o cômodo mais silencioso que eu poderia encontrar em todo o edifício’. Então ele foi para o banheiro”. O paradeiro desta fita é desconhecido.

6. Three Cool Cats – 02 de julho de 1963, BBC
Outra versão dos Beatles para esta original dos Coasters, gravada em uma sessão para a Rádio BBC em julho de 1963, mas, assim como a gravação de janeiro, não foi transmitida e não restou nenhuma cópia até onde se sabe.

7. World Without Love – início de 1964, fita demo de Paul McCartney
A canção composta por Lennon e McCartney foi cedida à dupla Peter & Gordon. Peter Asher confirmou possuir uma fita demo que consiste em Paul McCartney tocando “World Without Love ” ainda inacabada. Esta gravação foi leiloada recentemente, mas ainda não foi divulgada para o público.

8. Beatles/Carl Perkins session – 1 de junho de 1964, suposta parceria em estúdio
Carl Perkins, um dos pioneiros do rock, afirmou em várias ocasiões que ele e os Beatles gravaram juntos no estúdio em 1 de Junho de 1964. As canções incluiriam “Blue Suede Shoes”, ” Honey Don’t”, “Everybody’s Trying to Be My Baby”, “Your True Love”, “Sawdust Dance Floor”, entre outras. Nada desta sessão é conhecido e não há indícios da existência de fitas com os registros. Parece difícil acreditar que, se uma sessão como esta ocorreu em um estúdio, não tenha sido gravada. Perkins lembrou de ficar no estúdio com a banda até quase três horas da manhã. Oficialmente, os registros de gravações dos Beatles que passaram da meia noite só ocorreram após 13 de outubro de 1965.

9. You’re My World – 3 de junho de 1964 , outtake de estúdio
Sucesso da cantora Cilla Black. De acordo com o relato, esta interpretação dos Beatles trata-se apenas de uma versão de 33 segundos. Jamais foi ouvida pelos fãs.

10. It’s For You – meados de 1964, demo de Paul McCartney
Cilla Black lembra de receber uma fita demo desta canção de Lennon e McCartney, que ela gravou em 1964 (e que os Beatles nunca lançaram sua própria versão), com apenas Paul cantando e tocando violão.

11. No Reply – meados de 1964, fita demo inicial
Antes de os Beatles gravarem essa músca para o disco “Beatles for Sale”, ela foi oferecida ao cantor Tommy Quickly, um artista contratado por Brian Epstein, que gravou “No Reply”, mas não lançou. Colin Manley, que tocou guitarra na versão inédita de Tommy lembra de uma demo diferente dos Beatles. “Eu não acho que a versão do Anthology 1 é a demo que ouvimos. É muito completa”. Manley conta que a versão que ele e Quickly ouviram na época ainda estava incompleta e era possível ouvir o som de uma descarga sendo acionada. “Típico do humor de John Lennon”, comentou o músico que lembra de ouvir que os Beatles fizeram a gravação em um hotel e, mais tarde, ele reconheceria a faixa lançada pela banda. 

12. In My Life – 1965, fita particular
Em sua entrevista para a Playboy em 1980, John Lennon disse que ele provavelmente tinha uma fita original de “In My Life”. A memória de John não era sempre impecável, mas na mesma resposta, ele também se lembrou de fitas com “Strawberry Fields Forever” e “We Can Work It Out “, que apareceriam nas décadas seguintes. “In My Life” é conhecida por ter a letra alterada consideravelmente no decorrer de sua composição desde o rascunho. Referia-se inicialmente à locais de Liverpool como Penny Lane, o que faria de uma possível pré-versão muito fascinante.

13. What Goes On – final de 1965, demo multi-track de Paul McCartney
Em abril de 1966, a edição da The Beatles Monthly Book trazia Neil Aspinall relatando que “quando Paul queria mostrar a Ringo como era What Goes On, ele fez uma gravação multi-track. Para isto, Paul cantou, tocou guitarra, baixo e  bateria. Então Ringo ouviu a fita finalizada e acrescentou suas próprias ideias antes da sessão de gravação”. Recentemente, esta gravação foi leiloada, mas ainda não foi disponibilizada para o público.

