domingo, 3 de julho de 2016
Paul McCartney abre o jogo: “sinto muita falta de John Lennon”
A lenda Paul McCartney está com uma nova coletânea na praça, batizada de Pure McCartney e, em função da divulgação do trabalho, têm cedido algumas entrevistas interessantes por aí. Bem no clima de nostalgia que acompanha projetos desse tipo, Paul vem compartilhado verdadeiras pérolas do passado. Desta vez não foi diferente e, em nova entrevista divulgada na NME, ele fala abertamente sobre seus métodos de composição.
Como não poderia deixar de ser, o assunto sobre a falta de John Lennon veio à tona e Paul discorre sobre tudo com absoluta humildade e simpatia – algo, convenhamos, bastante incomum entre as figuras de seu porte.
As composições
“Você nunca consegue acertar o ponto. Eu não sei como fazer isso. Você pode pensar que eu sei, mas não é uma dessas coisas que você realmente sabe como fazer,” diz ele sobre seus processos.
Se eu for sentar e escrever uma música agora, eu usaria meu método tradicional: sentaria ao piano ou com um violão e começaria a procurar por melodias, formas de acordes, frases musicais, algumas palavras, apenas alguma ideia para começar.
Ele continua: Aí depois eu trabalho em cima disso, como se estivesse fazendo uma redação ou jogando palavras-cruzadas.
Esse é o sistema que eu venho usando desde sempre, que é basicamente ficar tocando o violão e procurando por algo que sugere uma melodia. Talvez alguma letra, se estiver com sorte.
Uma vida com Lennon
Sobre sentir a falta de John Lennon – tanto no sentido pessoal quanto musical, Paul diz:
“Obviamente, eu sinto muita saudade de trabalhar com John porque era algo muito especial e sabemos o quanto é difícil repetir isso,” ele diz.
Na verdade, é quase impossível, porque a gente se conheceu ainda adolescentes e vivemos muito da vida juntos: pedindo carona para chegar até Paris, as festas, trabalhar junto, passar um tempo em Hamburgo junto com os Beatles. Então éramos muito íntimos, a gente se conhecia intimamente como só amigos de infância conseguem.
Ao final, o mestre sinaliza seu desejo de continuar compondo e como se motiva no dia a dia:
“Eu realmente gosto disso. Eu me divirto. Digo, quando consigo um dia de folga e de repente tenho um bom tempo livre, eu procuro fazer aquele tipo de coisa caseira – eu vivo numa fazenda – então procuro sair para um passeio de cavalo ou algo do tipo. Mas depois que já fiz as coisas que queria fazer e ainda tenho algumas horas à tarde, eu costumo ir naturalmente para o piano ou o violão e eu me sinto meio que escrevendo uma música. É como um hobby, e é um hobby que acabou virando uma forma de sustento. Mas eu gosto de pensar dessa maneira e algumas vezes me provoco dizendo ‘Você está levando isso a sério o suficiente? Talvez deveria se esforçar um pouquinho mais’.”
Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos
sábado, 2 de julho de 2016
Editora Planeta lança o novo livro de Hunter Davies: As Letras dos Beatles
Livro traz a primeira coletânea de letras da banda já publicada
A banda de rock britânica mais famosa de todos os tempos é tema de livro lançado pela Editora Planeta este mês. Em A letra dos Beatles, escrito por Hunter Davies, autor que conviveu com a banda em seu apogeu e escreveu a única biografia autorizada dos Beatles (The Beatles), o leitor terá a chance de conhecer a primeira coletânea de manuscritos de letras dos Beatles já publicada.
Hunter Davies conviveu com os Beatles no apogeu da banda e escreveu sua primeira e única biografia autorizada. Desde então, pesquisou e encontrou mais de cem letras de suas músicas, escritas à mão, que são reproduzidas no livro.
Em As letras dos Beatles, além dos escritos originais, há ainda a história de grande parte das canções e de seus significados. Segundo o autor, os Beatles compunham a qualquer hora, em qualquer lugar: as músicas podiam começar no verso de um envelope, num guardanapo ou num papel de carta de hotel.
Esses escritos, entre eles vários rascunhos e versões revisadas, propiciam uma visão única e íntima do marcante processo criativo dos maiores compositores de música popular de todos os tempos: o que eles pensavam, como mudavam de ideia e de que maneira realizavam letras de músicas hoje conhecidas em todo o mundo.
Sobre o autor:
Hunter Davies é autor de mais de quarenta livros, entre romances, histórias para crianças e obras sobre viagens, história social e esporte. Escreveu diversas biografias – incluindo a única biografia autorizada dos Beatles. Editou ainda As cartas de John Lennon (livro publicado no Brasil pela Editora Planeta). Como jornalista, trabalhou no Sunday Times por muitos anos, e também na revista Punch e no jornal The Guardian.
Ficha técnica:
As letras dos Beatles
Hunter Davies
Número de páginas: 384
Preço sugerido: R$ 59,90
sexta-feira, 1 de julho de 2016
Paul McCartney diz quais são suas duas músicas favoritas de Ringo Starr
Em uma participação recente no programa do apresentador Jimmy Fallon, ambos criticaram o fato de Ringo Starr ainda não ter entrado para o Rock’n’roll Hall of Fame, já que até o empresário dos Beatles já foi indicado: “isso é ótimo, ele foi nosso empresário. Mas Ringo Starr ainda não está!”.
Na ocasião, Paul indicou quais são as suas duas músicas favoritas na carreira solo do colega: “Back off Boogaloo e “Don’t come easy”.
A primeira foi lançada como single em março de 1972, tendo como produtor o ex-beatle George Harrison. Segundo consta, trata-se de um apelido dado por Ringo ao próprio Paul McCartney e na música, ele sugere que o baixista se desligue da pressão de ser comparado aos outros Beatles e apenas faça música. Já a segunda, também foi lançada pela Apple em single, em abril de 1971 (o primeiro de Ringo), contando igualmente com a ajuda de George (na composição), e alcançou o primeiro lugar em algumas paradas. Há inclusive uma versão com George no vocal principal.
Back Off Boogaloo
Go!Back off boogaloo,
I said, back off boogaloo,
I said, back off boogaloo, boo.
Back of boogaloo,
What d'yer think i'm gonna do?
I got a flash right from the start.
Wake up, meat head,
Don't pretend that you are dead,
Get yourself up off the cart.
Get yourself together now
And give me something tasty.
Ev'rything you try to do,
You know it sure sounds wasted.
Back off boogaloo,
I said, back off boogaloo.
You think you're a groove,
Standing there in your wallpaper shoes
And your socks that match your eyes.
Back off boogaloo,
I said, back off boogaloo,
Come on, back off boogaloo, boo.
Get yourself together now
And give me something tasty.
Ev'rything you try to do,
You know it sure sounds wasted.
Back off boogaloo,
What d'yer think i'm gonna do?
I got a flash right from the start.
Back off boogaloo,
I said, back off boogaloo,
Come on, back off boogaloo, boo.
Back off boogaloo,
I said, back off boogaloo,
Come on, back off boogaloo, boo.
Back, ba-ba-ba-back!
Back off boogaloo,
I said, back off boogaloo,
Come on, back off boogaloo, boo.
Back off boogaloo,
I said, back off boogaloo,
Come on, back off boogaloo, boo.
Back, back, ba-ba-back, come on!
Back off boogaloo,
I said, back off boogaloo,
Come on, back off boogaloo, boo.
Back off boogaloo,
I said, back off boogaloo,
Come on, back off boogaloo, boo.
Recue, Boogallo
Vai!Recue Boogaloo,
Eu disse, recue Boogaloo,
Eu disse, recue Boogaloo, boo.
Recue Boogaloo,
O que você pensa que eu vou fazer?
Eu peguei um raio logo na partida.
Acorde, seu idiota,
Não pense que você está morto,
Saia sozinho do carro.
Juntem-se agora,
E me deem alguma coisa deliciosa,
Tudo que você tentar fazer,
Você sabe que parecerá um desperdício
Recue Boogaloo,
Eu disse, recue Boogaloo,
Você pensa que é uma ranhura,
Lá em seu sapato de papel de parede,
E todas as suas meias que combinam com seus olhos.
Recue Boogaloo,
Eu disse, recue Boogaloo,
Vamos lá, recue Boogaloo, boo.
