sexta-feira, 10 de junho de 2016

James McCartney se recusa a falar sobre o pai em entrevista para a BBC


Se você fosse filho de um beatle, nunca iria se cansar de falar sobre ele, confere? Não é bem assim para James McCartney, filho de Paul McCartney e Linda. Ao participar de uma entrevista na rádio BBC, na primeira tentativa do apresentador Nick Coffer de citar o seu pai famoso, James interrompeu-o abruptamente.

Coffer, entre outras coisas, perguntou se James não se sentia pressionado a seguir os mesmos passos do pai. “Acho que não gostaria de falar sobre minha família, pois é um assunto privado, entende?”. O apresentador ainda tentou argumentar: “Não estou perguntando sobre seu pai. Mas sempre que entrevistamos alguma personalidade, também queremos saber sobre sua história, de como ela chegou aqui”.

“Pra mim, é apenas sobre meu álbum, Blackberry Train, é para isso que estou aqui. Estou tentando promover meu álbum de todas as maneiras”, replicou o impaciente McCartneyzinho, ao que o locutor replicou: “Se você quer falar só sobre esse assunto, James, tudo bem, mas acho que nesse caso podemos finalizar a entrevista”. Nesse momento, James desligou, deixando o locutor sozinho no ar.

A entrevista, que chegou a durar pouco menos de 3 minutos, aconteceu no dia 04 de maio e ficou incompleta. Ainda não encontramos o áudio. O novo álbum de James, Blackberry Train, foi lançado dois dias depois, no dia 06.

E você, também estaria de “Saco cheio” de falar do seu pai beatle?



quarta-feira, 8 de junho de 2016

O que há de “Beatles” no novo disco de Eric Clapton


Muito se comentou sobre o I Still Do, novo álbum de Eric Clapton, nas comunidades sobre os Beatles. Segundo afirmações, haveria uma participação póstuma de George Harrison na guitarra e vocal. Bom, Eric Clapton tem negado essa participação, mas mesmo assim, é um disco que vai um pouco além nas referências aos Beatles. Vejamos:

1 – A capa é de Peter Blake, o mesmo autor da famosa capa do Sgt. Pepper’ Lonely Hearts Club Band.

2 – Glyn Johns é o produtor do album. Trata-se do mesmo produtor convocado, em 1970, para aproveitar o que havia de melhor nas gravações do projeto Get Back/Let It Be. Embora tenha feito um bom trabalho, sua seleção foi descartada, ficando o mesmo trabalho a cargo de Phil Spector, que resultou no Let It Be original. Johns também é apontado como o autor do primeiro ‘bootleg’ dos Beatles, chamado Kum Back.

3 – Ainda sobre a participação (ou não) de George Harrison, é um assunto controverso. Clapton vem negando, mas comenta-se também que seria para evitar que tal participação seja o principal foco sobre o álbum. Nos créditos está escrito que “Angelo Mysterioso” canta e toca violão em “I Will Be There”.
4 – Um pouco mais distante, mas também digna de nota é a participação de Henry Spinetti, baterista que tocou no Gone Troppo, álbum de George Harrison, e em dois de Paul McCartney, Ram e Choba B CCCP.

5 – Também merece ser lembrado que o próprio Eric Clapton também é um ‘Beatles related’, já que fez o solo de “While My Guitar Gently Weeps” e também parceiro de George Harrison em tantos projetos, como a turnê pelo Japão (a última do e-beatle). Ah, e pode-se dizer, foi o guitarrista da primeira formação da Plastic Ono Band, de John Lennon.

Acho que é só. Agora, com licença que vou passar o dia ouvindo o I Still Do.
[Colaborou com informações: Luis Pinheiro de Almeida]

Morre a atriz Theresa Saldana, do filme Febre de Juventude

A atriz americana Theresa Saldana, conhecida por sua participação no filme “Touro indomável” (1980) e na série “The Commish”, morreu nesta terça-feira (7) aos 61 anos, informou o jornal “Los Angeles Times”. A causa da morte não foi informada. Theresa ficou conhecida por sobreviver ao ataque de um fã obsessivo em 1982, que a golpeou com uma faca várias vezes em Los Angeles.

Nascida em 1954 em Nova York, a atriz participou de filmes como “Febre de Juventude” (1978), em que faz o papel de uma das garotas que viajam vários quilômetros de carro para ver os Beatles. No final, é barrada no programa Ed Sullivan, mas tem a sorte de dar uma carona para Paul, John, Ringo e George. Além de “Touro Indomável”, o longa de boxe dirigido por Martin Scorsese e estrelado por Robert De Niro. Theresa interpretava a esposa do personagem de Joe Pesci, irmão do protagonista.

Posteriormente, a atriz se dedicou à TV, onde participou de séries como “Carro comando”, “Matlock”, “Cagney & Lacey”, “Falcon Crest” e “MacGyver – Profissão: perigo”. Por “The commish”, foi indicada ao Globo de Ouro. Depois do ataque que sofreu, a Theresa fez campanha para conscientizar à sociedade sobre os riscos de assédio que as celebridades enfrentam.

domingo, 5 de junho de 2016

Coachella: o festival dos nossos sonhos vai acontecer mesmo!





Rolling Stones, Paul McCartney, Bob Dylan, Neil Young, The Who e Roger Waters confirmaram presença em um megafestival que ocorrerá em outubro em Coachella, na Califórnia (Estados Unidos), anunciou nesta terça-feira a promotora Goldenvoice Entertainment em comunicado.


O evento, descrito como uma “oportunidade única na vida de ver seis dos artistas mais icônicos e influentes do rock”, vai acontecer entre 7 e 9 de outubro no mesmo lugar onde é celebrado todos os anos o Festival de Coachella, organizado pela mesma empresa.

Dylan e Rolling Stones se apresentarão na sexta-feira à noite, com Paul McCartney e Neil Young vindo ao palco do festival no sábado. Roger Waters e The Who encerram o evento no domingo.

Os ingressos serão colocados à venda no dia 9 de maio, através do site “DesertTrip.com”. Os preços para os três dias de festival variam de US$ 399 e US$ 1.599.

Roger Daltrey, do The Who, afirmou que o evento é uma “ideia fantástica” e que permitirá que os fãs vejam ao vivo “os maiores de nossa era”. Por sua vez, Elliot Roberts, representante de Neil Young, afirmou que será um acontecimento “muito especial”.

“Pode ser que não haja outra ocasião para ver algo assim”, indicou Roberts.

sábado, 4 de junho de 2016

Paul, Ringo, Julian e Sean lamentam a morte de Muhammad Ali

O falecimento da lenda do Boxe Muhammad Ali sensibilizou celebridades de todos os lugares do mundo. Com os Beatles não foi diferente. Eles soltaram notas oficiais através das suas contas oficiais do Twitter.

Paul McCartney foi o que soltou a nota mais comprida e emocionada: “Querido Muhammad Ali. Eu amava esse homem. Ele foi grande desde o primeiro dia que nos encontramos com ele em Miame, e em inúmeras ocasiões em que eu fui até ele através dos anos. Além de ser um grande boxeador, foi um homem bonito, gentil e com senso de humor em que apresentava um grande pacote de cartas no bolso. Não importava em qual ocasião, ele sempre tinha uma carta epra você. O mundo perdeu um homem verdadeiramente grande. Com amor, Paul”.

Já Ringo Starr foi bem mais econômico, como de costume: “Deus abençoe Muhammad Ali. Paz e amor para a sua família”.

Os dois filhos de John Lennon também lamentaram a morte do ídolo. Julian Lennon: “Descanse em Paz Muhammad Ali.. o único… um campeão em muitos níveis. Mando meu coração e orações para a família e amigos”.  Já Sean Lennon foi o mais econômico, com um “RIP Muhammad Ali”.

O dia em que Muhammad Ali “nocauteou” os Beatles


O lendário ex-campeão mundial de boxe, na categoria de pesos pesados, Muhammad Ali, morreu na sexta-feira aos 74 anos, num hospital em Phoenix, no estado do Arizona, nos Estados Unidos. Segundo a família, em nota oficial, “Depois de um combate de 32 anos contra a doença de Parkinson, Muhammad Ali morreu, aos 74 anos de idade”. Ele foi campeão mundial em 1964, 1974 e 1978. Mas você sabia que naquele mesmo ano (1964) ele teve um encontro histórico com os Beatles? Aconteceu em 18 de fevereiro de 1964 e o episódio é verbete no livro Diário dos Beatles:

Em seu dia de folga, os Beatles, provavelmente instigados por Paul, quiseram visitar Cassius Clay, no ginásio de treinamento onde ele estava se preparando para a revanche contra o campeão Sonny Liston. Os fotógrafos enlouqueceram quando o ex-campeão dos pesos-pesados levantou Ringo Starr como se este fosse leve como uma pluma.

Nessa sessão fotográfica foram feitas centenas de fotos, entre as quais as mais famosas são as que mostram ele “nocauteando” os Beatles. Posteriormente, Cassius Clay mudaria seu nome, em dedicação à religião muçulmana. Hoje o mundo se despede desse grande campeão, o maior que o mundo já teve. Descanse Em Paz, Muhammad Ali.

terça-feira, 31 de maio de 2016

Paul McCartney: “Maior erro do Oasis foi ter se comparado aos Beatles”


Para Paul McCartney o maior erro cometido pelos músicos da banda Oasis – entre tantas frases de efeito e polêmicas – foi ter se comparado aos Beatles.  Em 1996, em entrevista para a MTV, Noel Gallagher disse que os discos Definitely Maybe e (What’s The Story) Morning Glory colocavam a banda acima dos Beatles.

Em entrevista para a revista Q, McCartney comentou o que ele considera mais que um equívoco: “O Oasis era jovem, fresco, eles estavam escrevendo boas canções, mas acho que o grande erro que eles cometeram foi quando disseram ‘nós seremos maiores que os Beatles. Pensei: ‘tantos já disseram isso, e esse é o beijo da morte’. Seja maior que os Beatles, mas não diga. Quando você diz isso, tudo o que fizer a partir de então será visto à luz desta declaração”.

Já em 2015, Gallagher fez mea culpa, dizendo que provavelmente estava chapado quando afirmou que era maior que seus ídolos. “É a típica coisa que eu diria na época em que me drogava”, disse em um vídeo feito pelo TMZ.

Verdade seja dita: muitas pessoas comparam a sonoridade desses dois álbuns com algumas músicas dos Beatles e certamente esse tipo de comparação foi um grande marketing para a banda dos irmãos Gallagher – mas claro, nunca, em nenhuma situação, eles poderiam ser considerados superiores aos Beatles.