14. Love You To – 11 abril de 1966, take 1 acústico
O mais intrigante outtake do álbum “Revolver” é uma versão acústica de George Harrison para sua composição “Love You To”, com Paul McCartney nos vocais de apoio, que deve ser consideravelmente diferente, nesta forma primitiva, da gravação com arranjo indiano. A fita com esta versão inédita foi leiloada junto à demo de “What Goes On” e também permanece desconhecida dos ouvidos dos fãs.

15. Eleanor Rigby – 1966, demo de Paul McCartney
Na biografia Many Years From Now (de Barry Miles), Paul McCartney lembrou-se de usar um estúdio em Montagu Square, em Londres, para gravações demonstrativas. “Eu tinha acabado de escrever Eleanor Rigby e então fui sozinho para o porão em um dia de folga. Apenas levei um violão e usei o local como um estúdio de demonstrações”. Um breve trecho de Paul no violão cantando “Eleanor Rigby” apareceria mais tarde e pode ser deste período, mas nenhuma outra dessas gravações foi veiculada.

16. Carnival of Light – 05 de janeiro de 1967, faixa experimental
Uma das mais lendárias gravações dos Beatles jamais ouvida pelo grande público. “Carnival of Light” foi na verdade uma colagem de som experimental com duração de quase 14 minutos, feita para (e executada em) um evento de mídia da contracultura de mesmo nome no teatro Roundhouse, em Londres, nos dias 28 de janeiro e 4 de fevereiro de 1967. A faixa nunca vazou em discos piratas e foi cortada da série Anthology. Paul McCartney já demonstrou interesse em liberar a gravação algum dia, mas advertiu que ela é extremamente incomum ao trabalho dos Beatles.

17. Good Night – meados de 1968, demo com John Lennon nos vocais
Geoff Emerick, engenheiro de som dos Beatles, menciona em seu livro Here, There and Everywhere: My Life Recording the Music of the Beatles (co- escrito com Howard Massey ), que John Lennon fez uma demo de “Good Night” para Ringo e que foi tocada duas vezes no estúdio. “É uma pena que esta fita especial foi perdida para o mundo, e que ninguém nunca vai saber o jeito lindo como John cantou sua canção”, escreveu Emerick.

18 . Helter Skelter – 18 de julho de 1968, take 3
Talvez o Santo Graal das gravações inéditas dos Beatles. Esta é a lendária versão de 27 minutos e 11 segundos de “Helter Skelter”. Na verdade, esta é uma versão lenta, bluseira e mais arrastada como a versão editada do take 2 (que tinha 11 minutos) para o CD Anthology 3. Durante muito tempo, as pessoas pensavam que a longa gravação tratava-se da mesma contida no White Album, porém completa.  Apesar de inúmeros fãs terem pedido para a faixa de quase meia hora entrar na série Anthology, George Martin achou que seria muito chato incluir uma faixa tão extensa. O take 3, a mais longa gravação dos Beatles, é totalmente desconhecido e segue guardado para a curiosidade dos fãs. Sabe-se apenas que grande parte da faixa consiste em passagens instrumentais.

19. Etcetera – 20 de agosto de 1968, sobra de estúdio
O segundo outtake  mais procurado do “White Album” é “Etcetera”, de Paul McCartney. Gravada em um único take pelo compositor. A canção é lembrada pelo engenheiro técnico da EMI, Alan Brown, como uma linda balada. A fita, aparentemente, não está mais nos cofres da gravadora. Paul não pareceu tão entusiasmado quanto Brown em relação à esta música quando falou dela na biografia Many Years From Now. Ele apenas lembra de escrevê-la tendo Marianne Faithfull em mente.

20. The Long and Winding Road – final de 1968, demo de Paul McCartney
Sabe-se que Paul McCartney tocou ao piano uma versão de “The Long and Winding Road” em algum momento durante as sessões do “White Album”, antes de ela ser ensaiada e gravada nas sessões de “Get Back/ Let It Be” em janeiro de 1969. Este primeiro registro nunca foi ouvido pelos fãs.

domingo, 3 de julho de 2016

Cirque du Soleil lança novo vídeo para “While My Guitar Gently Weeps”


A Apple Corps Ltd. em parceria com o Cirque du Soleil produziram um novo vídeo musical para “While My Guitar Gently Weeps” (Versão LOVE), que estreou ontem exclusivamente na Vevo, Este vídeo evocativo representa a reencenação da icônica canção de George Harrison gravada pelos Beatles, especialmente para o 10º aniversário do espetáculo Beatles LOVE, apresentado pelo Cirque du Soleil no The Mirage Hotel & Casino em Las Vegas.

O lançamento do vídeo é acompanhado pela notícia que canções dos Beatles alcançaram mais de um bilhão de streams em seis meses, desde que a banda disponibilizou o lançamento em serviços de streaming em todo o mundo.

Dirigido por Dandypunk, André Kasten e Leah Moyer, o vídeo destaca novos elementos artísticos e nova performance das canções do show LOVE. Ao longo do clipe, ilustrações de Dandypunk desenhadas à mão conectam Eira Glover, artista de LOVE, com imagens projetadas em uma série de configurações etéreas. Todos os efeitos foram criados usando mapeamento de projeção e capturados ao vivo. Não foi utilizada nenhuma pós-produção CGI.

O vídeo honra a memória de Sir George Martin, produtor dos Beatles, e do próprio George Harrison. Os arranjos de cordas e a gravação de Martin para “While My Guitar Gently Weeps” (Versão LOVE), no Air Studios em 2006, foram seus últimos trabalhos ao longo de uma carreira lendária que durou mais de cinco décadas.

Assista o novo vídeo de “While My Guitar Gently Weeps” (Versão LOVE) no VEVO:


“While My Guitar Gently Weeps” (Versão LOVE) é uma das faixas de LOVE, álbum vencedor de vários prêmios GRAMMY e trilha sonora do espetáculo The Beatles LOVE by Cirque du Soleil, que estreou em 30 de junho de 2006. Para criar o sofisticado ambiente sonoro do show, os produtores Sir George Martin e Giles Martin trabalharam nos Estúdios Abbey Road com todo o arquivo de gravações originais dos Beatles.
Uma produção verdadeiramente única e inovadora, The Beatles LOVE by Cirque du Soleil tem recebido grande aclamação da crítica e apresenta a partir do seu 10º aniversário uma experiência teatral mais dinâmica. Novos atores, guarda-roupa, coreografia, tecnologia audiovisual e música remixada tornaram o espetáculo LOVE mais envolvente e emocionante do que nunca. Desde a estreia, mais de 4.500 performances já foram encenadas para uma plateia acumulada em, aproximadamente, 8 milhões de pessoas. Os ingressos já estão à venda para o espetáculo especial de celebração do 10º aniversário de LOVE no próximo dia 14 julho.

Os Beatles fizeram sua estreia no streaming em todo o mundo em 24 de dezembro de 2015, com seus 13 álbuns de estúdio do Reino Unido e 4 coleções essenciais – Past Masters (volumes 1 e 2), The Beatles 1962-1966, The Beatles 1967-1970, e The Beatles 1. Anthology volumes 1-3 e LOVE foram disponibilizados em 4 de abril e 17 de junho deste ano, respectivamente.
thebeatles.com

Créditos do video “While My Guitar Gently Weeps” (Versão LOVE)
Diretores do video – Dandypunk, André Kasten, Leah Moyer
Produtores do video – Yves Aucoin, Jonathan Clyde, Leu Strope
Produtores do áudio – George Martin e Giles Martin
Coreografia e Design de projeção – Dandypunk, André Kasten, Leah Moyer
Produtora – The Cirque Apple Creation Partnership
Local de filmagem – The LOVE Theatre at The Mirage Hotel & Casino; Downtown Project Wheelhouse; Girl Scouts of Southern Nevada Camp Foxtail; Floyd Lamb Nevada State Park
Arranjo de cordas – George Martin
Compositor – George Harrison

Quem são e como vivem os 15 filhos dos Beatles


Além da grande contribuição cultural que John, Paul, George e Ringo deram para a humanidade, a eles também pode ser creditado o fato de terem filhos que são seres humanos da melhor qualidade. Com a exceção de raros momentos, todos passaram suas vidas de maneira digna e honrada, bem condizente com os pais que tiveram. Alguns até seguiram os passos dos pais e se dedicam à música. São 10 filhos consanguíneos e 05 enteados (filhos de Linda, Barbara e Nancy em casamentos anteriores) que obviamente serão listados aqui também. Saiba como vivem esses herdeiros do legado e da fortuna dos Beatles.
Por José Carlos Almeida (com pesquisa em vários sites americanos e europeus)



Heather McCartney
Nasceu em 31/12/1962
Paul McCartney ganhou uma enteada quando se casou com Linda, em 1969. Após a separação do seu primeiro marido, o geólogo Joseph Melville, Linda e a filha passaram 2 anos separadas (ela foi viver com o pai), juntando-se ao casal McCartney após um acordo. Ela, inclusive, aparece em algumas cenas do filme Let It Be.

A família teve bastante preocupação com a adolescente Heather durante os anos 70 e 80, devido a problemas de depressão pelos quais a garota passou.
Em 1998, quando Linda faleceu, Heather voltou a conviver com o pai, que se suicidou em 2000. Em sua vida adulta, Heather se interessou por fotografia, mas seguiu mesmo a carreira de artesã, trabalhando com esculturas de argila. Atualmente vive em uma propriedade de Paul McCartney (que ela considera seu pai) em Sussex.



Julian Lennon
Nasceu em 08/04/1963
Julian nasceu no primeiro ano da Beatlemania, filho de John e Cynthia Lennon. No auge da psicodelia, em 1967, um desenho do pequeno Julian inspirou uma das músicas mais célebres compostas pelo pai, “Lucy In The Sky With Diamonds”. Após a separação dos pais, quando John saiu de casa para ficar com Yoko Ono, Julian inspirou outra música, esta de Paul McCartney (“Hey Jude”). Julian passou a viver com a mãe em diversos endereços no Reino Unido e foi o primeiro filho de um beatle a se dedicar à música, com o lançamento do seu álbum Valotte, em 1984, fazendo bastante sucesso com a música “Too Late For Goodbye”.

Julian continuou com a carreira artística, lançou outros álbuns e inclusive colaborou com um single do Aerosmith, em 2013. Após muitos anos a reclamar de um certo esquecimento e isolamento por parte do pai e da “família beatle”, finalmente após completar seus 50 anos, Julian parece ter se reconciliado com Yoko, seu irmão Sean. E tem obtido uma melhor compreensão do seu papel na história. Desde 2009, se dedica a uma instituição de caridade, a White Feather Foundation.



Kyoko Chan Cox
Nascida em 08/08/1963
Ao se casar com Yoko Ono, John Lennon se tornou padrasto da pequena Kyoko, filha da japonesa com o cineasta Anthony Cox. Nos primeiros anos do casamento, porém, o convívio não foi pleno: após uma tumultuada fuga, Kyoko passou a conviver com o verdadeiro pai, sem qualquer contato com a mãe – o que só aconteceu nos anos 90, quando já era adulta e voltou a usar seu nome original (antes ela usava o nome Ruth Holman, influência de uma religião chamada ‘The Living Word Fellowship’, à qual se dedica até os dias de hoje).

Em sua homenagem, Yoko compôs a música ‘Don’t Worry Kyoko (Mummy’s Only Looking For Her Hand in the Snow)’, creditada à Plastic Ono Band, que contava também com John, Ringo, Klaus Voorman e Eric Clapton.



Zak Starkey
Nasceu em 13/09/1965
Primeiro filho de Ringo Starr com Maureen Cox, Zak nasceu no auge do sucesso e, tal qual o pai, também se tornou baterista – ironicamente mais por influência do seu padrinho, baterista do The Who, Keith Moon, aos 8 anos, quando este o presenteou com sua primeira bateria. O mais bacana é que, anos depois, a partir dos anos 90, Zak se tornaria o baterista do próprio The Who, ocupando o lugar que um dia fora de Moon e, mesmo atualmente, quando Pete Townshend e Roger Daldrey se reúnem, ele ainda é o convocado para as baquetas.

Paralelamente, também tocou durante anos bateria em uma das grande bandas da história, o Oasis, tendo colaborado também com Johnny Marr. Ah, também já tocou na banda do papai, a All Starr Band. Zak se casou com Sarah Menikides em 1985 e desse casamento nasceu o primeiro ‘beatle-neto’, Tatia, que hoje também é músico.



Jason Starkey
Nasceu em 19/08/1967
No mesmo ano do Sgt. Pepper nasceu o Segundo filho de Ringo Starr, Jason. Infelizmente, ao contrário do irmão, não seguiu uma próspera carreira de músico. Na verdade, tornou-se um adolescente bastante problemático, já tendo tido problemas na Justiça por roubo de carro (aos 20 anos). Também foi preso alguns anos depois por porte de drogas. Mas logo deixou para trás esse tipo de comportamento e inclusive fez parte de algumas bandas indie, nenhuma de muito sucesso.

