terça-feira, 2 de agosto de 2016
Netflix lança a animação Beat Bugs nesta Quarta-feira
Chegou a hora! Nesta Quarta-feira, 03 de agosto de 2016, a Netflix lança o tão aguardado trabalho de animação Beat Bugs, série infantil inspirada nas músicas dos Beatles! Beat Bugs terá participação de músicos como Eddie Vedder, P!nk, James Bay, Sia, The Shins, Of Monsters and Men, Chris Cornell, Regina Spektor, James Corden e Birdy, todos criando novas versões para os clássicos do Fab Four.
Dentre as músicas do quarteto estão os clássicos “Help!”, “All You Need Is Love”, “Come Together”, “Penny Lane”, “Yellow Submarine”, “Lucy In the Sky with Diamonds”, “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” e “Magical Mystery Tour”. Além da trilha sonora, o conteúdo das letras também ajuda a contar a história dos personagens Jay, Kumi, Crick, Buzz e Walter em cada episódio.
As duas primeiras temporadas da série utilizam 53 músicas do catálogo Lennon/McCartney, mas eles têm os direitos de 300 músicas. Beat Bugs conta com a direção de Josh Wakely, produção do estúdio Thunderbird e animação do Atomic Cartoons. “Estou muito feliz em participar deste projeto do Josh”, comentou Eddie Vedder. “É uma série infantil incrível, com uma animação linda e ótimas histórias. E, obviamente, algumas das melhores canções do mundo”.
O ex-vocalista da banda Silverchair, Daniel Johns, é o responsável pela direção musical da produção. Johns e Wakely estão trabalhando juntos desde 2011, quando apresentaram um TED Talk sobre processo criativo na música, o que mostra um pouco das ideias dos dois para compor a trilha da série.
10 razões para você não perder a BH Beatle Week
A BH Beatle Week acontece pela quinta vez, esse ano entre os dias 03 e 07 de agosto. Trata-se do maior evento alusivo aos Beatles na América Latina, um verdadeiro sucesso. Como se fosse necessário, segue abaixo uma relação de 10 motivos pelos quais você não pode nem pensar em perder esse evento.
Por José Carlos Almeida
Atrações internacionais
Uma grande oportunidade de conhecer artistas que rodam o mundo divulgando a música dos Beatles. Esse ano teremos o melhor cover de John Lennon do mundo, Gary Gibson, um cara que, além de muitíssimo parecido com Lennon, canta muito bem e nos faz sonhar. O show é um delírio e agora fará parceria com Aggeu Marques, emulando um encontro da dupla Lennon/McCartney. Também teremos a banda argentina The Buitres Rock Band, os chilenos da Nowhere Band e mais uma argentina, a sensacional BX4, um grupo vocal à lá The Mamas & The Papas, que canta só músicas dos Beatles.
Astros mineiros
Já virou uma tradição a participação de astros mineiros, alguns deles pela segunda vez: o eterno jovemguardista Márcio Greyck, Tunai e Paulinho Pedra Azul voltam ao evento, dessa vez dividindo a noite com Wilson Sideral, Túlio Mourão (aquele dos Mutantes!) e Cláudio Venturini. Uma noite, sem dúvida, muito estrelada!
Orquestra Ouro Preto
Também pela segunda vez, a Orquestra Ouro Preto deverá emocionar a plateia do Teatro Bradesco. Os ingressos já estão esgotados, mas vale muito a pena tentar novamente, pois sabe lá… o certo é que trata-se de um show inesquecível. Quem viu em 2014 pode comprovar.
Ouro Minas Hotel
Uma grande parceria formada pela BH Beatle Week esse ano foi com o Ouro Minas Hotel – simplesmente o local onde o beatle Paul McCartney encostou sua cabecinha no travesseiro e dormiu tranquilo duas noites, em 2013, quando esteve na capital mineira para um show apoteótico. Isso já seria suficiente para eternizá-lo no imaginário da Beatlemania nacional, mas também acontecerão ali shows musicais que prometem: Eduardo Sangy, Lindsay & Isaac, Gary Gibson, Aggeu Marques & The Yesterdays, BX4 e acredite… ainda tem muito mais (confira na programação do site oficial).
FICC
A BH Beatle Week firmou parceria com a produção da FICC (Festival Internacional de Cerveja e Cultura), que acontecerá no Parque das Mangabeiras e contará com apresentações da Nowhere Band e The Calangles Rock Band.
Aggeu Marques & The Yesterdays
Além de ser o produtor da BH Beatle Week, o empreendedor Aggeu Marques é um dos melhores “Paul McCartney” do mundo, certamente o melhor do Brasil. Como de costume, deverá se apresentar com os astros mineiros, com a banda The Yesterdays, com o internacional Gary Gibson e em algumas canjas aqui e ali. Sem falar que em todas as suas aparições, esbanja simpatia e faz fotos e selfies com as centenas de fãs que sempre o circulam.