Juntem-se agora,
E me deem alguma coisa deliciosa,
Tudo que você tentar fazer,
Você sabe que parecerá um desperdício
Recue Boogaloo,
O que você pensa que eu vou fazer?
Eu peguei um raio logo na partida.
Recue Boogaloo,
Eu disse, recue Boogaloo,
Vamos lá, recue Boogaloo, boo.
Recue Boogaloo,
Eu disse, recue Boogaloo,
Vamos lá, recue Boogaloo, boo.
Volte, vol-vol-volte
Recue Boogaloo,
Eu disse, recue Boogaloo,
Vamos lá, recue Boogaloo, boo.
Recue Boogaloo,
Eu disse, recue Boogaloo,
Vamos lá, recue Boogaloo, boo.
Volte, volte, vol-vol-volte, vamos lá!
Recue Boogaloo,
Eu disse, recue Boogaloo,
Vamos lá, recue Boogaloo, boo.
Recue Boogaloo,
Eu disse, recue Boogaloo,
Vamos lá, recue Boogaloo, boo
It Don't Come Easy
It don´t come easyYou know it don´t come easy
It don´t come easy
You know it don´t come easy
Got to pay your dues if you want to sing the blues
And you know it don´t come easy
You don´t have to shout or leap about
You can even play them easy
Forget about the past and all your sorrow
The future won´t last
It will soon by your tomorrow
I don´t ask for much
I only want trust
And you know it don´t come easy
And this love of mine keeps growing all the time
And you know it just ain´t easy
Open up your heart
Let´s come together
Use a little luck
And we will make it work out better
Got to pay your dues if you want to sing the blues
And you know it don´t come easy
You don´t have to shout or leap about
You can even play them easy
Please remember peace is how we make it
Here within your reach
If you´re big enough to take it
I don´t ask for much
I only want trust
And you know it don´t come easy
And this love of mine keeps growing all the time
And you know it don´t come easy
Isso Não Vem Fácil
Isso não vem fácilVocê sabe que não vem fácil
Isso não vem fácil
Você sabe que não vem fácil
Tenho que pagar suas dívidas, se você quiser cantar o blues
E você sabe que não vem fácil
Você não precisa gritar ou pular sobre
Você pode até mesmo jogá-los mais fácil
Esqueça o passado e toda sua tristeza
O futuro não vai durar
Em breve, por seu amanhã
Eu não peço muito
Eu só quero confiar
E você sabe que não vem fácil
E esse meu amor continua crescendo o tempo todo
E você sabe que isso não é fácil
Abra seu coração
Vamos unir
Use um pouco de sorte
E vamos fazê-lo funcionar melhor
Tenho que pagar suas dívidas, se você quiser cantar o blues
E você sabe que não vem fácil
Você não precisa gritar ou pular sobre
Você pode até mesmo jogá-los mais fácil
Lembre-se a paz é como faremos isso
Aqui dentro de seu alcance
Se você é grande o suficiente para levá-la
Eu não peço muito
Eu só quero confiar
E você sabe que não vem fácil
E esse meu amor continua crescendo o tempo todo
E você sabe que não vem fácil
Curiosidade: dois livros de parentes dos Beatles, uma tia e uma irmã
Dentro da extensa lista de livros sobre os Beatles (segundo dizem, são mais de 3 mil títulos diferentes, abordando os mais diversos aspectos do fenômeno), destacamos aqui dois volumes curiosos e interessantes, sobre dois parentes, um de John e um de George.
Tia Mimi – “Uma guitarra como hobby tudo bem, John, mas você nunca vai ganhar a vida com ela”. A sentença de Mary Elisabeth Smith, a Tia Mimi, nunca foi esquecida pelo sobrinho John Lennon. Tanto que, depois de rico e famoso, ele fez questão de reproduzi-la em uma placa e dá-la de presente à própria, como uma amarga ironia. A frase também foi aproveitada para intitular uma peculiar biografia dentro da cultura beatle, escrita pela britânica Kathy Burns, uma fã que acabou se tornando amiga.