Passou a trabalhar nos empreendimentos do pai em diversas funções e vive há vários anos com a estilista Flora Evans, com quem teve 3 filhos. Recentemente foi fotografado andando ao lado do pai e essa sessão de fotos foi bastante comentada em sites e jornais do mundo inteiro pelo fato dele, completamente grisalho, aparentar ser mais velho que o próprio Ringo Starr.



Francesca Gregorini
Nasceu em 07/08/1968
Seis anos após se divorciar da Maureen, Ringo se casou novamente em 1981, com a atriz Barbara Bach, se tornando padrasto da pequena Francesca, filha de um casamento anterior de Barbara com um empresário italiano chamado Augusto Gregorini.

Ela cresceu entre Roma e os EUA, mudando-se depois para a Inglaterra, para viver com o novo casal. Se graduou posteriormente em cinema pela Brown University, tendo produzido e dirigido vários filmes independentes. Seu lançamento mais recente chama-se The Truth About Emanuel (2013), produção selecionada pelo Sundance Film Festival. Ganhou notoriedade na imprensa ao assumir um relacionamento com a atriz Portia de Rossi, com a qual rompeu em 2004.



Mary McCartney
Nasceu em 28/08/1969
A primeira filha consanguínea de Paul McCartney nasceu no finalzinho dos Beatles e é aquele lindo bebê que aparece na contracapa do álbum McCartney, o primeiro solo do papai. Assim como Linda, se interessou por fotografia e vegetarianismo, sendo ela a principal responsável pela empresa criada pela mãe, a LMF (Linda McCartney Foods), um empreendimento de absoluto sucesso na produção de alimentos e lançamento de livros de receitas.

Em 2001, ao produzir o documentário Wingspan, sobre a banda Wings, a bela Mary foi a responsável pela entrevista com Paul McCartney, a qual é o fio condutor do trabalho. Ela se casou duas vezes: primeiro com Alistair Donald, pai de 02 filhos, e depois com o diretor cinematográfico Simon Aboud, com quem tem 02 filhos.



Lee Starkey
Nasceu em 11/11/1970
Durante o rompimento com os Beatles, Ringo teve um motivo para se alegrar: nasceu sua filha Lee, com a primeira esposa Maureen, tendo ido viver com a mãe quando se divorciaram, 5 anos após. Viveu relativamente oculta da vida pública, só reaparecendo em 1989, quando co-estrelou, ao lado do pai, uma propaganda de automóveis. Mais ou menos na mesma época, se tornou sócia de uma boutique em Los Angeles, a Planet Alice, especializada em roupas estilo anos 60.

Ao fechar a empresa, se tornou estilista e maquiadora. Um anos após sua mãe morrer de leucemia, Lee foi diagnosticada com um tumor cerebral, curando-se com sessões de quimioterapia. Em 2001, o tumor voltou e, após novo tratamento, Lee novamente se curou. Passou a ser bastante vista com seus irmãos e com a ‘irmã de criação’ Stella McCartney. Ela vive há vários anos com o baixista das bandas Kasabian/Beady Eye, Jay Mehler, com quem teve trigêmeos em 2009.



Stella McCartney
Nasceu em 13/09/1971
Pode-se dizer que depois de Paul e Linda, ela é a mais famosa da família, graças à sua muito bem sucedida carreira de estilista. Nasceu dois anos depois da irmã Mary e viveu toda aquele estilo de vida entre o rural e o estrelato. Começou a se interessar pelo mundo da moda ainda muito nova, mas apenas em 2001 passou a frequentar o circuito profissional, sendo atualmente proprietária de 17 lojas de roupas de alto luxo em vários lugares do mundo (inclusive no Brasil).

Entre seus trabalhos mais conhecidos está o design dos uniformes dos atletas da delegação britânica que disputou os Jogos Olímpicos de 2012 e no ano seguinte passou a ser membro da Ordem do Império Britânico, pela sua contribuição com o mundo da moda. Naquele mesmo ano, durante a cerimônia de entrada de Paul McCartney no Rock and Roll Hall of Fame, Stella se deixou fotografar com uma camiseta ousada, onde estava escrita a frase “It’s About F–king Time”, como forma de protestar pela demora da indicação. Casou-se com o editor Alasdhair Willis em 2003, com quem tem 04 filhos.



Gianni Gregorini
Nascido em 1972
Mais um enteado que Ringo Starr ganhou ao se casar com Barbara Bach em 1981, filho dela com Augusto Gregorini.

O pequeno Gianni foi o ‘garoto de honra’ que levou as alianças no casamento. Cresceu vivendo com seu pai na Itália, mas se mudou posteriormente para Los Angeles, onde se tornou empresário de sucesso.








Sean Lennon
Nasceu em 09/10/1975
Após pelo menos duas tentativas de ter filhos, finalmente em 1975, no dia em que John Lennon completou 35 anos, nasceu o primeiro filho do casal, Sean Ono Lennon. Inspirado nele, John compôs uma bela música, “Beautiful Boy”, do álbum Double Fantasy, de 1980 – o primeiro após vários anos inativo. Infelizmente foi assassinado pouco tempo após o seu lançamento.

Como seus pais, Sean se tornou músico: colaborou com Lenny Kravitz e fundou a banda Cibo Matto, com a qual lançou um álbum pela gravadora Grand Royal. Em seguida, passou a lançar álbuns solo, além de participar de algumas trilhas sonoras. Fez diversas parcerias com pessoas e bandas importantes do mundo pop, como sua própria mãe Yoko Ono, os Flaming Lips, The Strokes e Mark Ronson. Também lançou álbuns em parceria com sua namorada, a modelo Charlotte Kemp Muhl, sendo o trabalho mais recente o álbum Midnight Sun, de 2014.



James McCartney
Nasceu em 12/09/1977
Por mais absurdo que pareça, o filho de Paul e Linda não se tornou músico por influência do pai, mas ao ver o personagem Marty McFly, do filme De Volta Para o Futuro, tocar guitarra, nos anos 80. Rapidamente ganhou uma Stratocaster do pai e passou a aprender músicas de Carl Perkins. Paul abriu as portas do mundo discográfico para o filho ao convidá-lo a participar de dois álbuns (‘Flaming Pie’ e ‘Driving Rain’), tocando guitarra e bateria.

Mas apenas muitos anos depois lançou seu primeiro álbum, Me, em 2013, lançando o segundo agora em 2016, The Blackberry Train. Em 2013 foi cogitada por ele e Dhani Harrison a criação de uma banda com a participação de outros filhos dos Beatles, mas a idéia logo foi descartada.



Dhani Harrison
Nasceu em 01/08/1978
O primeiro filho de George Harrison nasceu muito depois da ‘Era Beatles’, filho dele com Olivia Harrison, com quem George se casou um ano depois. Seu nome foi inspirado na sexta e sétima notas musicais da escala indiana e desde cedo passou a se interessar por música, tendo colaborado com o produtor Jeff Lynne no último álbum de George, Brainwashed – na verdade, foi finalizado pelos dois, já que naquele triste ano de 2001 George faleceu vítima de câncer.

Em 2002 tocou guitarra no show-tributo Concert For George, ao lado de Paul e Ringo, entre outros convidados. Em 2006 criou o grupo thenewno2, com o qual já lançou três álbum. Outra realização importante de Dhani foi ser o principal impulsionador do lançamento do game The Beatles: Rock Band, colaborando com os designers do game em todas as etapas. Casou-se com a modelo Solveig “Sola” Karadottir em 2012. O casal ainda não tem filhos.



Arlen Blakeman
Nasceu em 1992
Ao se casar com a atual esposa, Nancy Shevell, em 2001, Paul McCartney se tornou padrasto mais uma vez, dessa vez do jovem Arlen, filho de Nancy com seu primeiro marido, Bruce Blakeman. Foi ele que conduziu sua mãe até Paul na cerimônia de casamento.

Arlen passa a maior parte do tempo se dedicando aos estudos, fazendo raríssimas aparições públicas com sua mãe e seu padrasto.







Beatrice McCartney
Nasceu em 28/10/2003
Durante o tumultuado casamento com sua segunda esposa, Heather Mills, nasceu a caçulinha da família Beatles, em 2003. Bea, como é carinhosamente chamada pelos fãs, foi a dama de honra do casamento seguinte de Paul, com Nancy Shevell, em 2011 – após o divórcio com sua mãe.

São raras as fotos dela e as poucas que já foram divulgadas ao público são ao lado do seu pai, durante alguns passeios pelas ruas de Londres.