Camilo Lucas
Artista plástico, cartunista e editor da revista Jararaca Alegre, Camilo Lucas vai marcar presença pelo terceiro ano consecutivo, com sua exposição de quadros temáticos (The Beatles In My Life), além de distribuir gratuitamente exemplares da nova edição da Jararaca Alegre, que sempre dedica várias páginas aos Beatles e à BH Beatle Week.
Lizzie Bravo
Novamente a BH Beatle Week contará com a presença dessa verdadeira lenda da Beatlemania nacional. Além de ser internacionalmente conhecida como “a garota que gravou com os Beatles” (ela participou da gravação da música “Across The Universe”), o público poderá adquirir exemplares do seu maravilhoso livro Do Rio a Abbey Road, um volume muito bem escrito, editado e ricamente ilustrado com fotos incríveis e inéditas dos Beatles, feitas por ela mesma! Além de autografar os livros, Lizzie sempre nos brinda com várias histórias fascinantes das suas aventuras na terra dos Beatles. Vale a pena procura-la.
Portal Beatles Brasil e Portal Uai
Sendo o maior evento beatle da América Latina, a BH Beatle Week também conta com aliados de peso: o principal veículo de informação sobre Minas Gerais na Internet, o UAI (www.uai.com.br) e, pelo terceiro ano consecutivo, o maior portal de informação sobre os Beatles em línguas latinas, o Portal Beatles Brasil (www.thebeatles.com.br) – que também hospeda a Rádio Beatles Brasil – tocando músicas dos Beatles juntos e em carreiras solo “24 horas por dia, 8 dias por semana”.
Belo Horizonte
Parece redundante mais não é: uma das maiores atrações da BH Beatle Week é a própria capital mineira, Beagá, Belô, Belzonte… sim, Belo Horizonte! É praticamente impossível não visitar pontos turísticos, locais pitorescos, bares, ver gente bonita e, não é muito relembrar: o novo Patrimônio Cultural da Humanidade, a Pampulha.
E aí, precisa mais?
Paul McCartney toca ‘A Hard Day’s Night’ pela primeira vez em 51 anos
Nesta quarta-feira Paul McCartney subiu ao palco em Fresno, na Califórnia, para apresentar o primeiro show de sua nova turnê, One On One. Inspirado, o ex-Beatle parecia empenhado em surpreender o público e tocou uma setlist pra lá de inesperada. Para abrir o concerto, a escolhida foi a clássica A Hard Days’s Night. Apesar de ser uma das canções mais icônicas do Fab Four, a música nunca havia sido tocada pelo baixista em shows de sua carreira solo. A última vez que o britânico executou a faixa foi em 1965, quando a banda de Liverpool se apresentou em Daly City, na Califórnia, há 51 anos.
As surpresas não pararam por ai. Além de A Hard Day’s Night, McCartney também tocou Love Me Do, outra famosa canção dos Beatles, pela primeira vez desde que começou sua carreira solo. O baixista aproveitou também para mostrar algumas raridades, que não são tocadas com tanta frequência em seus shows, como In Spite of All the Danger, do The Quarrymen (banda que ele liderava ao lado de John Lennon e deu origem aos Beatles), que não era tocada desde 2004, mesmo caso de You Won’t See Me. O cantor ainda assumiu o piano em Here, There and Everywhere, sendo a primeira vez que o britânico tocou a canção ao vivo no instrumento.
A nova turnê de McCartney deve passar pela América do Sul em breve. O músico viaja até a Argentina em maio, onde faz três shows: um em Córdoba, no dia 15, e dois em Buenos Aires, nos dias 17 e 19. Apesar da vinda ao continente o ex-Beatle ainda não anunciou datas no Brasil. A última passagsem do inglês por aqui foi em 2014, quando tocou em Vitória, no Espírito Santo; no Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo – onde fez dois shows.
Confira no vído abaixo a apresentação de A Hard Day’s Night pela primeira vez em 51 anos:
Vem aí um novo filme: The Lennon Report
Vem aí o mais um filme com enfoque ao beatle John Lennon: The Lennon Report (ainda sem título em português, mas provavelmente deverá se chamar O Relatório Lennon), com lançamento previsto para 07 de outubro, ainda esse ano. Produzido por Gabriel e Refael Francisco, dirigido por Jeremy Profe, o drama deverá enfocar os dias que sucederam o assassinato de John, em 8 de dezembro de 1980.
A trama gira em torno dos médicos de emergência, enfermeiras e policiais que deram assistência a Lennon e testemunharam toda a agonia e falecimento. O tema já foi enfocado no documentário The US vs Lennon, mas agora aparece em forma de dramatização.
O filme deverá ser lançado nas cidades americanas de New York City, Los Angeles, Chicago, Dallas, Seattle, Tampa, San Francisco, Denver, Atlanta e Cleveland, com lançamento nacional uma semana depois. No Brasil, ainda não há previsão de lançamento.