Diferente da imagem de severa, amarga e distante patriarca que vem sendo disseminada em diversos livros e revistas, Burns descreve uma mulher que, embora convicta das suas idéias, também tinha um lado doce, terno e bastante influente na vida de John Lennon, que mantinha contato com ela (telefônico, principalmente depois que passou a viver nos EUA), solicitando sua opinião sobre diversos aspectos da sua vida.
O livro The Guitar’s All Right as a Hobby, John foi lançado em 2014 e encontra-se disponível na Amazon nos formatos kindle e brochura (ou paperback, para usar um termo mais “beatle”).
Louise Harrison – Já o My Kid Brother’s Band… a.k.a. The Beatles conta uma parte da vida do beatle George Harrison, do ponto de vista de sua irmã Louise Harrison. O volume, que conta com belas fotos da infância do “beatle calado”, revela curiosidades deliciosas, como por exemplo o fato de George ter sido o primeiro beatle a conhecer os EUA.
Ocorre que Louise, mais velha que George, se casou com um americano, indo morar na América bem antes do sucesso dos Beatles. Um ano antes da primeira turnê dos Fab nos EUA, em 1963, George a visitou, sozinho, tendo a primeira (e única) experiência de andar pelas ruas sem ser reconhecido e assediado pelos fãs – já que naquela ocasião os Beatles eram famosos apenas no Reino Unido.
O livro da Louise Harrison encontra-se também na Amazon, um pouco mais caro que o da Tia Mimi. Apesar dos dois livros não serem de fato essenciais, apresentam dois pontos de vista de pessoas intimamente ligadas aos Beatles: seus parentes.
Camisa com sangue de John Lennon é vendida por R$138 mil
Uma camisa manchada com o sangue de John Lennon foi leiloada por mais de R$138 mil. A peça de roupa foi usada por um funcionário do prédio em que o ex-beatle morava, em Nova York, na noite do seu assassinato.A blusa pertencia a Jay Hastings, que teria sido uma das primeiras pessoas a prestar socorro ao cantor. Antes de ser arrematada no leilão, a peça de roupa era avaliada em cerda de 7 mil libras. Jay Hastings também leiloou uma edição do álbum Double Fantasy autografada por Lennon e Yoko Ono, além de uma carta da viúva do músico agradecendo a ajuda oferecida na noite em que John Lennon foi morto.
quinta-feira, 30 de junho de 2016
Entrevista: Portal Beatles Brasil fará cobertura da BH Beatle Week 2016
Pelo terceiro ano seguido o Portal Beatles Brasil fará cobertura do maior evento da Beatlemania brasileira, o festival BH Beatle Week, que na edição 2016 será ampliado e trará atrações e locais inéditos. Sabendo disso, o site mineiro Universo Retrô realizou uma pequena entrevista com o nosso editor, José Carlos Almeida, que fala um pouco sobre suas impressões e a expectativa desse grandioso evento.
O Beatles Brasil vai cobrir o BHBW pela terceira vez consecutiva. Quais suas impressões sobre as duas últimas edições do evento e as expectativas para esse ano?O Portal Beatles Brasil tenta cobrir o máximo de eventos da Beatlemania nacional, divulgando-os em nosso site e resenhando-os posteriormente. Sendo o maior evento beatle da América Latina, a BHBW não poderia faltar. Me lembro de ter ficado maravilhado na primeira vez, e não era pra menos: conheci bandas e músicos incríveis, como o Gary Gibson, a Orquestra Ouro Preto, além de ter me deliciado com um show de astros de quem eu era fã desde criança, como Beto Guedes, Márcio Greyck e, claro, o Aggeu Marques, que eu conhecia só pela Internet. Confesso que subestimava o movimento de bandas cover no Brasil, então a BHBW me abriu um a mente para um novo universo, de músicos profissisonalíssimos e de muito talento. Outra coisa fantástica foi descobrir bandas que tocaram músicas dos Beatles nos mais diversos estilos (grupos vocais, instrumentais, Punk Rock, Rockabilly e até mesmo algumas que reproduzem fielmente o que ouvimos nos discos oficiais). Na segunda edição, já não fiquei mais surpreso, mas, embora tenha sido uma edição um pouco reduzida, também conheci músicos incríveis. A expectativa é que nesse ano eu reveja algumas dessas atrações e, se possível, quero conhecer outros que ainda não vi. Ah, e claro, espero rever as dezenas de amigos que fiz. Isso é tão importante quanto o festival em si. Esta será nossa terceira vez e espero nunca mais perder nenhuma edição.
Para você, por que o Beatle Week deu tão certo na capital mineira?
Em primeiro lugar, acho que deu certo porque é uma iniciativa de um cara que tem muita visão, profissionalismo e integridade: Aggeu Marques. Eu já sabia que era um puta músico, mas nem de longe imaginava que o sujeito era tão empreendedor. A BHBW é perfeita desde os grandes até os mínimos detalhes. Os artistas e convidados são tratados como superstars. Não é à toa que as bandas disputam “a tapa” uma vaga no evento. A equipe de trabalho também é excelente, profissionais de nível internacional, pessoas super do bem. Conta muitíssimo dois fatores importantes também: Belo Horizonte é uma cidade linda e o povo mineiro é muito acolhedor, do tipo que te conhece hoje e já vira “amigo de infância”; e também tem locais perfeitos para a realização desses eventos, como o Circuito do Rock, o Cine Brasil e a Savassi. Fora do evento, aproveitei para conhecer o Mercado Municipal, a Praça da Liberdade, o Beco do Rock (Sabará) e a Feira Hippie. Ou seja, além da atração principal, que é o festival, BH é perfeita também para quem quer conhecer gente e lugares bacanas. Não consigo imaginar um lugar melhor para isso.
Nessa edição, o BHBW vai contar com novos espaços (como o Centroequatro, Parque dos Mangabeiras e o Bar do Museu Clube da Esquina), além de atrações nacionais e internacionais inéditas, que prometem uma experiência inesquecível para os beatlemaníacos. Para você, quais as atrações de destaque do evento? O que os fãs não podem deixar de conferir nessa edição?
Musicalmente, quero muito rever duas atrações pelas quais me apaixonei: a Orquestra Ouro Preto e a banda Bloody Mary & The Munsters. Quero muitíssimo rever também o Aggeu em parceria com o Gary Gibson. Há outras bandas que mal posso esperar pra ver novamente (Hocus Pocus, Hey Baldock, Beatles Again e outras). Tem também umas bandas argentinas e chilenas que farei tudo pra não perder. Mas principalmente, espero conhecer mais algumas atrações que me deixem surpreso, maravilhado, que eu nunca mais esqueça. Com relação aos locais, além desses que você citou, uma coisa que me anima muito é a eminência de conhecer o Ouro Minas Hotel, onde o próprio Paul McCartney se hospedou quando esteve aí. Eu fui ao show, mas não pude ir lá naquela ocasião. Se tiver a chance, adoraria até mesmo conhecer a suíte onde ele ficou. E, claro, ver os shows que ali acontecerão. Acredito que serão incríveis também.
Por último, quais as dicas para os nossos leitores aproveitarem ao máximo cada dia do evento?
Infelizmente não dá pra ver tudo, pois alguns shows acontecem ao mesmo tempo, em locais diferentes. Então a dica é usar o programa oficial para se planejar e ver o máximo de atrações possível. E cuidar da logística do transporte, de modo a perder pouco tempo nos trajetos. Estou me preparando também para dormir pouco. Isso mesmo, pois as atrações geralmente duram até a alta madrugada e pretendo visitar, durante os dias, alguns pontos de BH (quero pelo menos cumprir o ritual de comprar vários tipos de queijo no Mercado Municipal). Mas como o assunto principal é música, prestem atenção nas dicas principais: tentem garantir seus ingressos com o máximo de antecipação, pois dessa vez, desconfio que vão se esgotar bem rápido. E principalmente, tentem a todo custo ver pelo menos uma apresentação do Aggeu Marques. O cara é fenomenal, incrível. Simplesmente o melhor Paul McCartney que já vi (depois do original, claro).
Confira as 35 atrações musicais da BH Beatle Week 2016
Fica até difícil reunir tantas atrações legais em uma só imagem, mas tá aí: essa é a galera que vai tratar de transformar Belo Horizonte em Liverpool mais uma vez, mantendo acesa a chama da beatlemania na BH BEATLE WEEK 2016! Vocês querem ingressos? Pois as vendas começam logo, logo.