Show dos Beatles no Shea Stadium será exibido nos cinemas em Setembro
O lendário show no Shea Stadium, que os Beatles realizaram em 1965, foi restaurado e será exibido nos cinemas, anunciou o site oficial TheBeatles.com. A exibição acontecerá em um único dia: 15 de setembro, e nos EUA – sem nenhum anúncio sobre se viajará o mundo, muito menos se virá ao Brasil (na verdade, nem mesmo datas no UK foram anunciadas).
Ao mesmo tempo que anunciou esse lançamento, o site lançou um novo trailer do documentário “Eight Days a Week”, de Ron Howard, que deverá ser lançado também em setembro – e obviamente, também dá destaque àquela apresentação, que foi a maior dos Beatles em público.
Lennon/McCartney ou McCartney/Lennon?
Parece um assunto irrelevante, e é. Afinal, que diferença faz o fato de uma música ter o nome de Lennon ou de McCartney em primeiro lugar? Mas a verdade é que esse assunto já provocou discordância e já causou aborrecimento a Paul McCartney. É sabido que havia um acordo verbal na dupla de compositores mais geniais de todos os tempos: independente de quem compusesse uma canção, ela seria igualmente creditada aos dois. E assim permaneceu até o fim dos Beatles.
A primeira música gravada com créditos para a dupla Lennon/McCartney foi “You’ll Be Mine”, de 1960, mas 3 anos antes, já haviam duas músicas (até então não gravadas ou registradas) da dupla: “Hello Little Girl” e “One After 909” (a primeira gravada no teste para a gravadora Decca, a segunda em uma das primeiras sessões já na EMI, mas só gravada e lançada definitivamente no álbum Let It Be, em 1970). Todas elas, no entanto, só se tornaram de fato ‘músicas dos Beatles’ nos anos 90, quando saiu a coletânea The Beatles Anthology.
Em se tratando de músicas dos Beatles de fato, ou seja, aquelas gravadas e lançadas por John, Paul, George e Ringo, a primeira creditada à marca Lennon/McCartney foi “Love Me Do”, em 1962, o primeiro single dos Beatles. Já no ano seguinte, “Please Please Me” e “From Me To You” foram creditadas como McCartney/Lennon. No ano seguinte, 1963, volta a ordem original e o single “She Loves You” volta a ser creditado como Lennon/McCartney, ordem seguida por todos os singles que viriam a ser lançados – sendo que no LP Please Please Me, as músicas aparecem como sendo de McCartney/Lennon.
Só após o fim dos Beatles, essa ordem com o nome de Lennon na frente realmente passou a incomodar o parceiro McCartney: em 1976, no lançamento do álbum ao vivo Wings Over America, as 5 músicas dos Beatles aparecem com a marca autoral McCartney/Lennon.
Enquanto John Lennon estava vivo, nunca houve qualquer tipo de conversa sobre a inversão dessa ordem, porém, após sua morte, Paul McCartney e a viúva Yoko Ono tiveram discordâncias sobre o assunto, quando McCartney, em algumas ocasiões, solicitou autorização para, oficialmente, creditar com seu nome na frente aquelas músicas que fossem prioritariamente criadas por ele, principalmente a mais conhecida, “Yesterday”. Yoko sempre se opôs à idéia, argumentando que não se muda a história, por isso a ordem deveria permanecer como já estava conhecida: Lennon/McCartney.
Paul McCartney, provavelmente numa tentativa de dispersar a polêmica em torno do caso, declarou: “Estou muito feliz com o jeito que as coisas são e sempre foram. Lennon/McCartney é uma marca forte no Rock’n’roll e tenho muito orgulho de fazer parte disso – na ordem que sempre foi”. No entanto, em lançamentos posteriores, algumas músicas dos Beatles aparecem como McCartney/Lennon – aparentemente sem a preocupação de solicitar de autorizações.
Curiosidade: no Brasil há duas marcas similares a essa parceria: Raul Seixas/Paulo Coelho e, claro, Roberto Carlos/Erasmo Carlos. Na primeira não há registros sobre discordâncias na ordem dos nomes. Quanto à segunda, no livro Roberto Carlos em Detalhes há uma breve narrativa sobre quando a ordem foi criada, sempre com Roberto na frente, mas segundo consta o parceiro Erasmo sempre achou uma grande vantagem ser o segundo nome. Para ele, o nome falado por último é o que fica mais gravado na cabeça da pessoa.
Voltando aos Beatles, o que todo fã concorda é que pouco importa a ordem dos nomes, e sim a qualidade dessas composições, e nisso, elas são inalcançáveis – e continuarão sendo.
Saiba onde aconteceram todos os shows de Paul McCartney nesse mapa
Já pensou se existisse no Google Mapas uma indicação de onde aconteceram todas as apresentações de Paul McCartney? O colaborador Andre Bacila Langer não só pensou, mas fez esse mapa! O trabalho, que deve ter tomado um tempão, mostra TODAS as apresentações do ex-beatle solo e com os Wings. Claro, incluindo todas as que fez no Brasil. Confira:






